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quinta-feira, 31 de março de 2016

David Crosby - If I Could Only Remember My Name (1971)



"Quando a namorada de David Crosby, Christine Hinton, morreu num acidente de carro, em 1969, o cantor ficou arrasado. Ele mal conseguiu gravar Déjà Vu com Stills, Nash e Young, e procurou uma válvula de escape ao trabalhar em seu álbum solo de estreia. Crosby reuniu músicos de seu extenso círculo de amigos, como Jerry Garcia, Joni Mitchell e Grace Slick, para fazer o disco num estúdio de São Francisco, em 1970.

A primeira faixa do disco, "Music is Love" (com participação de Nash e Young), evolui despreocupadamente, como se fosse um improviso, fazendo da frase do título um mantra. Em "Cowboy Movie", num crescendo, até virar uma disputa entre os gemidos das guitarras e a batida descontraída da bateria.

"Laughing" é uma obra-prima: violões deslumbrantes, uma melancólica pedal steel e harmonias luminosas. A delicada "Traction in the Rain" é outro destaque com a voz de Crosby límpida, sob perfeito domínio.

Mas o que diferencia o álbum de outros da Costa Oeste é a escuridão em seu âmago. A inquietante "Song with no Words (Tree With No Leaves)" traz um scat sem palavras e acordes menores alternados.

"Orleans" é repleta de melancolia e se arrasta por uma melodia ditada pela guitarra de 12 cordas. Há ainda a sinistra "I´d Swear There Was Somebody Here" , cantada a capela com uma perturbadora harmonia elaborada por Crosby.

O álbum chegou à 12ª posição nas paradas da Europa e também dos EUA, onde ganhou um disco de ouro - mas não é isso que importa, e sim o fato de que é composto por uma série de canções únicas, que provocam emoções únicas."

(resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")



Disco (com alguns estalidos esparsos - sem riscos) em ótimo estado. Capa em ótimo estado (adesivo na capa - vide foto).
Edição Brasileira 1979.
Saindo por R$ 45

domingo, 27 de março de 2016

Country Joe & The Fish - Together (1968)



"The third album from Country Joe & the Fish, released in 1968 to quickly follow up the success of the first two, proved to be a bit of a departure for them in a number of ways. As well as the slightly incongruous pictures and text about Joe McDonald's wedding to his lady Robin, a quick glance at the writing credits showed that this album was much more of a group effort than the previous two which had featured almost entirely Joe's songs. Here there are credits for all five, individual ones, and ones for various combinations of the members, indicating perhaps how some of the earlier material had been garnered from existing songs from the group's pre-Vanguard privately pressed EPs. The group had been busy writing and recording, and indeed tracks 2 through 5 appear not to feature Joe McDonald at all, but their political and satirical edge is certainly still in place with songs that comment on racism, bigotry, intolerance and the US suburban outlook.

The album starts surprisingly with the nearly seven minute ‘Rock And Soul Music’, a tribute to the sweet soul music of James Brown and Stax artists. It is driven along by Bruce Barthol's bass playing the most typically danceable soul riff. This is followed by drummer Chicken Hirsh's love song to his lady, ‘Susan’, making us think that maybe we are settling into the established Fish album territory. This is indeed true in terms of the diversity, though the feel of many of the tracks here are quite different from the more chilled and laid back nature of the second album. ‘Mojo Navigator’, with an attacking lead vocal from David Cohen, and ‘Cetacean’ are rockier tracks, though the latter dissolves slowly into a series of odd sounds before returning as a snatch of song. ‘The Harlem Song’ with its spoof travelogue spoken intro is an acerbic and thought-provoking song about racism, while ‘Bright Suburban Mr. & Mrs. Clean Machine’, as you might expect, is the group's look at mainstream America and how it was presented on TV. ‘The Good Guys/Bad Guys’ cheer is followed by Barry Melton's ‘The Streets Of Your Town’ which becomes the hardest rocker here whilst commenting on New York's size and bigotry. In amongst all this there comes typical Fish leftfield moves with the flamenco-flavoured ‘Waltzing In The Moonlight’ and the very pretty and almost pastoral ‘Away Bounce My Bubbles’, which writer Chicken Hirsh describes as a 'pleasant daydream that whistles in my ear'. As with the previous two albums, the closing track, ‘An Untitled Protest’, is a quiet and thoughtful moment to end on, with finger cymbals punctuate Joe's anti-war drone organ-backed so-called 'Death Mantra'.

