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sábado, 5 de setembro de 2015

Dr Feelgood - Be Seeing You (1977)



"Wilko Johnson had left in early 1977 and in April that year the Canvey Island band introduced their new line-up by way of a secret warm up show in their hometown. By summer ’77 they were making the first record with Gypie, the Nick Lowe produced Be Seeing You. Although Mayo was still working his way into the band's sound, Dr. Feelgood retained their tough, hard-rocking appeal.

Three further studio albums would be recorded with Mayo, including Private Practice which contained the UK top ten single Milk And Alcohol.

After what he describes as a ‘four year binge party’ Gypie Mayo quit the band and the end of 1980 (although he would stay on for a further six months), in part, to spend more time with his family."

(by Paul Sinclair, in: http://rockasteria.blogspot.com.br/2014/09/dr-feelgood-be-seeing-you-1977-uk.html)


Tracks
1. Ninety-Nine And A Half (Won't Do) (Steve Cropper, Eddie Floyd, Wilson Pickett) - 3:08
2. She's A Wind Up (Lee Brilleaux, John Martin, John Mayo, John B. Sparks) - 2:00
3. I Thought I Had It Made (Lee Brilleaux, John Mayo) - 2:16
4. I Don't Want To Know (Lee Brilleaux, John Mayo) - 2:42
5. That's It, I Quit (Nick Lowe) - 2:34
6. As Long As The Price Is Right (Larry Wallis) - 3:09
7. Hi-Rise (John Mayo) - 2:37
8. My Buddy Buddy Friends (Aaron Corthon) - 2:45
9. Baby Jane (Bishop, Nesbitt, Reed, Simmons, Wilson) - 2:58
10.The Blues Had A Baby, And They Named It Rock 'n' Roll (Brownie Mcghee, Morganfield) - 2:20
11.Looking Back (Johnny Guitar Watson) - 2:00
12.60 Minutes Of Your Love (Isaac Hayes, David Porter) - 2:24   


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1977.
Saindo por R$ 30

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Ram Jam - Portrait of the Artist as a Young Ram (1978)



""Portrait of the Artist as a Young Ram" foi o segundo e derradeiro álbum da Ram Jam. O sucesso, comparado ao disco anterior, foi tímido. Nem mesmo a inclusão de um novo guitarrist - Jimmy Santoro - foi capaz de alavancar os números da banda. Mesmo assim, se você procurar no livro de Martin Popoff - "The Collector’s Guide to Heavy Metal Volume 1: The Seventies" - vai encontrar esse mesmo álbum figurando entre os 100 principais títulos. Bill Bartlett não participou desse álbum pois tinha deixado a banda - Myke Scavone asssinou todos os vocais. Talvez isso explique a pouca repercussão e conseqüente desintegração da banda."

(http://estranhomundodemary.blogspot.com.br/2009_03_01_archive.html)

Disco e capa em ótimo estado.
Importado Holland.
Edição 1978.
Saindo por R$ 55

terça-feira, 7 de julho de 2015

Concerts for the People of Kampuchea (Festival 1979)



foi uma série de concertos beneficentes em prol das vítimas da guerra no Camboja realizados no Hammersmith Odeon em Londres na última semana de 1979. O evento foi organizado por Paul McCartney e Kurt Waldheim, e envolveu clássicos como McCartney, Queen e The Who junto a "novos" grupos de sucesso como The Clash e The Pretenders. 

O concerto de encerramento marcou a última apresentação do Wings.

Uma seleção com os melhores momentos do evento foi lançada em 1980 no filme "Concert for Kampuchea", com versões em EP e LP lançadas no ano seguinte.

