terça-feira, 13 de agosto de 2013

The Hollies - Words and Music by Bob Dylan (69)



Gravado após a saída de Graham Nash - que se juntaria a David Crosby e Stephen Stills em 1968 -, são regravações do mestre Bob Dylan...

Faixas:

Side 1
"When the Ship Comes In" — 2:40
"I'll Be Your Baby Tonight" — 3:24
"I Want You" — 2:09
"This Wheel's on Fire" — 2:52
"I Shall Be Released" — 3:20
"Blowin' in the Wind" — 4:06

Side 2
"Quit Your Low Down Ways" — 2:40
"Just Like a Woman" — 3:57
"The Times They Are a-Changin'" — 3:15
"All I Really Want to Do" — 2:19
"My Back Pages" — 2:55
"Mighty Quinn" — 2:24


Disco em ótimo estado (com rabisco no selo).
Capa em bom estado, mas "zoada" (rabiscos e rasura).
Importado USA; Original 1969.
Saindo por R$ 20,00

Blondie - The Best of (1977-1981)



"Mais que um dos pioneiros da cena punk nova-iorquina, o Blondie poderia ser lembrado como o grupo "da" Blondie, aquela loira - falsa - que construiu um mito maior que muitas das originais: Debbie Harry. Seria injusto não ressaltar o trabalho de seu companheiro, guitarrista e diretor musical do sexteto, Chris Stein, bem como o do tecladista Jimmy Destri e do baterista Clem Burke, mas a coisa sempre girou em torno do carisma de Debbie.

Nascida Deborah Ann em Miami, de pais desconhecidos, ela foi adotada pelo casal Harry e cresceu em Nova Jersey. Em 1966, aos 21 anos, estrearia com a banda Tri Angels e um ano depois teve a confirmação espiritual definitiva de sua tendência para o palco ao assistir a expiação musical de Janis Joplin no teatro Anderson, de Nova York. Chegou a gravar um álbum em 1968, com o grupo de folk rock Wind in the Willows, mas precisou diversificar suas atividades - foi garçonete do Max's Kansas City e coelhinha da revista Playboy, entre outras coisas - para garantir a sobrevivência.

Em agosto de 1974 ela debutaria à frente do Blondie - formado por ex-membros do grupo The Stilettos, incluindo Stein, o baterista Billy O'Connor e o futuro baixista do Television, Fred Smith - no emergente clube CBGB, tendo como suporte os promissores Ramones. Depois de uma rápida passagem de Ivan Kral (depois do Patti Smith Group) pela segunda guitarra, o grupo fixou-se com o baixista Gary Valentine no lugar de Smith, com Burke substituindo a O'Connor na bateria e com a adição de Destri nos teclados. Depois do álbum de estréia, Valentine saiu. Frank Infante assumiu seu posto e depois passou para a guitarra base, com a entrada do baixista inglês Nigel Harrison. Foi com essa formação que o Blondie decolou.

Injetando a energia do punk em canções nitidamente pop, a banda foi uma das propulsoras da new wave e com seus cinco primeiros álbuns (lançados entre 1976 e 1980) levou uma legião de fanáticos a delirarem planeta afora - com o fato curioso de terem estourado na Austrália antes do que em sua terra natal. Com isso, emplacaram inúmeros hits nas paradas, entre eles quatro primeiros lugares nos EUA e cinco na Inglaterra.

Por isso, esta coletânea de singles lançada em 1981, pouco antes do último suspiro da banda (o decepcionante álbum The Hunter), é essencial. Ela traz quatorze preciosidades (dezesseis na edição britânica) que revelam um grupo versátil em instantâneos multifacetados, capazes de encantar pela precisão e simplicidade dos arranjos e pelas letras viciantes.

Há "Heart Glass" (uma das três remixadas especialmente para esta compilação pelo produtor Mike Chapman), uma disco clássica indiscutível que tirou o sono até do mais radical roqueiro, quando este se pegou dançando na frente do espelho. A gema pop "Dreaming" é o outro destaque, com Debbie lembrando sensualmente na letra que o "sonhar é livre". Com "Rapture", o Blondie chutou as portas da cultura de rua americana, ao ser o primeiro grupo branco a introduzir vocais de rap em uma canção, enquanto "Atomic" pode ser interpretada de mil maneiras. Mas basta ouvir Debbie cantando "your hair is beautiful" para se descobrir a melhor delas. Sem contar "In the Flesh", a cover reggae "The Tide is High" (John Holt), "Call Me" (produzida por Giorgio Moroder) e "One Way or Another" (substituída na versão inglesa por "Denis", "Picture This" e "Union City Blues"), entre outras.

