quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Tim Maia (73)



"Tim Maia não tava nem aí para a ditadura ou movimento hippie ou tropicália. Só queria cantar suas verdades (e mentiras), e isso ele fez como ninguém. É o cara que durante anos só absorveu, e depois começou a absolver. 

O disco de 73 é menos um desfile de canções clássicas que faz os dois anteriores parecerem volumes de uma (excelente) coletânea, mas além de fechar uma trilogia (bem, essa mania é típica, eleger trilogias, ainda que, duvido que tenha sido eu a eleger esta), porque depois deste, o síndico embarcaria na viagem racional.

Mesmo assim, em relação aos anteriores, algo aqui me parece que vai mais além, os arranjos me parecem mas cuidadosos e mais focados no soul (bem este último não chega a ser ir mais além, aliás em certo sentido, é exatamente o contrário), e se ele não tinha uma excelente coleção de canções, soube com maestria cuidar para que a parte instrumental desse conta do recado. 

Algumas canções beiram o esquecimento imediato, como Música no Ar, A paz do Meu Mundo é Você e Preciso ser Amado (que conta com o raro episódio de se ouvir tim, voz e violão), muita coisa em inglês (3 de 12 músicas), mas de quebra, encontramos aqui duas lindas canções de amor, Gostava Tanto de Você e a minha favorita de todas, Réu Confesso. Oxalá todo final de romance rendesse uma música como esta, seria o melhor de dois mundos...

Das músicas em inglês, destaque para Over Again, onde apesar da letra, a música é Brasil a toda, muito balanço, é o síndico single malt! O disco fecha com a belíssima instrumental Amores, que me faz lembrar Baby Huey, e além do que, justíssimo, pois o ponto forte deste terceiro disco é realmente o instrumental."

(http://1001br.blogspot.com.br/2011/04/chamando-o-sindico-tim-maia-1973.html)


Obs: a canção "Gostava Tanto de Você", foi composta por Edson Trindade em homenagem à sua filha que havia falecido.

1. "Réu Confesso"  
2. "Compadre"  
3. "Over Again"  
4. "Até Que Enfim Encontrei Você"  
5. "O Balanço"  
6. "New Love"   (Roger Bruno - Tim Maia)
7. "Do Your Thing, Behave Yourself"  
8. "Gostava Tanto de Você"   (Édson Trindade)
9. "Música no Ar"  
10. "A Paz no Meu Mundo É Você"  
11. "Preciso Ser Amado"  
12. "Amores"  


Disco (com sinais de uso - sem riscos) e capa em ótimo estado.
Edição Original de 1973.
Saindo por R$ 70,00

Louis Armstrong - I Will Wait For You (68)



Armstrong, Louis (Trumpet, Vocal) 
Notthingham, Jimmy (Trumpet) 
Glenn, Tyree (Trombone) 
Muranyi, Joe (Clarinet) 
Napoleon, Marty (Piano) 
Barksdale, Everett (Guitar) 
Ryerson, Art (Banjo) 
Catlett, Buddy (Bass) 
Barcelona, Danny (Drums) 
Unknown personnel (Choir)


A1-I Will Wait For You 
A2-Talk To The Animals - From The 20th Century - Fox Motion Picture "Doctor Dolittle"
A3-The Gypsie In My Soul
A4-The Happy Time 
A5-I Believe

B1-Willkommen 
B2-You'll Never Walk Alone
B3-Sunrise, Sunset
B4-Rosie 
B5-That's My desire 



Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira de 1972.
Saindo por R$ 15,00

Kraftwerk - The Man-Machine (78)



"O criativo projeto artístico do Kraftwerk deu uma guinada conceitual em The Man-Machine. A capa simbólica fazia referência ao modernista russo El Lissitzky e as músicas falavam de um mundo cada vez mais autômato de alienação urbana, de engenharia da era espacial e de fama sem glamour.

Essa visão futurista da fusão da humanidade com a tecnologia está presente tanto na faixa-título quanto em "The Robots", outra piada em cima da imagem andróide da banda. Para o lançamento do álbum, o quarteto de Düsseldorf encomendou robôs iguaizinhos a seus integrantes, que passaram a ser acessórios permanentes dos shows. O uso de vozes sintéticas se tornaria uma característica do som sempre em evolução do Kraftwerk. 