Concertos:

26 de dezembro
Queen

27 de dezembro
Ian Dury & The Blockheads (com o convidado Mick Jones em "Sweet Gene Vicent")
Matumbi
The Clash

28 de dezembro
The Pretenders
The Specials
The Who

29 de dezembro
Elvis Costello & The Attractions
Rockpile (com o convidado Robert Plant em "Little Sister")
Wings
Rockestra (supergrupo de 30 músicos britânicos liderado por McCartney)


Discos (duplo) e capa (dupla) em ótimo estado.
Edição Brasileira 1981.
Saindo por R$ 40


quarta-feira, 15 de abril de 2015

Ramones - Rocket to Russia (1977)



"Rocket to Russia pegou o que já era perfeito - os dois primeiros discos do grupo, Ramones e Leave Home, ambos de 1976 - e elevou à categoria de transcendental. Tem duas covers, "Do You Wanna Dance?" e "Surfin' Bird", que dispensam comentários. E outras doze faixas originais essenciais, escritas com senso de humor, produzidas com capricho minimalista e executadas com a fúria e o tesão de quem está se divertindo pra cacete - contra tudo e todos. Entre "Rockaway Beach" e Teenage Lobotomy" está tudo o que você precisa saber sobre rock.

Também tem "Sheena is a Punk Rocker", "Cretin Hop", "I Wanna Be Well" - mas escute, não é isso o que importa. Não importa que Johnny Rotten e Joe Strummer e esse bando todo de ingleses tenham se inspirado e imitado os Ramones, nem que grande parte da new wave, do punk e todo o hardcore deva as calças ao quarteto. Não importa a famosa cena do CBGB, nem o Blondie, nem os Talking Heads. Se discos futuros seriam irregulares, se eles bebiam ou se drogavam, se eles se repetiram, se Dee Dee compunha melhor que Johnny, se Marky isso e aquilo - naaaada disso importa!

O que importa é Joey Ramone cantando "I don't care about this world / I don't care about that girl ... I don't care". Eu não tô nem aí, não tô nem aqui e quero que tudo mais vá pro inferno. I just wanna have some fun.

Ramones, a melhor banda de rock'n'roll da história - provavelmente."

(André Forastieri, Revista Bizz#077, dezembro de 1991 - Seção "Discoteca Básica)


Faixas:
A1. Cretin Hop - 1:55
A2. Rockaway Beach - 2:06
A3. Here Today, Gone Tomorrow - 2:47
A4. Locket Love - 2:09
A5. I Don't Care - 1:38
A6. Sheena Is a Punk Rocker - 2:49
A7. We're a Happy Family - 2:47

B1. Teenage Lobotomy - 2:00
B2. Do You Wanna Dance? - 1:52
B3. I Wanna Be Well - 2:28
B4. I Can't Give You Anything - 1:57
B5. Ramona - 2:35
B6. Surfin' Bird - 2:37
B7. Why Is It Always This Way? - 2:32


Disco  e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1987.
Saindo por R$ 60,00


terça-feira, 17 de março de 2015

Alice Cooper



School´s Out / Gutter Cat (1972)


Compacto em ótimo estado.
Edição Brasileira 1972.
Saindo por R$ 15

Todd Rundgren



Hello It´s Me / Cold Morning Light (1973)


Compacto em ótimo estado.
Edição Brasileira 1973.
Saindo por R$ 10

Paul McCartney & Wings



Junior´s Farm / Sally G (1974)


Compacto em excelente estado.
Edição Brasileira 1974.
Saindo por R$ 10

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Spooky Tooth - Witness (1973)



It´s an album released by Spooky Tooth in 1973. For this album, original drummer Mike Kellie returned and substantially replaced Bryson Graham. Gary Wright became the dominant songwriting influence at this stage of the band's history. Co-lead singer Mike Harrison left the band following the release of the album.


Side One

"Ocean of Power" – 4:40
"Wings on My Heart" – 3:32
"As Long as the World Keeps Turning" – 3:40
"Don't Ever Stray Away" (Chris Stewart, Wright) – 3:14
"Things Change" – 4:19

Side Two

"All Sewn Up" (Mick Jones, Wright) – 3:44
"Dream Me a Mountain" – 3:31
"Sunlight of My Mind" – 4:56
"Pyramids" (Mike Kellie, Wright) – 4:28


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1974.
Saindo por R$ 35

sábado, 25 de outubro de 2014

Blood, Sweat & Tears 3 (1970)



"After the huge success of their previous album, Blood, Sweat & Tears 3 was highly anticipated and it rose quickly to the top of the US album chart. It also yielded two hit singles: a cover of Carole King's "Hi-De-Ho," and "Lucretia MacEvil." However, the album relied heavily on cover material and it received lukewarm reviews (this may also have been influenced by the band's participation in an unpopular U.S. government-sponsored tour of Eastern Europe).

