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terça-feira, 30 de junho de 2015

Ben E. King - Stand by Me: The Ultimate Collection (1987)



It was Ben E. King's 16th album, yet only his second compilation album. The album was released in 1987 and includes many classic hits such as the standard Stand By Me, plus the original Spanish Harlem and Young Boy Blues.

However, the single In the Middle of the Night, which was released on the Seven Letters album, is one of his better known songs that was overlooked for this compilation.

Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1987.
Saindo por R$ 25


terça-feira, 17 de março de 2015

Louis Armstrong



What a Wonderful World / Cabaret (1969)


Compacto em ótimo estado.
Edição Brasileira 1969.
Saindo por R$ 15

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Alberta Hunter - Remember my Name (1979)



É uma das lendas do século 20, e tinha uma vida muito intensa e mostra isso na sua maneira de cantar. Suas gravações de jazz e clássicos do blues são simplesmente incríveis. Ela foi uma cantora pioneira cujo caminho cruzou o jazz, o blues e a música pop. Ela fez contribuições importantes para todos esses gêneros e teve uma carreira que sobreviveu seis décadas. Viajou extensivamente por conta própria a partir de 1925, quando ela comprou uma passagem para a França. 

Alberta Hunter foi um das primeiras cantoras negras, juntamente com Sippie Wallace, a fazer a transição dos humildes prostíbulos e clubes onde se apresentava para a ribalta internacional. Ela se tornou parte da era do jazz, e deu a Bessie Smith uma de suas composições, ‘Downhearted Blues’. Ela cantou em prostíbulos e cantou para Al Capone e para Eisenhower. Ela viajou o mundo, cantou em Londres e gravou com Louis Armstong e Duke Ellington. Então, ela desapareceu da música e trabalhou como enfermeira durante vinte anos atendendo a pacientes que não tinham idéia de quem ela tinha sido.

Alberta desafia qualquer categorização e sua longevidade como artista popular é igualada por poucos. Com oitenta anos ela encenou um retorno impressionante à música deixando sua marca como cantora de jazz e blues para multidões e com quatro novos álbuns antes de sua morte. Uma mulher incrível. Gravou ‘Amtrak Blues’ com 83 anos. A música ‘My Handy Man’ com Alberta, em comparação com a versão de Ethel Waters em 1920, é pura diversão. Sim, Alberta era uma mulher muito velha quando gravou este álbum e ainda assim desfrutou completamente de si mesma e cantou sobre sexo com dignidade e credibilidade. Este álbum é uma jóia absoluta. Sua voz está até melhor do que em 1920. Uma voz que eu prefiro, áspera e de personalidade mundana que ela adquiriu ao longo dos anos.

Quando ‘The Glory of Alberta Hunter’ foi gravado, Alberta Hunter tinha 87 anos e estava desfrutando de seu renascimento como artista. Grande sobrevivente da década de 20, Alberta estava, de algum modo, persuadida a retornar ao estágio em que se tornou grande estrela da vida noturna de Nova York. Neste álbum, apoiada por grandes músicos, Alberta está claramente se divertindo. 

Curiosamente ela não era tão interessante quando mais jovem em comparação com pesos pesados da época, mas a idade lhe deu a liberdade do charme que não tinha antes. Basta ouvir como ela termina ‘I've Had Enough’: ‘And if I never see you again brother...good bye, sayonara, au reuvoir, see ya see ya, auwiedersehn, hasta la vista…’. Rindo de si mesma é uma despedida rancorosa de uma amante. Ou em ‘Sometimes I'm Happy', batendo palmas e incentivando os músicos como se eles estivessem na casa dos 80 anos e não o contrário. Impossível não gostar. 

Alberta nasceu em Memphis. Seu pai abandonou a família quando ela nasceu, e sua mãe tornou-se o ganha-pão trabalhando como empregada doméstica em um bordel. E Albeta passou a infância entre uma mãe rigorosa, que lhe ensinou a ser auto-confiante e respeitar a si mesma, e uma avó que viu nela potencial e o desejo louco de viajar. Sua educação musical precoce veio de sua exposição às bandas de blues da Beale Street. Quando W.C. Handy veio a Memphis com seu blues em 1905, Alberta correu para ouvir. 

Aos dezesseis anos, ela fugiu para Chicago e foi descascar batatas em uma pensão. Cativada pela vida noturna da cidade, começou a se apresentar em bordéis e clubes. Sua estréia profissional foi no clube ‘Dago Frank’, um lugar freqüentado por bandidos. Alberta permaneceu ali por dois anos e só saiu depois que o clube foi fechado. Sua mãe se juntou a ela em Chicago logo depois. As duas desenvolveram a política do ‘não pergunte, não diga’ para que não fosse discutido a sua homossexualidade ou os problemas conjugais de sua mãe. E ela foi cantar em clubes um pouco mais respeitáveis. Em 1915 ela estava cantando no ‘Panama Café’, um clube da moda que servia a clientela branca. Este lugar também foi fechado depois de um assassinato.