Mas The Man-Machine contém algumas das mais atemporais músicas da banda. Acentuada pelo vocais melancólicos de Ralf Hütter, "Neon Lights" é uma música dolorosamente romântica, enquanto "The Model" é uma sátira à indústria da beleza, tão à frente de seu tempo que chegou ao primeiro lugar das paradas inglesas três anos após o lançamento do disco. Esse retrato profético da cultura da celebridade se tornou um cartão de visitas do Kraftwerk e inspirou gerações de artistas - dos pioneiros do techno pop dos anos 80, como Human League, New Order, Pet Shop Boys e Depeche Mode ao recente movimento "electroclash".

A grande conquista de The Man-Machine não é apenas a influência que exerceu, mas sua capacidade de síntese. Um exame minucioso das faixas revela variações de minutos nos temas percussivos repetitivos e há uma interação quase clássica entre as partes de sintetizador. Em seu sétimo álbum, o Kraftwerk provou que o poder da música eletrônica não estava em truques elaborados, mas na simplicidade zen do domínio científico"

(Resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")

Disco (com pouco chiado, ocasional - sem riscos) em ótimo estado. Capa (com desgaste na entrada do disco - vide foto) em bom estado; com encarte.
Edição Brasileira Original de 1978.
Saindo por R$ 35,00


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Johnny Winter - The Progressive Blues Experiment (69)



"Primogênito de John e Edwina Winter, John Dawson Winter III é um dos mais importantes e influentes músicos de blues do século XX. Sua guitarra fez história, elevando-o à condição de lenda viva, status esse esculpido a ferro e fogo pelas highways de sua vida.

Albino como o seu irmão menos famoso, Edgar, Johnny começou a tocar muito cedo, e, aos 15 anos, já havia gravado seu primeiro álbum, School Boy Blues, creditado ao grupo Johnny and the Jammers, hoje disputado mais por ser um raro souvenir do que propriamente por sua qualidade artística. Ainda durante a adolescência, Winter teve a oportunidade de assistir ao vivo ícones como Muddy Waters e B.B. King, fundamentais na sua formação.

Em 1968, Johnny Winter formou um trio com o baixista Tommy Shannon e o baterista Uncle Joe Turner. Os shows do grupo chamaram a atenção e deram uma certa reputação à banda, levando o jornalista Larry Sepulvado a escrever sobre o conjunto para a então nascente revista Rolling Stone. A matéria de Sepulvado gerou interesse em Winter, tornando os shows do grupo ainda mais concorridos.

Em abril de 1969 chegou às lojas The Progressive Blues Experiment, lançado pela Imperial Records, trazendo uma sonoridade crua e rude, que ajudou a definir o tipo de música que seria associada, mais tarde, à vertente do gênero proveniente do estado norte-americano do Texas. Trazendo apenas quatro faixas próprias ("Tribute to Muddy", "Bad Luck and Trouble", "Mean Town Blues" e "Black Cat Bone"), o álbum contém competentíssimas releituras de clássicos de autoria de Muddy Waters ("Rollin´ and Tumblin´"), Sonny Boy Williamson ("Help Me"), Slim Harpo ("I Got Love If You Want It"), B.B. King ("It´s My Own Fault") e Howlin´ Wolf ("Forty-Four"), deixando claras as influências que acompanhariam Winter em toda a sua longa trajetória.

Clássico incontestável, o álbum mostrou ao mundo o estilo único de Johnny Winter, seja no slide de "Rollin´ and Tumblin´", no tempero country de "Bad Luck and Trouble", nos solos inspirados de "Tribute to Muddy" e na aproximação com o hard rock de "Mean Town Blues", seguindo a mesma linha que o Led Zeppelin exploria com brilhantismo ímpar durante a primeira metade dos seventies.

Se você gosta de blues ou de rock, esse é um disco imperdível."