In a contemporary review, Robert Christgau of The Village Voice gave the album a "C", indicating "a record of clear professionalism or barely discernible inspiration, but not both." In a 1981 review, he gave it a "C–" and panned David Clayton-Thomas's singing as "belching", while calling "Symphony for the Devil" a "pretty good rock and roll song revealed as a pseudohistorical middlebrow muddle when suite-ened."

Allmusic's William Ruhlman called the album "a convincing, if not quite as impressive, companion to their previous hit. David Clayton-Thomas remained an enthusiastic blues shouter, and the band still managed to put together lively arrangements... although their pretentiousness, on the extended "Symphony/Sympathy for the Devil," and their tendency to borrow other artists' better-known material rather than generating more of their own, were warning signs for the future."

Track listing

"Hi-De-Ho" (Gerry Goffin, Carole King) – 4:27
"The Battle" (Dick Halligan, Steve Katz) – 2:41
"Lucretia MacEvil" (David Clayton-Thomas) – 3:04
"Lucretia's Reprise" (Blood, Sweat & Tears) – 2:35
"Fire and Rain" (James Taylor) – 4:03
"Lonesome Suzie" (Richard Manuel) – 4:36
"Symphony for the Devil" (Dick Halligan) / "Sympathy for the Devil" (Mick Jagger, Keith Richards) – 7:49
"He's a Runner" (Laura Nyro) – 4:14
"Somethin' Comin' On" (Joe Cocker, Chris Stainton) – 4:33
"40,000 Headmen" (Steve Winwood, Jim Capaldi) – 4:44

Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira (capa dura) 1970.
Saindo por R$ 30


sábado, 2 de agosto de 2014

Traffic - Shoot Out at the Fantasy Factory (1973)



"Traffic were a British rock band active from the late 60s to the early 70s. Their line-up changed numerous times, but the three constant members throughout their career were the core trio of Steve Winwood, Chris Wood and Jim Capaldi.

After a brief period of inactivity due to Steve Winwood falling ill, Traffic got back together in late 1972. Winwood, Chris Wood and Jim Capaldi had to put together a new lineup, as bassist Rich Grech and drummer Jim Gordon had left, with only percussionist Rebop Kwaku Baah staying with them. They found their new rhythm section in David Hood (bass) and Roger Hawkins (drums), part of the famed Muscle Shoals Rhythm Section. Capaldi had recently recorded his solo debut at Muscle Shoals, where he had met Hood and Hawkins. The new lineup started work on a new album, which was released in January 1973.

Shoot Out At The Fantasy Factory consisted of only five song (each at well over five minutes in length), which were for the most part darker in character than any of their previous output. Alongside four Winwood/Capaldi songs was a rare Chris Wood composition, the horn-based instrumental "Tragic Magic", with guest appearances from Hood and Hawkins' Muscle Shoals colleagues Barry Beckett and Jimmy Johnson. The other standout track was the lengthy, complex "Roll Right Stones", the most prog-rock the band had gone to date.

Even more so than on the previous album, Capaldi's contributions were diminishing, being listed in the credits as performing just percussion and backing vocals (in a band that featured both a drummer and another full-time percussionist). Though perhaps with a promising solo career now begun he had other things on his mind.
The album was a #5 hit in the US, and soon after its release the band started on a world tour to promote it."

(http://stuckinthepast08.blogspot.com.br/2012/09/traffic-shoot-out-at-fantasy-factory.html)

"Shoot Out at the Fantasy Factory" – 6:05
"Roll Right Stones" – 13:40
"Evening Blue" – 5:19
"Tragic Magic" (Chris Wood) – 6:43
"(Sometimes I Feel So) Uninspired" – 7:31

Disco e capa em excelente estado.
Edição Brasileira 1986.
Saindo por R$ 35


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Grand Funk Railroad - E Pluribus Funk (1971)



"O nome do Grand Funk Railroad tem como inspiração a estrada de ferro Grand Trunk Western, localizada na cidade de Flint, nos Estados Unidos. Lugar aonde surgiu a banda. É a partir deste ponto de partida, que começamos uma viagem chamada “E Pluribus Funk”. Com Mark Farner (vocal, guitarra, teclado e harmonica), Don Brewer (bateria e vocal) e Mel Schacher (baixo), essa rota transita pelo ano de 1971.

