sexta-feira, 11 de outubro de 2013

The Beatles: 1967–1970



Também conhecido como o "álbum azul", é uma coletânea dos Beatles, lançada em 1973, reunindo músicas gravadas entre 1967 e 1970.


Lado 1:

"Strawberry Fields Forever" – 4:10
"Penny Lane" – 3:03
"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" – 2:02
"With a Little Help from My Friends" – 2:44
"Lucy in the Sky with Diamonds" – 3:28
"A Day in the Life" – 5:06
"All You Need Is Love" – 3:48

Lado 2:

"I Am the Walrus" – 4:37
"Hello, Goodbye" – 3:31
"The Fool on the Hill" – 3:00
"Magical Mystery Tour" – 2:51
"Lady Madonna" – 2:17
"Hey Jude" – 7:08
"Revolution" – 3:21

Lado 3:

"Back in the U.S.S.R." – 2:45
"While My Guitar Gently Weeps" (Harrison) – 4:45
"Ob-La-Di, Ob-La-Da" – 3:05
"Get Back" – 3:14
"Don't Let Me Down" – 3:33
"The Ballad of John and Yoko" – 2:59
"Old Brown Shoe" (Harrison) – 3:18

Lado 4:

"Here Comes the Sun" (Harrison) – 3:05
"Come Together" – 4:20
"Something" (Harrison) – 3:03
"Octopus's Garden" (Starkey) – 2:51
"Let It Be" – 3:52
"Across the Universe" – 3:48
"The Long and Winding Road" – 3:38


Disco e capa em excelente estado.
Edição de 1985.
Saindo por R$ 70

The Beatles: 1962-1966



Também conhecido como o "álbum vermelho", é uma coletânea dos Beatles, lançada em 1973, reunindo 26 músicas gravadas entre 1962 e 1966.

Disco 1:

"Love Me Do"
"Please Please Me"
"From Me To You"
"She Loves You"
"I Want To Hold Your Hand"
"All My Loving"
"Can't Buy Me Love"
"A Hard Day's Night"
"And I Love Her"
"Eight Days a Week"
"I Feel Fine"
"Ticket To Ride"
"Yesterday"

Disco 2:

"Help!"
"You've Got to Hide Your Love Away"
"We Can Work It Out"
"Day Tripper"
"Drive My Car"
"Norwegian Wood"
"Nowhere Man"
"Michelle"
"In My Life"
"Girl"
"Paperback Writer"
"Eleanor Rigby"
"Yellow Submarine"


Disco e capa em excelente estado.
Edição de 1985.
Saindo por R$ 70

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Pink Floyd - Obscured by Clouds (72)



"Outra trilha sonora de um filme de Barbet Schroeder – chamado La Ville – é um álbum mais tradicional, mas tem momentos excelentes. É também um dos menos conhecidos da discografia da banda, apesar de ser o primeiro hit nos EUA. Destaques: The gold is in the…, Wot’s… up the deal, Childhood’s end."

(http://hqrock.wordpress.com/2011/05/29/pink-floyd-discografia-comentada/)

Lado A
"Obscured by Clouds" (David Gilmour, Roger Waters) – 3:03
"When You're In" (Gilmour, Mason, Waters, Wright) – 2:30
"Burning Bridges" (Wright, Waters) – 3:29
"The Gold It's in the..." (Gilmour, Waters) – 3:07
"Wot's... Uh The Deal" (Gilmour, Waters) – 5:08
"Mudmen" (Gilmour, Wright) – 4:20

Lado B
"Childhood's End" (Gilmour) – 4:31
"Free Four" (Waters) – 4:15
"Stay" (Wright, Waters) – 4:05
"Absolutely Curtains" (Gilmour, Mason, Waters, Wright) – 5:52


Disco em ótimo estado. Capa em bom estado, a não ser por rasura na entrada do disco (vide foto).
Edição Brasileira Original  de 1972 (som ótimo).
Saindo por R$ 40,00


Elis Regina - Transversal do Tempo (78)



É o sexto álbum ao vivo da cantora Elis Regina, lançado em 1978 pela gravadora Phonogram, gravado ao vivo no Teatro Ginástico, Rio de Janeiro – RJ, entre os dias 6 e 9 de abril de 1978, diretamente da mesa operada por Rogério Costa.