(http://www.collectorsroom.com.br/2009/03/discos-fundamentais-johnny-winter.html)

Faixas:
A1. Rollin' and Tumblin' - 3:09
A2. Tribute to Muddy - 6:20
A3. I Got Love if You Want It - 3:52
A4. Bad Luck and Trouble - 3:43
A5. Help Me - 3:46

B1. Mean Town Blues - 4:25
B2. Broke Down Engine - 3:25
B3. Black Cat Bone - 3:46
B4. It's My Own Fault - 7:20
B5. Forty-Four - 3:28


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira de 1987.
Saindo por R$ 40,00


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Stevie Wonder - Songs in the Key of Life (76)



"Corria o ano de 1976 e não havia um único branco, negro, amarelo, azul ou vermelho que fosse que não estivesse tentado descobrir como seria o novo álbum de Stevie Wonder. Razões para tal não faltavam. Stevie vinha de um disco de sucesso - Fulfillingness' First Finale (1974) - e, como havia se transformado num superstar, assinou um contrato milionário com sua gravadora, a Motown.

A mordida do cantor foi forte: 13 milhões de dólares por sete discos, vinte por cento de royalties nas vendas obtidas, além do direito de escolher as músicas do álbum que deveriam virar single. Enquanto a Motown quebrava a cabeça questionando se o investimento teria valido a pena, ele passeava com uma camiseta em que estava escrito: "Estou quase terminando o disco". E que disco.

Quando chegou às lojas, Songs in the Key of Life, um álbum duplo acompanhado por um mini-LP de brinde, foi direto para o primeiro lugar das paradas, merecidamente. O LP era a lapidação de todos os trabalhos já feitos por Wonder, alternando canções de amor com temas políticos e sociais. O cantor se viu à vontade para pesquisar novos timbres em seus sintetizadores, incrementou a mistura de soul music com jazz, rock, além de construir melodias barrocas.

Songs in the Key of Life abre com "Love's in Need of Love Today, um tema tipicamente wonderiano: a necessidade de se amar num período turbulento . "Have a Talk With God" afirmava que Deus era o "único psiquiatra que trabalhava de graça". Wonder volta a batucar nos temas sociais em "Village Ghetto Land". Construída sob uma base orquestrada, ela fala dos problemas da pobreza e da degradação social. O cantor retoma a alegria em "Sir Duke", homenagem ao jazzman Duke Ellington, e "I Wish", em que recorda os tempos "em que era um rapaz desencanado". As músicas foram parar no primeiro lugar na parada da singles da revista Billboard.

Em "Isn´t She Lovely", Wonder comemorava o nascimento de sua filha, Aisha. A música traz um dos mais belos solos de gaita do cantor. Em "Ngiculela - Es Una História - I Am Singing" ele ataca numa versão trílingue: interpreta a letra da música em zulu, espanhol e inglês. "Another Star" tem como convidado especial o guitarrista George Benson.

Brilhante, ousado e em algumas vezes cansativo - mesmo as obras-primas tem seu momento de chatice -, Songs in the Key of Life permanece intacto quase vinte anos após o seu lançamento. Basta dizer que as músicas deste álbum constituíram-se no maior filé dos recentes shows de Stevie Wonder no Brasil."

(Sérgio Martins, Bizz#124 - Seção Discoteca Básica -, novembro de 1995, in: http://www.collectorsroom.com.br/2009/07/discoteca-basica-bizz124-stevie-wonder.html)






Faixas:
A1 Love's in Need of Love Today 7:05
A2 Have a Talk With God 2:42
A3 Village Ghetto Land 3:25
A4 Contusion 3:45
A5 Sir Duke 3:54

B1 I Wish 4:12
B2 Knocks Me Off My Feet 3:36
B3 Pastime Paradise 3:27
B4 Summer Soft 4:14
B5 Ordinary Pain 6:23

C1 Isn't She Lovely 6:34
C2 Joy Inside My Tears 6:29
C3 Black Man 8:29

D1 Ngiculela - Es Una Historia - I Am Singing 3:48
D2 If It's Magic 3:12
D3 As 7:08
D4 Another Star 8:28

EP A1 Saturn 4:53
EP A2 Ebony Eyes 4:08
EP B1 All Day Sucker 5:05
EP B2 Easy Goin' Evening (My Mama's Call) 3:56