O Grand Funk fazia aquela bela mescla entre rock e o puro funk americano. Nesta época, o grupo estava a toda e com um enorme sucesso na terra do Tio Sam. Para se ter uma noção, um dos grandes feitos foi bater os Beatles, com a lotação completa, no clássico Shea Stadium, de Nova Iorque. Ao todo, 12 mil pessoas compraram ingressos em apenas 72 horas.

O embarque de 'E Pluribus Funk' inicia com Farner anunciando aos “passageiros” a seguinte frase: “come on everybody, we're gonna have a good time” (vamos lá todos, nós vamos nos divertir). Realmente, esta viagem terá uma excelente trilha sonora de fundo. Nesta canção, a "Footstompin' Music”, há uma ótima troca de teclados para as guitarras. Em boa parte do som, o baixo e a bateria mantém nos trilhos a canção, com as aparições pontuais das harmonias de Farner.

Na próxima estação vem a letra mais politizada do disco, a "People, Let's Stop the War", tendo frases como: “from fighting in a war, that causes big men to get rich” (lutando em uma guerra, que faz com que grandes homens fiquem ricos). Além da argumentação política, Farner usa, em todo o riff, o wah wah em sua guitarra, bem característico e marca registrada em alguns sons do Grand Funk. Outra peculiaridade do grupo é a divisão entre os vocais, com Farner e Brewer cantando juntos “o fim dessa guerra”.

Já a parada seguinte se chama "Upsetter". Aliás, essa é uma que vale a pena calibrar o “bass” das caixas do alto falante, como em outras várias músicas do disco. As linhas de baixo de Schacher são muito bem elaboradas e presentes, cooperando, em muito, na harmonia. Nessa música, o solo fica por conta da harmônica de Farner, contribuindo para soar como um blues tradicional.

"I Come Tumblin'" inicia com um breve do solo de Farner. No entanto, o destaque fica também logo no início da música, mais especificamente na bateria de Don Brewer. A sensação sonora é de um comboio ferroviário ou de uma manada de rinocerontes chegando em sua direção. Após esse atropelamento, acontece uma breve caída para novamente a bateria atropelar tudo. Esses fatos acontecem em vários momentos da música. No encerramento, Schacher sola no baixo, tendo o “comboio” de Brewer de acompanhamento.

Para queimar mais o caldeirão dessa locomotiva, o baterista Don Brewer canta, com sua voz grave e agressiva, em "Save the Land". Essa é a sua única participação como vocal principal deste álbum.

Com um solo de guitarra ao estilo blues vem "No Lies". Nessa canção, como diferencial, foram gravadas duas guitarras. Além disso, mais mensagens são dadas aos “passageiros”. Um dos trechos refere: “we don't need no leader, to tell us just what's wrong” (nós não precisamos de nenhum líder para nos dizer exatamente o que está errado).

No desembarque, "Loneliness" encerra o 'E Pluribus Funk'. No começo, a expectativa é de uma balada, mas, na realidade, essa é a música mais elaborada do disco. O produtor e empresário, Terry Knight, mostrou maior trabalho nessa execução. Para isso, contratou o maquinista, ou melhor, o arranjador Tom Baker para botar mais lenha na locomotiva. Com uma grande orquestração - composta de instrumentos de sopros e arranjos de cordas -, Mark Farner solta a voz mais uma vez e sustenta, por diversas vezes, seus agudos. A orquestra se alinha muito bem com o power trio. O fim apoteótico tem um coral de vozes cantando sobre a solidão, por mais contraditório que isso possa soar.

Para quem não teve a oportunidade de escutar, vale a pena comprar um ticket dessa viagem. Esse passeio musical é diversão pura para os adoradores de rock. Com certeza, as escalas dessa trip farão com que você as queira repetir por diversas vezes."