1. "Fascinação (Fascination)"
2. "Sinal Fechado"  
3. "Deus Lhe Pague"  
4. "O Rancho da Goiabada" / "Construção"  
5. "Saudosa Maloca"  
6. "Boto"  
7. "Cão Sem Dono"  
8. "Meio Termo" / "Corpos"
9. "Querellas do Brasil"  
10. "Cartomante"

Músicos:

César Camargo Mariano — teclado e arranjos
Natan Marques — guitarras, violão, viola
Crispim dei Cistia — guitarras e teclado
Fernando Sizão — baixo elétrico e acústico
Dudu Portes — bateria e percussão

Disco (com algum chiado ocasional) e capa em ótimo estado.
Edição Original de 1978.
Saindo por R$ 20,00

Elvis Presley - Guitar Man (81) ... Nashville Sessions, 1980



"In 1980 Elvis' long-time producer and friend, Felton Jarvis went back into the studio with a bunch of Elvis vocal tracks to produce a 'new' Elvis album. No one else would have had better insight into what kind of music Elvis might have recorded had he been alive in 1980.

The end result was the 'Guitar Man' album released early in 1981.
The album was a moderate success reaching number 49 on the album chart and number 6 on the country album chart in the US. (In Australia the album made #39) The single 'Guitar Man' did better, reaching 28 on the Pop Chart, 16 on the Adult Contemporary Chart, and number 1 on the Country Chart in the US (this turned out to be Elvis' last appearance in the US Top 40 and his last US number 1 single until 2002 when the 'A Little Less Conversation' remix topped the US singles sales chart).

The album and the song were also modest hits in the UK. 'Loving Arms' was released as the second single from the album and was a Top Ten Country hit. Unfortunately Jarvis died just before the album was released and did not see the fruits of his labor.

RCA asked Waylon Jennings to sing along on his finished track. I couldn't handle that. 'Call Elvis', I told them. 'If it's okay with Elvis, it's okay with me'. The Too Much Monkey Business collection released by Follow That Dream Records, includes 10 other Jarvis remixes that were not included on the 'Guitar Man' album. It is possible that Jarvis had planned to use them on a second album of remixes. While the remixes are pretty good and most have more punch to them, in general I prefer the originals. It takes a few listens to get used to the differences.

Some of the songs sound like they just wanted to make them sound different and not necessarily better. One of the exceptions is 'Guitar Man'; the remix sounds much better than the original too me. It features the song's composer, Jerry Reed on guitar. He played guitar on the original too, only this time he plays an electric guitar instead of acoustic and it sounds great. 'Burning Love' rocks (but so did the original) and I also really like 'I'll Hold You In My Heart', 'Too Much Monkey Business' and 'Clean Up Your Own Backyard'."

(http://www.elvispresleymusic.com.au/elvis_presley_1980_recording_sessions.html#sthash.nCHxHzCO.dpbs)


Disco em ótimo estado. Capa em muito bom estado, com 2 rasuras na frente e desgaste no formato do disco (vide foto).
Edição Brasileira Original de 1981.
Saindo por R$ 30,00

The Doors - The Best Of The Doors (86)




Faixas:
A1 Break On Through (To The Other Side) 
A2 Light My Fire
A3 The Crystal Ship
A4 People Are Strange
A5 Strange Days
A6 Love Me Two Times

B1 Five To One
B2 Waiting For The Sun
B3 Spanish Caravan
B4 When The Musics Over

C1 Hello, I Love You
C2 Roadhouse Blues
C3 L.A. Woman
C4 Riders On The Storm

D1 Touch Me
D2 Love Her Madly
D3 The Unknown Soldier
D4 The End


Disco (com alguns sinais de uso - sem interferência no som) e capa em excelente estado. Disco Duplo. Capa Dupla.
Edição Brasileira de 1986. Selo Elektra.
Saindo por R$ 80,00




quarta-feira, 9 de outubro de 2013

West, Bruce & Laing - Why Dontcha (72)



"No rock n´roll já tivemos nossos times dos sonhos. No final dos anos 60, os YARDBIRDS tiveram, em momentos distintos três dos melhores guitarristas do planeta em suas fileiras; o combo de JIMI HENDRIX botou fogo no planeta, e o CREAM começou a transição do rock lisérgico para o heavy metal. Nessa primeira divisão, podemos incluir o WEST, BRUCE & LAING.