The album is reported to have been the group's best selling album, and certainly maintained and extended their reputation for variety and lyrics that went places that others did not go anywhere near, which pretty well explains why Country Joe & the Fish have maintained their place in sixties collectors’ halls of fame everywhere. This album, especially when taken with the previous two, remains as indispensable as they come."

(http://acerecords.co.uk/together)



1 Rock and Soul Music 6:51
2 Susan 3:28
3 Mojo Navigator 2:23
4 Bright Suburban Mr. & Mrs. Clean Machine 2:19
5 Good Guys/Bad Guys Cheer and the Streets of Your Town 3:39
6 The Fish Moan 0:27
7 The Harlem Song 4:19
8 Waltzing in the Moonlight 2:13
9 Away Bounce My Bubbles 2:25
10 Cetacean 3:38
11 An Untitled Protest 2:47


Disco e capa em ótimo estado.
Printted in Germany.
Edição de época.
Saindo por R$ 110

quarta-feira, 8 de julho de 2015

The Beatles 65


Beatles '65 é o nome do quarto LP dos Beatles lançado pela gravadora brasileira, EMI-Odeon, em 1965. A capa trazia uma foto do show feito em Washington em 1964 embora o álbum não fosse ao vivo e nem trouxesse músicas da época do show.
Todas as faixas foram extraídas do álbum Beatles For Sale, com exceção de duas faixas que não foram incluídas no Brasil, "Baby's in Black" do lado A e "Every Little Thing" do lado B. O disco, no Brasil, ganhou a numeração MOFB-317.
Quando o álbum, Beatles For Sale (numeração na época SMOFB-480, a letra S significa "estéreo"), foi lançado no Brasil, este álbum foi tirado de circulação. A ordem das faixas no Beatles '65 também foram trocadas comparando-as com as faixas do Beatles For Sale."
(wikipedia)
Lado 1:
Rock And Roll Music
Kansas City-Hey, Hey, Hey, Hey! [Medley]
I'm a Loser
No Reply
Mr. Moonlight
I'll Follow the Sun
Lado 2:
Eight Days a Week
Honey Don't
What You're Doing
Everybody's Trying To Be My Baby
I Don't Want To Spoil The Party
Words Of Love
Disco e capa (sanduíche) em ótimo estado.
Edição Original Brasileira 1965 (MONO).
Saindo por R$ 70

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Rolling Stones - Get Yer Ya-Ya's Out! The Rolling Stones in Concert (1969)



É um álbum ao vivo dos Stones, lançado em 4 de setembro de 1970 pela Gravadora Decca no Reino Unido e pela Gravadora London nos EUA, gravado em Nova York e Maryland, em novembro de 1969, pouco antes do lançamento de Let It Bleed. 

Foi o primeiro álbum ao vivo a alcançar o primeiro lugar de vendas no Reino Unido. É considerado um dos melhores álbuns ao vivo de rock já lançado, ao lado de Live at Leeds do The Who, e do Alive! do Kiss.

O Grande sucesso do álbum,aliado ao auge musical da banda tanto em relação às suas apresentações ao vivo, quanto a maestria de suas músicas, em um momento em que os Beatles já não existiam mais, levou muitos adeptos do Rock reconhecerem os Rolling Stones como a maior banda de Rock do Mundo.

Uma razão para lançar um álbum ao vivo foi para combater o lançamento de Live'r Than You'll Ever Be, uma gravação pirata de uma performance Oakland na mesma turnê, a qual andava fazendo muito sucesso entre o público.

Sem fazer turnês desde abril de 1967, os Rolling Stones estavam ansiosos para pegar a estrada em 1969. Com seus dois álbuns mais recentes, Beggars Banquet e Through the Past, Darkly (Big Hits Vol. 2) sendo muito elogiados, as audiências estavam antecipando seu retorno aos palcos. Sua Turnê Americana de 1969, durante novembro e dezembro, teve a participação de BB King (substituído em algumas datas por Chuck Berry), Ike e Tina Turner e Terry Reid, tocando para casas lotadas. 