(http://whiplash.net/materias/cds/189840-grandfunkrailroad.html)

Disco em ótimo estado; com encarte. 
Capa-moeda em muito bom estado (certo desgaste).
Edição Brasileira 1972.
Saindo por R$ 45


domingo, 27 de abril de 2014

Jefferson Starship - Dragon Fly (1974)



Dragon Fly é um álbum de transição creditado a Grace Slick, Paul Kantner e o Jefferson Starship, lançado em 1974. Slick e Kantner estavam gravando mesmo com o dissolvimento do Jefferson Airplane. Outro membro oficial era David Freiberg, e músicos da formação ainda incluiam o baterista John Barbata, o violinista Papa John Creach (que já havia tocado com o Hot Tuna), Pete Sears, o guitarrista Craig Chaquico e Marty Balin, que se juntou à banda durante as gravações. A única contribuição de Balin nessa fase foi na balada "Caroline".

(wikipedia)

Faixas

"Ride the Tiger" (Paul Kantner / Grace Slick / Byong Yu) — 5:11
"That’s for Sure" (Craig Chaquico / Jerry Gallup) — 4:58
"Be Young You" (Grace Slick) — 3:49
"Caroline" (Marty Balin / Paul Kantner) — 7:29
"Devil’s Den" (Papa John Creach / Grace Slick) — 4:03
"Come to Life" (David Freiberg / Robert Hunter / Steven Schuster) — 3:46
"All Fly Away" (Tom Pacheco) — 5:25
"Hyperdrive" (Pete Sears / Grace Slick) — 7:44


Disco em excelente estado. Capa em muito bom estado.
Edição Brasileira Original 1974.
Saindo por R$ 25,00


quinta-feira, 27 de março de 2014

Traffic - John Barleycorn Must Die (1970)



"Após o fim do Blind Faith, Steve Winwood inicia a gravação de seu primeiro álbum solo, para tanto, convida seus antigos companheiros do Traffic, o entrosamento é tão grande que eles resolvem retomar a banda. Mesmo sem a presença do guitarrista Dave Mason, eu arrisco a dizer que este é o melhor álbum produzido pelo Traffic."

(http://acasaderoderick.blogspot.com.br/2009_01_01_ archive.html)

Steve Winwood - guitarra, orgão, piano, percussão, vocais
Chris Wood - flauta, orgão, saxofone, percussão
Jim Capaldi - bateria, percussão, vocais

1. Glad (6:59)
2. Freedom Rider (5:30)
3. Empty Pages (4:34)
4. Stranger to Himself (3:57)
5. John Barleycorn (6:27)
6. Every Mothers Son (7:08) 

Disco em ótimo estado. Capa (dupla) em bom estado (um pouco envelhecida e com manchas de "antiguidade"... rs - sem rasgos).
Edição Brasileira de 1972.
Saindo por R$ 35,00


domingo, 16 de março de 2014

Mott The Hoople - Greatest Hits (76)



"Mott the Hoople/Greatest Hits suffers a bit because this band, whose "Tales of the Near Great" stories made them sentimental favorites, produced only two albums of real worth after they moved from Atlantic to Columbia. One sees the breakdown of the group following the departure of guitarist Mick Ralphs in the terribly ill-fitting and annoying lead guitar work of Ariel Bender. Still, such gems as "All the Way from Memphis," along with a different take of "Roll Away the Stone" and two previously unheard cuts, "Foxy Foxy" and "Saturday Gigs," give this absorbing group a belated last testament.

- Billy Altman, Rolling Stone, 1-13-77.

Now reorganized with new key personnel, Mott recalls its most successful period with writer/singer Ian Hunter on this collection. With David Bowie's song and production on "All The Young Dudes," the group came to stand for glitter rock. But its sound only took on glitter after mastering the elements of basic rock excitement. Best cuts: "All The Young Dudes," "All The Way From Memphis," "Roll Away The Stone.

- Billboard, 1976.

Hits my ass. Never heard "Foxy Foxy" on the radio, and never want to. But the other new one, "Saturday Gigs," recapitulates quite movingly a banal theme this collection fleshes out with real wallop: a band and its fans. Four songs is too much overlap with 1973's Mott, but this is the essence of Mott the Hoople as a group, which always needed Ian Hunter and always did more than back him up. 