Em 1919 era celebridade em Chicago, e começou a prestar mais atenção à sua imagem. Nessa época havia poucos artistas abertamente homossexuais, e cantores de blues e jazz eram obrigados a ostentar a falsa heterossexualidade e Alberta não foi exceção. Casou-se com o garçom Willard Saxby Townsend do clube onde cantava, mas o casamento nunca foi consumado. Dois meses depois Townsend pediu o divórcio que só foi concedido em 1923. E Alberta Hunter já estava morando em Nova York com o grande amor de sua vida, Lottie Tyler, sobrinha do comediante americano Bert Williams. Em 1927, ela e Tyler embarcaram para Paris, onde Josephine Baker já era uma estrela. Foi uma oportunidade para escapar do racismo e preconceito norte-americano e se tornar reconhecida por seu talento. No entanto Paris foi também onde ela rompeu com Tyler, que se tornaram boas amigas depois. Em 1928, sem Tyler, que tinha retornado aos Estados Unidos, Alberta deixou Paris e foi para Londres.

Sua primeira aparição profissional em Londres, dois dias depois que ela chegou, foi no Picadilly Circus. Depois de um breve retorno a França, para abrir o ‘Cotton Club’ de Paris retornou aos Estados Unidos em 1929. Se ela pensou que o seu sucesso absoluto em Paris e Londres seria suficiente para abrir as portas nos Estados Unidos ela estava enganada. A depressão econômica mantinha as pessoas longe das casas noturnas. Em 1934 ela foi para Copenhagen, na Dinamarca. E novamente para Londres. Quando a segunda grande guerra estourou e Paris caiu nas mãos dos nazistas, artistas negros retornaram a Nova York, fazendo com que a concorrência por empregos fosse muito aguerrida. Adicionando a isso surgiu uma nova geração de cantoras liderada por Ella Fitzgerald, Billie Holliday, e Lena Horne. E a carreira de Alberta esfriou. 

Imperturbável ela encontrou uma nova carreira, cantando para os soldados americanos na Segunda Guerra Mundial como membro do ‘United Service Organizations’ (USO). Experimentou um ataque aéreo e em teatros se apresentou para o general Eisenhower, o marechal Montgomery e Marshal Zhukov. Mais tarde continou a entreter os soldados durante a Guerra da Coréia. Alberta Hunter saiu do show business por duas décadas a partir de 1956, e foi trabalhar como enfermeira em um hospital na cidade de Nova York. Ela somente quebrou a rotina em 1961, a fim de gravar um álbum com seus velhos amigos Lovie Austin e Lil Hardin Armstrong. 

Nenhum de seus pacientes ou colegas de trabalho do hospital tinha a menor idéia de quem ela era ou quão famosa ela tinha sido, e Hunter preferiu dessa maneira. Aposentou-se como enfermeira em 1977, e em 1981 estava pronta para voltar à estrada. Gravou quatro discos incluindo o extraordinário ‘Amtrak Blues’, que para muitos jovens fãs são os registros definitivos de Alberta Hunter. 

Curiosamente, estes mesmos fãs têm pouca paciência para o seu doce e precioso cantar dos anos 20, e pouca tolerância para o seu trabalho nos anos 30 com Jack Jackson. No entanto, todas as gravações de Alberta são interessantes e importantes para o jazz e o blues. Ela continuou a se apresentar quase até o fim. Em Denver, no verão de 1984, ela finalmente decidiu que não podia mais continuar e voltou ao seu apartamento em New York. Alberta Hunter faleceu pouco depois.

Neste disco Alberta compôs e interpretou as canções para o filme "Remember my Name", escrito e dirigido por Alan Rudolph, produzido por Robert Altman e protagonizado por Geraldine Chaplin e Anthony Perkins. 

(http://pintandomusica4.blogspot.com.br/2010/08/alberta-hunter.html)

Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1979.
Saindo por R$ 25


sábado, 25 de outubro de 2014

Blood, Sweat & Tears 3 (1970)



"After the huge success of their previous album, Blood, Sweat & Tears 3 was highly anticipated and it rose quickly to the top of the US album chart. It also yielded two hit singles: a cover of Carole King's "Hi-De-Ho," and "Lucretia MacEvil." However, the album relied heavily on cover material and it received lukewarm reviews (this may also have been influenced by the band's participation in an unpopular U.S. government-sponsored tour of Eastern Europe).