Disco e capa em excelente estado.
Edição Original Brasileira de 1976.
Completo: disco duplo + compacto + encarte c/ letras.
Saindo por R$ 90,00


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

L7 - Bricks are Heavy (92)



"Depois de sua primeira turnê na Europa (abrindo shows para o Nirvana), e vários shows lotados nos EUA, o L7 começa a chamar a atenção das grandes gravadoras. Em 1991 a banda assina com a Slash  Records e no ano seguinte é lançado "Bricks Are Heavy", seu terceiro disco. Com o novo disco, o L7 mostrou que não perdeu a sua agressividade e a sua pegada depois de assinar com uma gravadora grande, apenas consolidou o seu estilo contando com uma produção mais caprichada. "Brick Are Heavy" foi produzido por Butch Vig (hoje no Garbage), o guru por trás dos clássicos "Nevermind", "Siamese Dream" e "Dirty", entre outros.

Mas a repercussão do novo álbum foi extraordinária, vendendo centenas de milhares de cópias no mundo todo, puxado principalmente pelo sucesso de "Pretend We're Dead", a música mais calma e pop do disco, até hoje a música mais conhecida do L7.

O restante de 1992 e 1993 foi ocupadíssimo na carreira da banda, com duas extensas turnês nos Estados Unidos, outras duas na Europa (uma delas abrindo para o Faith no More), shows no Japão e Austrália, apresentações ao vivo em programas como o de David Letterman nos EUA, e shows em grandes festivais, como o de Reading na Inglaterra e o Hollywood Rock no Rio e em São Paulo. De sua passagem pelo Brasil, o L7 deve guardar boas lembranças. Apesar da companhia de grandes nomes como Nirvana, Alice In Chains e Red Hot Chili Peppers, o L7 não fez feio e foi protagonista de um dos mais empolgantes shows do festival."

(Fonte: L7 http://whiplash.net/materias/biografias/038470-l7.html#ixzz2j1eu372t)


Disco e capa em excelente estado, impecável.
Edição Brasileira Original de 1992.
Saindo por R$ 45,00


Memphis Slim - The Legacy of the Blues - Volume 2 (89)



Memphis Slim (Memphis, 3 de Setembro de 1915 - Paris, 24 de Fevereiro de 1988) foi um pianista de blues, cantor e compositor. Liderou várias bandas de jump blues, que incluíam saxofone, baixo, bateria e piano. A sua música, Every Day I Have the Blues, tornou-se um standard dos blues.


Lado A
1.Everyday i Have the Blues 
2.I am the Blues 
3.A Long Time Gone 
4.I Feel Like Ballin' the Jack 
5.Let's Get With It

Lado B
1.Only Fools Have Fun 
2.Broadway Boogie 
3.Gambler's Blues 
4.Freedom 
5.Sassy Mae


Disco (com sinais de uso - sem riscos) e capa (levemente envelhecida) em ótimo estado.
Edição Brasileira Original de 1989.
Saindo por R$ 30,00


Talking Heads - The Name of This Band is Talking Heads (1977-1979)



"Os Talking Heads foram a banda mais importante dos Estados Unidos nos anos 80. Sua mistura de rock básico, com ritmos africanos, letras que retratavam fenômenos do cotidiano, além da postura nervosa, agitada e hipnótica de David Byrne, marcaram de forma monumental seus contemporâneos e fãs.

Quando foi lançado, o disco cobriu com perfeição toda a primeira fase do grupo, desde o disco de estréia Talking Heads: 77, até a trilogia com Brian Eno (não foi apenas Bowie que teve sua trilogia com Brian...) quando a banda se apresentava com 10 pessoas no palco, sendo um deles o virtuose guitarrista Adrian Belew, que tocou com Frank Zappa e King Crimson.

O primeiro disco mostra a banda ainda como um quarteto e utilizando apenas a trinca baixo-bateria-guitarra e algum violão eventual, nas nove primeiras faixas. É um som rude e até desagradável para que conhece o grupo apenas de Stop Making Sense."