- Robert Christgau, Christgau's Record Guide, 1981.

Mott is a bit of an anomaly. They began their existence as a hard rock band, but with the addition of Ian Hunter as lead singer and principal writer, they took on a Dylanesque coloration. However, it was their affiliation with David Bowie during his early-Seventies glitter period that provided them with "All the Young Dudes," a song that catapulted them to brief fame. Consummate borrowers from their better- and lesser-known rock brethren, Mott melded disparate elements into a dynamic, often humorous, sound that combined the bombast of early heavy metal with Seventies glitter, and just about everything else you or they could think of. In retrospect, Mott was a more potent band than originally perceived. Greatest Hits is a reasonable sampler, but is inferior to both All the Young Dudes and Mott. As an overview, thirty-eight minutes isn't long enough; too much quality material is omitted, such as "Ready For Love," "Sea Diver," and "Sweet Jane." What remains is generally first-rate, it's just too bad that Columbia didn't take advantage of the other half of the CD's capacity and provide a disc that is a fairer sample of this fun band's erratic but rocking career. Given the diversity of original material, the compact disc's sound is remarkably consistent and generally acceptable. However, it does suffer from compression, some mudiness, and rather closed imaging. 

- Bill Shapiro, Rock & Roll Review: A Guide to Good Rock on CD, 1991.

(http://www.superseventies.com/motthoople.html)

Disco e capa em ótimo estado.
Edição Original 1976.
Importado USA.
Saindo por R$ 45,00


sábado, 26 de outubro de 2013

Traffic - Shoot Out at the Fantasy Factory (73)



"Depois de um ano meio morno principalmente por causa dos problemas de saúde do líder Steve Winwood, o Traffic voltou aos estúdios para um novo álbum e, em 1973, lançou o que seria o melhor disco feito pela banda. Inspirado fortemente no predecessor The Low Spark of High Heeled Boys, a começar pela capa semelhante, o Traffic evoluiu na qualidade das composições. Houve também mudanças de formação, acrescentando a cozinha do famoso Muscle Shoals Studio em substituição a Jim Gordon e Rich Grech que deixaram a banda. 

A composição das faixas é dominada pela dupla Winwood e Capaldi, que compuseram todas as faixas juntos, exceto pela excelente instrumental Tragic Magic, composta por Chris Wood, com excelente solos de guitarra e saxofone. Já as demais músicas são bastante ao estilo de Winwood, começando com a pesada Shoot Out at the Fantasy Factory, contando com um riff de guitarra bem pesado, combinado com o ritmo funkeado provido pela percussão. 

A canção seguinte é uma obra-prima na carreira do Traffic: Roll Right Stones, uma canção espiritual inspirada em um monumento neolítico britânico, aos moldes do famoso Stonehenge, com arranjos perfeitos e uma melodia vocal impecável por parte de Steve Winwood. Essa é uma música que se você escutar com atenção, vai ver como diversos elementos são encaixados na base principal de forma brilhante, criando uma obra-prima. 

As outras músicas são duas músicas melancólicas. Evening Blue tem excelente vocais por Winwood e um belo arranjo instrumental, baseado no violão, perfeitamente integrado com o baixo e percussão, com a adição de excelentes toques de orgão, saxofone e guitarras. Já (Sometimes I Feel So) Uninspired vai de encontro com o título, contendo um excelente arranjo de piano e orgão, bons solos de guitarra e uma percussão bem integrada com o ritmo da música. Winwood consegue transmitir o clima da música através da sua voz.

1973 foi mesmo um ano muito bom para o Traffic, com essa obra prima e o excelente álbum duplo ao-vivo On the Road, com uma versão matadora de 20 minutos para Glad/Freedom Rider, do também clássico John Barleycorn Must Die que vai ganhar uma resenha em breve no nosso blog. E Shoot Out at the Fantasy Factory, na minha opinião, coroou a carreira dessa excelente banda."