Formado em 1972 sobre os escombros do MOUNTAIN e do CREAM, a banda contava com o “ala” LESLIE WEST na guitarra, o “pivô” JACK BRUCE no baixo e o “armador” CORKY LAING na batera. A brincadeira aí faz sentido - ao invés de colocarem seus egos acima das cabeças, o trio jogou (musicalmente) como um verdadeiro time, antecipando os “supergrupos” (ô termozinho barato!) que viriam na sequência.

A grande façanha do trio foi ter produzido uma terceira alternativa- não se percebe aqui a tentativa de parecer com as duas bandas anteriores. Apesar do pouco tempo de duração nos anos 70 (de 1972 a 1974), além de um disco ao vivo (“Live n´Kicking”), o trio produziu dois álbuns que, se não primavam pela originalidade, eram bons até o osso:
“Whatever Turns You On” (1973) e “Why Dontcha” (1972).

Produzido por Andy Johns (Humble Pie, Free, Rolling Stones), “Why Dontcha” é uma amostra de como era fácil ser iniciado no rock n´roll nesses tempos. A faixa título é um petardo, um cruzamento de peso e virtuosismo sem par. Se “While you sleep” fez para com “Loving cup” dos Stones como uma das baladas mais legais daquele ano, “Pleasure” mostra o cruzamento da “putaria” de JERRY LEE LEWIS com a guitarra malandra de LESLIE WEST.

“The Doctor” seria o resultado da colocação de JOHNNY WINTER como guitarrista do CREEDENCE - um baita som! “Turn me over”, assim como “Love is worth the blues” são aqueles bluesões típicos e sem muita novidade, mas feitos com muito tesão, em clima de jam session. A “creamniana” “Pollution Woman” fecha o álbum com alta categoria.

É a invenção da roda? Não. Mas em tempos de “bandecas” que acham que sabem tocar alguma coisa, é um alento."

(Fonte: Resenha - Why Dontcha - West, Bruce & Laing http://whiplash.net/materias/cds/157039-westbruceandlaing.html#ixzz2hFGmZzCK)

Track list:

"Why Dontcha"
"Out Into the Fields
"The Doctor"
"Turn Me Over"
"Third Degree"
"Shake Ma Thing
"While You Sleep"
"Pleasure"
"Pollution Woman"


Disco e capa (com leves desgastes) em ótimo estado.
Importado USA.
Edição Original de 1972.
Saindo por R$ 60,00


Arrigo Barnabé - Suspeito (87)



"Vamos com o Arrigo Barnabé em seu álbum de 1987, lançado pelo selo 3M. "Suspeito"é um álbum suspeitamente romântico. Uma fase em que o artista devia estar vivendo altas paixões em sua vida. Ou seriam os seus parceiros? Eu imagino que em parcerias o Arrigo se dedica mais à música do que a letra. Mesmo assim, fica clara a sua intenção de fazer um disco em que o foco é o amor, as relações amorosas e coisa e tal... Pessoalmente, eu gosto tanto das músicas, quanto das letras. Porém esse uso de teclados sintentizados, muito comum nos anos 80, mata qualquer música. Já falei disso outras vezes. O jeitão da música nos anos 80 nunca me convenceu, só na época mesmo. Mas independente do meu gosto pessoal, o trabalho tem muita qualidade, como cabe a um artista do calibre do Arrigo. Quando se faz um disco como "Clara Crocodilo", qualquer outro que não estiver no mesmo nível pode parecer suspeito." (rs)

(http://toque-music-all.blogspot.com.br/2013/09/arrigo-barnabe-suspeito-1987.html)


01.: Êxtase
02.: Amor Perverso
03.: Suspeito
04.: A Serpente
05.: Mr. Walker e a Garota Fantasma
06.: Uga Uga
07.: Diabo no Corpo
08.: Dedo de Deus
09.: So Cool
10.: Já Deu pra Sentir
11.: Tchau Trouxa


Disco e capa (com alguns desgastes) em ótimo estado.
Edição Original de 1987.
Saindo por R$ 20

Renato Teixeira - Azul (84)



"Renato Teixeira conclui: sua música não é triste...