In a contemporary review, Robert Christgau of The Village Voice gave the album a "C", indicating "a record of clear professionalism or barely discernible inspiration, but not both." In a 1981 review, he gave it a "C–" and panned David Clayton-Thomas's singing as "belching", while calling "Symphony for the Devil" a "pretty good rock and roll song revealed as a pseudohistorical middlebrow muddle when suite-ened."

Allmusic's William Ruhlman called the album "a convincing, if not quite as impressive, companion to their previous hit. David Clayton-Thomas remained an enthusiastic blues shouter, and the band still managed to put together lively arrangements... although their pretentiousness, on the extended "Symphony/Sympathy for the Devil," and their tendency to borrow other artists' better-known material rather than generating more of their own, were warning signs for the future."

Track listing

"Hi-De-Ho" (Gerry Goffin, Carole King) – 4:27
"The Battle" (Dick Halligan, Steve Katz) – 2:41
"Lucretia MacEvil" (David Clayton-Thomas) – 3:04
"Lucretia's Reprise" (Blood, Sweat & Tears) – 2:35
"Fire and Rain" (James Taylor) – 4:03
"Lonesome Suzie" (Richard Manuel) – 4:36
"Symphony for the Devil" (Dick Halligan) / "Sympathy for the Devil" (Mick Jagger, Keith Richards) – 7:49
"He's a Runner" (Laura Nyro) – 4:14
"Somethin' Comin' On" (Joe Cocker, Chris Stainton) – 4:33
"40,000 Headmen" (Steve Winwood, Jim Capaldi) – 4:44

Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira (capa dura) 1970.
Saindo por R$ 30


sábado, 26 de abril de 2014

Les Paul, Hank Garland, Grady Martin - Guitar Genius (gravações: entre 1944-1952)



Les Paul foi um virtuoso guitarrista e pioneiro no desenvolvimento de técnicas e instrumentos musicais elétricos. Foi considerado o 18º melhor guitarrista do mundo pela revista norte-americana Rolling Stone. Após anos tocando fabricando suas próprias guitarras e inovando com novos modelos e características de fabricação, cria uma das primeiras guitarras com corpo de madeira sólido.

Walter Louis "Hank" Garland was a Nashville studio musician who performed with Johnny Cash, Elvis Presley, Patsy Cline, Roy Orbison and many others. He is best known for his work on Elvis Presley's recordings from 1957 to 1961 which produced such rock hits as: "Little Sister", "I Got Stung", "Stuck on You", "It's Now or Never","A Fool Such As I", "I Need Your Love Tonight", "A Big Hunk O' Love". At the request of Gibson Guitar company president, Ted McCarty, Garland and fellow guitarist Billy Byrd strongly influenced the design of the Byrdland guitar, which derived from the Gibson L-5 guitar Garland is seen holding in the photograph.

Thomas Grady Martin was an American session guitarist in country music and rockabilly. A member of The Nashville A-Team, he played guitar on hits such as Marty Robbins' "El Paso", Loretta Lynn's "Coal Miner's Daughter" and Sammi Smith's "Help Me Make It Through the Night". During a nearly 50-year career, Martin backed such names as Elvis Presley, Buddy Holly, Johnny Burnette, Don Woody and Arlo Guthrie, Johnny Cash, Patsy Cline and Bing Crosby. He is a member of the Rockabilly Hall of Fame.


Disco e capa em excelente estado.
Edição Brasileira 1985. Selo Rarity.
Saindo por R$ 25,00

sábado, 14 de dezembro de 2013

Larry Coryell - Philip Catherine: Twin House (77)



"I heard Larry Coryell and Philip Catherine together for the first time at the Berlin Jazz Festival in 1975. Their creative compability, the enthusiasm and mutual understanding inspired me to take them into the Olympic Sound Studios in London to cut "Twin House" in just one day. This was only possible because both the music and the artists were ready to go on.

"Twin House" became one of those rare jazz records well recieved by both the record buying public and the critics. Two years later we were back in the studio recording the "Splendid Sessions".

Both records were never before released on CD. I am grateful to the artists an my ex-colleagues at WEA, Germany, to let me release what I believe is the best of "Twin House" and "Splendid" on my ACT label. "Mortgage of Your Soul" was taken off and replaced by the previously unreleased track "Dance Dream".

This record is dedicated to the memory of the great gipsy guitar player Django Reinhardt." (Liner notes by producer Siegfried Loch)

(http://www.focuscollection.com/listings/l0105.html)

Disco (com um pouco de chiado típico, perceptível am alguns momentos) e capa em ótimo estado.
Edição Original Brasileira de 1977.
Saindo por R$ 30,00