(http://classicrockarchives.blogspot.com.br/2009/04/traffic-shoot-out-at-fantasy-factory.html)

Faixas:

1- Shoot Out at the Fantasy Factory (Winwood / Capaldi) 6:05
2- Roll Right Stones (Winwood / Capaldi) 13:40
3- Evening Blue (Winwood / Capaldi) 5:19
4- Tragic Magic (Wood) 6:43
5- (Sometimes I Feel So) Uninspired (Winwood / Capaldi) 7:31

- Steve Winwood - vocais, guitarra, piano, órgão
- Chris Wood - saxofone, flauta
- Jim Capaldi - percussão, violão, vocais
- David Hood - baixo
- Roger Hawkins - bateria
- Reebop Kwaku Baah - congas, percussão
+ Barry Beckett - teclados
+ Jimmy Johnson - guitarra 


Disco (com algum chiado em alguns momentos - sem riscos) e capa (com um pouco de desgaste - vide foto) em muito bom estado.
Edição Brasileira de 1986.
Saindo por R$ 25,00


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

West, Bruce & Laing - Why Dontcha (72)



"No rock n´roll já tivemos nossos times dos sonhos. No final dos anos 60, os YARDBIRDS tiveram, em momentos distintos três dos melhores guitarristas do planeta em suas fileiras; o combo de JIMI HENDRIX botou fogo no planeta, e o CREAM começou a transição do rock lisérgico para o heavy metal. Nessa primeira divisão, podemos incluir o WEST, BRUCE & LAING.

Formado em 1972 sobre os escombros do MOUNTAIN e do CREAM, a banda contava com o “ala” LESLIE WEST na guitarra, o “pivô” JACK BRUCE no baixo e o “armador” CORKY LAING na batera. A brincadeira aí faz sentido - ao invés de colocarem seus egos acima das cabeças, o trio jogou (musicalmente) como um verdadeiro time, antecipando os “supergrupos” (ô termozinho barato!) que viriam na sequência.

A grande façanha do trio foi ter produzido uma terceira alternativa- não se percebe aqui a tentativa de parecer com as duas bandas anteriores. Apesar do pouco tempo de duração nos anos 70 (de 1972 a 1974), além de um disco ao vivo (“Live n´Kicking”), o trio produziu dois álbuns que, se não primavam pela originalidade, eram bons até o osso:
“Whatever Turns You On” (1973) e “Why Dontcha” (1972).

Produzido por Andy Johns (Humble Pie, Free, Rolling Stones), “Why Dontcha” é uma amostra de como era fácil ser iniciado no rock n´roll nesses tempos. A faixa título é um petardo, um cruzamento de peso e virtuosismo sem par. Se “While you sleep” fez para com “Loving cup” dos Stones como uma das baladas mais legais daquele ano, “Pleasure” mostra o cruzamento da “putaria” de JERRY LEE LEWIS com a guitarra malandra de LESLIE WEST.

“The Doctor” seria o resultado da colocação de JOHNNY WINTER como guitarrista do CREEDENCE - um baita som! “Turn me over”, assim como “Love is worth the blues” são aqueles bluesões típicos e sem muita novidade, mas feitos com muito tesão, em clima de jam session. A “creamniana” “Pollution Woman” fecha o álbum com alta categoria.

É a invenção da roda? Não. Mas em tempos de “bandecas” que acham que sabem tocar alguma coisa, é um alento."

(Fonte: Resenha - Why Dontcha - West, Bruce & Laing http://whiplash.net/materias/cds/157039-westbruceandlaing.html#ixzz2hFGmZzCK)

Track list:

"Why Dontcha"
"Out Into the Fields
"The Doctor"
"Turn Me Over"
"Third Degree"
"Shake Ma Thing
"While You Sleep"
"Pleasure"
"Pollution Woman"


Disco e capa (com leves desgastes) em ótimo estado.
Importado USA.
Edição Original de 1972.
Saindo por R$ 60,00


sexta-feira, 12 de abril de 2013

Rock 70



coletânea de divulgação das "bandas da casa" da A&M Records, lançada em 1975, com Supertramp, Strawbs, Peter Frampton, Henry Gross, Esperanto, Hudson-Ford, Head East e Armageddon.

Disco em ótimo estado... capa em bom estado.
Saindo por R$ 20,00