:: “Minha música é otimista”, dizia ele, ao lançar seu disco Azul.
Renato Teixeira ouviu seu novo disco e chegou à conclusão de que sua música, afinal, não é triste.

É um rótulo que muitas pessoas usam, quando se referem à música de Renato Teixeira: triste. Ou fossenta, ou pra baixo.

- Minha música não é triste – diz Renato Teixeira. – Eu sempre tive um grilo com isso de as pessoas dizerem essas coisas. Eu não me acho um cara triste. Eu sou mais pelo lado da emoção, é verdade. Mas pra baixo eu não sou. Eu não sou pessimista. Minha música é otimista.

(E é a pura verdade, isso – como se mostrará neste texto. A música de Renato Teixeira é profundamente otimista.)

Mas ele próprio reconhece:

- E, no entanto, ela soa triste, né? Neste disco, não. O Tavito pegou o lado alegre da minha música. Então, ficou pra cima, sem ficar forçado.

O novo disco chama-se Azul, e está sendo distribuído hoje (26 de março de 1984) às lojas. É o oitavo LP de Renato Teixeira lançado comercialmente, em 16 anos de carreira, e o primeiro pela sua nova gravadora, o Estúdio Eldorado. São dez canções inéditas, todas do próprio compositor e cantor. O diretor de produção e autor de arranjos e regências é Tavito, mineiro de Belo Horizonte, ex-Som Imaginário (ao lado de Wagner Tiso, Robertinho Silva e Luiz Alves), três discos solo já lançados, o quarto em breve nas lojas. Renato e ele são velhos amigos, e inclusive, já trabalhavam juntos em publicidade (desde o início da década de 70 Renato Teixeira trabalha com publicidade, na criação e produção de jingles).

Renato conta que entregou as dez músicas que comporiam o disco nas mãos de Tavito. É dele, segundo Renato, toda a concepção do LP: “Eu praticamente só acompanhei a gravação. Não falei nada, não interferi. Até no jeito de eu cantar ele dirigiu. E foi bom, porque, depois do disco pronto, eu acabei descobrindo uma série de coisas muito bonitas no trabalho. E, inclusive, esse lado alegre, pra cima, que ficou nas músicas”.

Satisfação

Ele se mostra absolutamente satisfeito com o resultado final do trabalho. Fala com entusiasmo dos arranjos, dos instrumentistas (Djalma Monteiro, teclados; Fernando Carvalho, guitarra; Marcelo Castilho, bateria; João Mourão, baixo; Papete, percussão). E sente que, especialmente nas letras, sua criação está mais madura – resultado, em parte, de uma certa mudança que ele deu nos rumos de sua vida, a partir de 1982. Naquele ano, foi lançado seu sétimo disco distribuído comercialmente, Um brasileiro errante, o quinto – e último – pela RCA. Terminado o contrato com a gravadora, preferiu não renovar. Não houve briga ou rompimento: “O que houve foi uma diferença de estilo, de filosofia. A RCA é uma gravadora grande, que tem uma filosofia de trabalho que não é muito favorável a um artista que está no meu caso. É uma empresa mais preparada para outro tipo de coisa, mais…” – e Renato condescende em usar a palavra “comercial”.

E ele resolveu dar uma certa parada. Diminuiu o ritmo de seu envolvimento com a publicidade; antes, tinha uma produtora e tratava de todas as fases do negócio. Hoje, não tem mais escritório – continua criando jingles, mas apenas como free-lancer, sem um envolvimento tão grande. E passou a investir mais no seu trabalho de composição. Foi aí que se sentiu mais maduro, mais equilibrado.