Essa turnê foi a primeira de Mick Taylor com os Stones, pois Brian Jones havia sido substituído pouco antes de sua morte, em julho. As performances apresentaram a interação da guitarra de Taylor com Keith Richards. Embora tenha participado da gravação de apenas duas faixas de Let It Bleed, foi nesse álbum em que as habilidades de Taylor foram plenamente demonstradas.

Ao contrário do formato usualmente utilizado hoje em dia, no qual se registra o show completo, sem cortes e na sequência da apresentação, na época, o usual era se colocar nos discos faixas independentes, fora da ordem de execução, se priorizando as músicas com melhor execução e resultado ao vivo, até porque, a capacidade de armazenamento dos antigos LP's era bem mais limitada que o das mídias digitais posteriores. Live at Leeds, o clássico álbum ao vivo do The Who, também teve as faixas editadas da mesma forma.

A faixa "Love in Vain" foi gravado em Baltimore, Maryland, em 26 de novembro de 1969. As demais faixas foram gravadas nos dois dias seguintes, no Madison Square Garden em Nova York. No primeiro show foram gravadas 'Jumpin' Jack Flash' e 'Honky Tonk Women' ainda na noite de 27 de novembro e 'Carol', 'Stray Cat Blues', 'Sympathy for The Devil', 'Little Queenie' e 'Street Fighting Man' já na madrugada de 28 de novembro de 1969. Por fim, no segundo show, naquela mesma noite do dia 28, foram gravados 'Midnight Rambler' e 'Live With Me'. As gravações foram trabalhadas durante Janeiro e Fevereiro de 1970, no Olympic Studios de Londres. O produto final contou com vocais novos em meia às faixas, e backing vocais adicionados por Richards em várias outras.

O título do álbum foi adaptado a partir da música "Get Yer Yas Yas Out" por Blind Boy Fuller, mais especificamente do verso ""get your yas yas out the door"". A foto da capa foi tirada no início de fevereiro de 1970, tendo Charlie Watts com guitarras e bumbos penduradas no pescoço de um burro. Foi inspirada na letra da música "Visions of Johanna", composta por Bob Dylan (embora essa letra se refira a uma mula).

Na revisão do álbum para a revista Rolling Stone, o crítico Lester Bangs disse: "Eu não tenho dúvida de que é o melhor concerto de rock já registrado."

"Get Yer Ya-Ya's Out" foi lançado em setembro de 1970, bem nas sessões para o seu próximo álbum de estúdio, Sticky Fingers, sendo muito bem recebido por crítica e público, produzindo enorme sucesso comercial, atingindo por fim o 1º lugar entre os mais vendidos no Reino Unido e 6º lugar nos EUA, onde foi platina. Com exceção de compilações, foi o último álbum que a banda lançou através da Decca Records ou da London Records. A Partir de então, lançariam seus novos discos pela sua própria Rolling Stones Records.




Faixas

Lado A
1. "Jumpin' Jack Flash"   4:02
2. "Carol"   3:47
3. "Stray Cat Blues"   3:41
4. "Love in Vain"   4:57
5. "Midnight Rambler"   9:05

Lado B
6. "Simpathy For The Devil"   6:52
7. "Live With Me"   3:03
8. "Little Queenie"   4:33
9. "Honky Tonk Women"   3:35
10. "Street Fighting Man"  


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1981.
Saindo por R$ 70

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

The World Of Donovan (1969)



"Trivia:
· Another album with the same title, The World Of Donovan, was released by Epic Records in the USA in 1972.
· The back cover has a black and white picture of Donovan at the Bodiam Castle, taken by Karl Ferris for the A Gift From A Flower To A Garden photo session.
· The Little Tin Soldier is listed as Little Tin Soldier on the back cover, but is correctly listed on the record label.
· Riding In My Car (The Car Song) is listed as Car Car on the back cover. On the record label it's credited to A. Guthrie.
· Ballad Of Geraldine is listed as The Ballad Of Geraldine.
· On the record label Donna Donna is credited to S. Segunda."