(http://www.beatrix.pro.br/mofo/heads.htm)


Faixas Disco 1:

1 - New Feeling
2 - A Clean Break (Let's Work) 
3 - Don't Worry About the Government 
4 - Pulled Up
5 - Psycho Killer
6 - Artists Only 
7 - Stay Hungry
8 - Air 
9 - Love --> Building on Fire 
10 - Memories Can't Wait 


Disco (com sinais de uso) e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira Original de 1982.
Obs: somente o Disco 1...
Saindo por R$ 20,00


sábado, 26 de outubro de 2013

Paris Blues (61) - Music by Duke Ellington, featuring Louis Armstrong



"Este não é apenas um filme sobre racismo, jazz, uso de drogas, amores, o cenário parisiense, etc. Paris Blues é sobre tudo mencionado e acima de tudo é sobre viver a vida apesar amor. Uma Paris da década de 20 e 30 é o paraíso para os músicos negros americanos, ansiosos para escapar do racismo dos EUA. Ram Bowen (Paul Newman) é, um trombonista que ganha a vida em um grupo de jazz, que também inclui tenor homem Eddie Cook (Sidney Poitier). Duas turistas americanas, Connie Lampson (Diahann Carroll) e Lillian Corning (Joanne Woodward) chegam à cidade para umas férias de duas semanas, e os dois músicos não perdem tempo em conhecê-las. Logo ambas as relações tomam um rumo sério e os músicos são obrigados a tomar algumas decisões importantes sobre a possibilidade de retornar à sua terra natal. Louis Armstrong empresta seu ritmo legendário com grande efeito em uma seqüência musical nesta jóia clássica de um filme."

(http://www.cinedica.com.br/Filme-Paris-Vive-A-Noite-18566.php)


Disco e capa em ótimo estado.
Importado USA.
Edição Original 1961.
Saindo por R$ 25,00


Turíbio Santos e a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro (84)



"Turíbio Santos é considerado um dos maiores violonistas clássicos da atualidade. Com trabalho reconhecido e aplaudido em várias partes do mundo, ele tem mais de 50 discos gravados, além de assinar a edição de coleções de partituras pela Max-Eschig (Paris) e Ricordi (São Paulo). Na sua trajetória de sucesso, Turíbio dividiu o palco com nomes, como Yehudi Menuhin, M. Rostropovitch, Victoria de Los Angeles e J. P. Rampal. O músico redescobriu e regravou compositores brasileiros, como João Pernambuco, Garoto e Dilermando Reis. 

Criador da Orquestra de Violões do Rio de Janeiro e da Orquestra Brasileira de Violões, o violonista é membro-fundador do Con-seil D´Entraide Musicale, da Unesco. Nomeado diretor do Museu Villa-Lobos e Chevalier de la Legion D´Honneur, Turíbio alia a prática didática aos concertos acompanhados por importantes orquestras, como Royal Philharmonic Orchestra, English Chamber Orchestra, Orchestre National de France, Orchestre J.F. Paillard, Orchestre National de L´Opéra de Monte-Carlo, Concerts Paseloup, Concerts Colonne e Orquestra Sinfônica Brasileira."

(http://www.promusica.org.br/jornal/165/turibio_santos.htm)


"Em 1980 ele é convidado pelo escritor e amigo Guilherme Figueiredo a dirigir a Sala Cecília Meireles, trabalho que realiza até a saída de Guilherme da Presidência da FUNARJ, seis meses depois.

Ao mesmo tempo, sob a inspiração do compositor Ricardo Tacuchian, é convidado a criar o curso de violão na Escola de Música da UFRJ (antiga Escola Nacional de Música). Em 1981 assume a responsabilidade de fazer a mesma coisa na UNI-RIO.

Como fruto dessas atividades é criada em 1982 a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro, formada por alunos de ambas as universidades. Ela grava (Kuarup) e apresenta-se no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e em várias capitais do país. Vários compositores escrevem para a orquestra (ou transcrevem originais) como Radamés Gnattali, Francisco Mignone, Edino Krieger, Roberto Gnattali. Anos mais tarde, será criada a Orquestra Brasileira de Violões que gravará para a VISON Discos."

(http://www.turibio.com.br/)


Disco e capa em excelente estado.
Edição Original de 1984.
Saindo por R$ 20,00