A extensão disso foi sua chegada ao Eldorado. O estúdio não era estranho a ele: havia trabalhado lá muito tempo fazendo suas produções para a publicidade. E conhecia o hoje coordenador artístico do Estúdio Eldorado, Aluízio Falcão, praticamente desde o início de sua carreira, ainda nos anos 60. (Em 1969 e 1971, Renato Teixeira gravou seus dois primeiros discos – os dois não foram lançados comercialmente – para a Marcus Pereira Publicidade, que depois se transformaria na Discos Marcus Pereira, onde Aluízio Falcão então trabalhava.)

- O Eldorado é um estúdio diferente das grandes gravadoras. O pessoal já fala a mesma linguagem da gente, é outra transa. É um tratamento quase que personalizado para o artista, e no meu caso acho isso fundamental.

As gravações duraram todo o mês de janeiro. No disco, Renato colocou duas músicas que havia composto em 1969, mas jamais havia gravado (“Moreno Cigano” e “Azul”), e oito músicas bem recentes. Acha que as duas antigas encaixaram-se perfeitamente dentro do espírito e do clima das novas.

Gosta de todas. Reconhece que “Beleza” e “Tenho medo” são as mais facilmente assimiláveis pelo gosto dos programadores e dos ouvintes de rádio. Comenta que “Caetano está na cidade” é uma exceção dentro da sua produção: em 99% dos casos, diz, faz uma canção, letra e música, rapidamente, em 15, 20 minutos, de uma vez só, dedilhando o violão em qualquer lugar onde estiver, mesmo se for em meio a barulho, gente, fumaça, movimento; no caso desta “Caetano está na cidade”, ele primeiro fez a música, depois substituiu versos, elaborou, mexeu – levou dois meses para terminá-la. Tavito fez para essa música um arranjo que Renato chama de “meio Nino Rota” (o autor da trilha sonora da maioria dos filmes de Federico Fellini) – e “é isso mesmo, tem uma ligação com Fellini, um universo meio tropicalista”, já que a música é “uma homenagem, uma declaração de amor a Caetano Veloso, em que o autor procurou transmitir o universo de Caetano, o seu espírito provocante e provocador, o seu jeito alegre, divertido, meio irônico, meio cínico, de criar debate, polêmica, alvoroço. A letra fala da “nave humana que é mais luminosa” que acaba de chegar a uma cidade, atraindo o alvoroço de “mil tietes que vão beijar a sua boca”, que depois “irá cantar canções iluminadas”.

Renato demonstra também muito carinho por “Tear” – que ele define como uma proposta de entregar o poder aos pensadores e aos poetas, “gente que raramente esteve no poder”. (Ao contrário, nota Renato: quem geralmente está no poder é o oposto dos pensadores e dos poetas, “são as pessoas muito pouco pensadoras e que não têm nada de poetas”.) Assim como demonstra gostar especialmente de “Jacy” – uma bela, emocionante canção que leva o nome de sua mãe – e de “Boi Lua” – que considera a melhor letra que fez na vida. “Boi lua”, aliás, é a única música inteiramente acústica, sem qualquer instrumento eletrônico ou elétrico do LP, e a mais próxima, entre todas as músicas do novo disco, do universo caipira que esteve tão presente ao longo da carreira de Renato Teixeira."

(Publicado no Jornal da Tarde, 26/3/1984. Texto de Sérgio Vaz, in: http://50anosdetextos.com.br/1984/renato-teixeira-conclui-sua-musica-nao-e-triste/)


Disco e capa em ótimo estado, com encarte.
Edição Original de 1984.
Saindo por R$ 15,00

Egberto Gismonti - Alma (86)



Em Alma, Egberto Gismonti faz uma releitura de suas músicas mais conhecidas, fantástico como sempre.

1. Baião Malandro
2. Palhaço
3. Loro
4. Maracatu
5. Karatê
6. Frevo
7. Água & Vinho
8. Infância
9. Cigana


Disco e capa em ótimo estado, com encarte.
Edição Original de 1986.
Saindo por R$ 25,00