(http://donovan-unofficial.com/music/compilations/significant/the_world_of_donovan.html)


Side 1:
01. The Little Tin Soldier
02. Riding In My Car (The Car Song)
03. Tangerine Puppet
04. Catch The Wind (Album Version)
05. Colours (Single Version)

Side 2: 
06. Donna Donna
07. Turquoise
08. Universal Soldier
09. Ballad Of Geraldine
10. Josie


Disco e capa em ótimo estado.
Importado Israel.
Saindo por R$ 40


quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Zabriskie Point (1970)



Zabriskie Point pode não ser o melhor filme do mestre Michelangelo Antonioni (eu prefiro Blow UP), mas a trilha sonora é uma verdadeira aula de psicodélia, com destaque para as participações do Grateful Dead e do Pink Floyd (que ganhou um inexplicável "The" nos créditos). Uma preciosidade.


"A trilha sonora instigante pontua os rostos que vão sendo exibidos em closes. Eram os anos 60. O mundo era um imenso coquetel molotov pronto para explodir. No cinema acontecia uma revolução por minuto. Dezenas de diretores inovavam no texto, no corte, na fotografia. Seus filmes eram as imagens vivas de um mundo que se transformava velozmente.  O italiano Antonioni tinha contrato assinado para rodar 3 películas em inglês. A primeira foi “Blow Up”, vencedora da Palma de Ouro em Cannes. A terceira, “Profissão Repórter”, com Jack Nicholson. A segunda, “Zabriskie Point”(1970), um retrato da contracultura americana, ficou um pouco desvalorizada entre os dois.

As imagens que se revelam lentamente na câmera de Antonioni parecem quadros que se movimentam. O céu azul, as areias da Califórnia, o sangue no rosto dos estudantes. Cada take de suas lentes é uma obra de arte que poderia ser estudada separadamente. Juntos, fazem de “Zabriskie” uma experiência visual saborosa.

Mark (vivido por Mark Frechette) é o protagonista da história ao lado de Daria(Daria Halprin). Uma espécie de James Dean hippie, ele está de saco cheio do blá blá blá das reuniões estudantis. Quer pegar em armas. Quer ação. Está pronto pra “morrer antes dos 30” como gritava o The Who em “My Generation”. Durante a greve de alunos, ele acaba sendo o principal suspeito de ter matado um policial. Já a jovem Daria é secretária. Ela tem que atravessar o deserto até Phoenix para encontrar seu chefe, um empresário do ramo imobiliário que está construindo um mega condomínio na Califórnia. No meio do caminho, os dois jovens se encontram.

A cena de amor na areia é uma das coisas hippies mais legais já feitas até hoje. Parece ter sido extraída de uma versão mais selvagem do musical Hair, com as curvas da bela Daria salpicadas de pó, o casal se enlaçando nas dunas de Zabrieskie Point ao som da trilha psicodélica e o ato da criação multiplicando-se na pele de milhares de jovens que surgem como uma alucinação. A trilha, inclusive, é outro banquete sinestésico reunindo nomes importantes do flower power como Rolling Stones, Pink Floyd e Greateful Dead.

Zabriskie foi quase todo rodado com atores amadores, alguns sem qualquer outra experiência na frente das câmeras. Mark na vida real era um radical que morava em uma comunidade hippie. Depois de atuar em mais dois filmes italianos (“Many Wars Ago” e “La Grande Scrofa Nera”), acabou sendo preso por assalto a banco e morreu na cadeia num estranho acidente com um halteres. Harrison Ford também dá as caras em um minúsculo papel, fazendo parte da manifestação de alunos no posto policial.

O momento em que Daria imagina a explosão do condomínio e de todo o american way of life é um grande orgasmo revolucionário. O sonho de todo jovem daquela geração era que o frango, as casonas e os televisores fossem implodidos junto com os velhos, para que a juventude pudesse fazer amor livre no deserto, voar em aviões multicoloridos e começar a História (com h maiúsculo) toda de novo. Foram-se os sonhos, mas ficaram os belos filmes."

(http://www.punkbrega.com.br/2013/12/zabriskie-point-1970-de-michelangelo-antonioni-retrata-os-sonhos-dos-jovens-hippies-em-belas-imagens/)

1. Heart Beat, Pig Meat - The Pink Floyd
2. Brother Mary - The Kaleidoscope
3. Dark Star (Excerpt) - The Grateful Dead
4. Crumbling Land - The Pink Floyd
5. Tennesee Waltz - Patti Page
6. Sugar Babe - The Youngbloods
7. Love Scene - Jerry Garcia
8. I Wish I Was A Single Girl Again - Roscoe Holcomb
9. Mickey's Tune - The Kaleidoscope
10. Dance Of Death - John Fahey
11. Come In Number 51, Your Time Is Up - The Pink Floyd


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1980.
Saindo por R$ 90


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Steppenwolf - At Your Birthday Party (1969)



"The recording sessions for "At Your Birthday Party" started to show the wear and tear of the road on all of us. In addition, some band members for the first time, tried their hand at songwriting and I had run out of tunes to contribute. 

This album nevertheless includes some of my favorite Steppenwolf tracks such as "Happy Birthday", "Jupiter's Child" and "Rock Me". Nick St. Nicholas (who had replaced our original bassist Rushton Moreve) had an idea for a song titled "It's Never Too Late", which triggered me to work out the rest of the song. That one is an all time favorite of mine. Gabriel Mekler (our Producer) had his hands full trying to be fair to all band members and stay neutral to allow us to work out the difficulties on our own. 

The fact that the song "Rock Me" (which had been written for the soundtrack of the motion picture "Candy") had already been a hit single before it was included in the "Birthday album" may have reduced the impact of the album because the initial sales of the LP were not what we had hoped for, although over the years, it became quite popular with many of our fans.
by John Kay"

(in: http://rockasteria.blogspot.com.br/2013/06/steppenwolf-at-your-birthday-party-1969.html) 

Track listing

"Don't Cry" (Gabriel Mekler) – 3:11
"Chicken Wolf" (John Kay, Michael Monarch) – 2:58
"Lovely Meter" (Gabriel Mekler) – 3:10
"Round and Down" (Michael Monarch) – 3:19
"It's Never Too Late" (John Kay, Nick St. Nicholas) – 4:07
"Sleeping Dreaming" (Nick St.Nicholas) – 1:07
"Jupiter's Child" (Jerry Edmonton, John Kay, Michael Monarch) – 3:28
"She'll Be Better" (Jerry Edmonton, Gabriel Mekler) – 5:32
"Cat Killer" (John Goadsby) – 1:37
"Rock Me" (John Kay) – 3:45
"God Fearing Man" (Michael Monarch) – 3:55
"Mango Juice" (Jerry Edmonton, John Goadsby, M. Monarch) – 3:01
"Happy Birthday" (Gabriel Mekler) – 2:16

Disco e capa (com pequena rasura no verso) em ótimo estado.
Edição Brasileira 1985.
Saindo por R$ 35


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Free - The Free Story (1990)



"This is generally the 'second greatest' Free collection, after "Molten Gold: The anthology". It is by far superior to the later "All right now - best of" which has an awful remaster treatment - the songs was sounding like late eighties, not early seventies (wow, what a mistake!), and was suffering in song selection.

Anyway, this was originally double LP compilatiaon-album, you get almoust 80 minutes of classic Free numbers. It covers all of the albums (I'm only missing here more stuff from the first album, and offcourse, "Wishing Well" from the "Heartbreaker" album), and you also get two live cuts, "Mr.Big" and "The Hunter", both concert stamples. Maybe would be better if they included album version of "All right now", which I prefer much more than the single version. But single is single. You'll anyway have to get "Fire and Water" album!
And maybe the sound qualitiy isn't so good, but this is probably the best way to get into Free, the classic early seventies rock band, which could be one of the biggest groups around if they had lasted.
But don't stop here, get "Fire and Water", and then superb 1968. debut "Tons of Sobs" (That's for start)."

(http://www.amazon.com/The-Free-Story/dp/B000006YTK)



Track Listings

1. I'm A Mover
2. I'll Be Creepin'
3. Mourning Sad Morning
4. All Right Now
5. Heavy Load
6. Fire And Water
7. Be My Friend
8. The Stealer
9. Soon I Will Be Gone
10. Mr. Big
11. The Hunter
12. Get Where I Belong
13. Travelling Man
14. Just For The Box
15. Lady
16. My Brother Jake
17. Little Bit Of Love
18. Sail On
19. Come Together In The Morning

Discos (duplo) e capa (dupla) em excelente estado; com encarte.
Importado Holland. Edição Limitada (LP numerado).
Saindo por R$ 100