Apesar de ter prosseguido em carreira solo, Debbie teve os anos mais marcantes de sua trajetória com o Blondie. Precursor da mescla punk/pop, da new wave e mesmo da importância da estreia do videoclip, o grupo explorou esses domínios como maníacos apaixonados. O resultado foram canções para serem ouvidas a qualquer hora e lugar. Bálsamo para os tímpanos, o coração e a libido."

(Seção "Discoteca Básica" - Fábio Massari, Bizz#086, setembro de 1992)

Faixas:
A1. Heart of Glass - 4:34
A2. Denis - 2:17
A3. The Tide Is High - 4:39
A4. In the Flesh - 2:31
A5. Sunday Girl - 3:04
A6. Dreaming - 3:06
A7. Hanging on the Telephone - 2:22

B1. Rapture - 5:35
B2. Picture This - 2:57
B3. Union City Blue - 3:22
B4. (I'm Always Touched by Your) Presence Dear - 2:42
B5. Call Me [Theme from American Gigolo] - 3:32
B6. Atomic - 4:40
B7. Rip Her to Shreds - 3:21


Disco e capa em excelente estado, impecável.
Edição Brasileira de 1982.
Saindo por R$ 30,00

Iron Maiden - Maiden Japan (live 1981)



"Maiden Japan é um EP ao vivo da banda Iron Maiden lançado em agosto de 1981. O título é um trocadilho com o álbum ao vivo do Deep Purple, Made In Japan, também gravado no Japão. Este EP marca a primeira ida da donzela ao oriente (Japão). Trata-se da gravação de uma parte de um dos shows. Último registro oficial com Paul Di'Anno, que deixou a banda debaixo de gritos de protestos dos fãs.

Com o advento do CD, o LP virou item de colecionador e chegou a virar bônus de uma das muitas reedições do disco Killers, mas sempre com poucas músicas.

A capa original, da qual somente cerca de 25.000 exemplares foram produzidos (na Venezuela), mostravam a mascote da banda, Eddie, segurando a cabeça decapitada de Di'Anno. Uma capa substituta foi feita de última hora, depois que o empresário da banda, Rod Smallwood vetou a anterior ao saber que a banda tencionava substitui-lo."

(Fonte: Iron Maiden: curiosidades sobre o "Maiden Japan"http://whiplash.net/materias/curiosidades/174405-ironmaiden.html#ixzz2btDmRm8P)


Disco e capa em excelente estado.
Edição Brasileira de 1985.
Saindo por R$ 40,00




Iron Maiden - The Number of the Beast (82)



"O Iron Maiden já era o consagrado pioneiro do heavy metal inglês quando lançou Killers em 1981. O disco foi recebido com entusiasmo, mas, depois que o comportamento autodestrutivo do cantor Paul Di´Anno fez com que fosse substituído por Bruce Dickinson (líder do Samson) em 1982, parecia provável que The Number of the Beast seria o último suspiro da banda.

Não foi o que aconteceu. O ritmo incansável de clássicos instantâneos como "Run to the Hills" e o escapismo escrachado da faixa-título - bem explorado pela voz estrondosa e teatral de Dickinson - fizeram com que o álbum fosse diretamente para o primeiro lugar nas paradas britânicas e aparecesse no top 40 nos Estados Unidos, deixando a banda próxima do estrelato mundial.

Era previsível que alguns fãs de carteirinha recusassem a entrada de Dickinson. Um deles escreveu para a revista britânica Melody Maker queixando-se de que aquilo era como ouvir as suas músicas favoritas sendo tocadas através de uma sirene. Os protestos se calaram rapidamente.

A verdadeira controvérsia veio quando ativistas cristãos nos EUA, já inflamados pelo extravagante hábito de Ozzy Osbourne de arrancar a cabeça de morcegos ao vivo, encheram a banda de críticas quanto ao satanismo. O fato de a música ter sido inspirada em pesadelos de Steve Harris e citar o Apocalipse Segundo São João de pouco serviu para aclamar a situação, e a capa inimitavelmente demoníaca de Derek Riggs não ajudou muito. Mas essa fama passageira logo seria eclipsada por uma série de turnês em todo o mundo. Talvez sem se dar conta, a banda tenha criado um dos melhores discos de heavy metal de todos os tempos."

(resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")

Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira Original de 1982.
Saindo por R$ 40,00




segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Bob Dylan - New Morning (70)



"A auto-sabotagem segue a todo vapor. Quatro meses após o fiasco de “Self Portrait”, Dylan retorna com um novo álbum. Perseguido pelos fãs e pela imprensa, Dylan pagava o preço da fama e do sucesso: cantor de protesto, voz da geração, etc. Para se livrar desse peso, a saída encontrada foi sujar o próprio nome. “Eu estava decidido a me posicionar além de tudo aquilo. Agora eu era um homem de família”.

Apesar disso, “New Morning” é melhor do que o próprio autor quer nos fazer crer: não é o melhor Dylan, mas o Dylan possível. “If Not For You”, gravada por George Harrison, é um hino ao amor doméstico. Sim, Bob já teve dias mais inspirados. Em “Time Pass Slowy” temos um Dylan reflexivo, quase um ermitão, numa melodia bem casada entre piano e guitarra.

No lado B, Dylan canta na faixa-título que está “so happy just to be alive”. “Sign On The Window” é o sonho acabou de Bob Dylan, obcecado com a idéia de ficar em casa curtindo a esposa Sara e seus filhos Jesse, Anna e Marie. Por falar em John Lennon, “One More Weekend” poderia estar num disco do ex-beatle. Esta música é a única em que Dylan sugere deixar a família de lado para satisfazer seu desejo sexual.

“The Man In Me”, regravada pelo Clash, é o melhor que ele poderia fazer nesse período – uma bela canção sobre o comportamento masculino numa relação: “The man in me will hide sometimes to keep from bein’ seen”. Um pouco mais de esforço e dedicação e seria uma obra-prima. Em outras palavras, um Dylan mediano em pleno 1970 é certeza de qualidade; um Dylan despojado digamos: clássico, obvious..."

(http://screamyell.com.br/site/2010/11/09/discografia-comentada-bob-dylan-parte-1/)

Faixas:

"If Not for You" – 2:39
"Day of the Locusts" – 3:57
"Time Passes Slowly" – 2:33
"Went to See the Gypsy" – 2:49
"Winterlude" – 2:21
"If Dogs Run Free" – 3:37
"New Morning" – 3:56
"Sign on the Window" – 3:39
"One More Weekend" – 3:09
"The Man in Me" – 3:07
"Three Angels" – 2:07
"Father of Night" – 1:27


Disco em ótimo estado, com algum ruído... sem riscos.
Capa em ótimo estado, exceto por uma rasura na parte esquerda, acima (vide foto).
Importado USA. Edição Original 1970. Relativamente Raro.
Saindo por R$ 60,00




Cat Stevens - Mona Bone Jakon (70)



"A cena é chocante, de um desespero incômodo. Um carro em velocidade corta a rodovia levando ao volante um jovem esmagado pela dor. Ele não consegue conter as lágrimas e enquanto segue o seu caminho sem destino, ouvimos como música de fundo a balada melancólica Trouble, um dos vários sucessos de Cat Stevens a embalar a trilha do filme Harold and Maude (Ensina-me a viver). O desfecho da cena é surpreendente, surreal, mas não menos lírico.

Um dos primeiros trabalhos do diretor Hal Ashby, rodado em 1971, o filme de humor bizarro protagonizado pela ótima Ruth Gordon não fez assim tanto sucesso, embora se tornasse Cult, com o passar dos anos. Mas ajudou a cristalizar de vez a carreira do bardo inglês Cat Stevens, que tinha canções dos dois primeiros discos de sua segunda fase na fita, os excelentes, Mona bone Jakon (1970) e Tea for the Tillerman.

Filho de pai grego-cipriota e mãe sueca, Stephen Demetre Georgiou ganhou fama internacional por meio da persona artística, Cat Stevens, mas hoje todos nós o conhecemos como Yusuf Islam, seu nome islâmico.

Voz metálica, letras reflexivas, as canções de Cat Stevens são carregadas de melancolia sincera, refletidas em Mona Bone Jakon. Essa tristeza crônica do álbum tinha uma razão de ser, já que o artista passava por um período difícil, após contrair tuberculose em 1969. De molho três meses no hospital King Edward VII, marcado pelo signo da melancolia e da morte, Cat Stevens escreveu várias canções, algumas delas usadas em Mona bone Jakon. Trouble é dessa safra. “Eu olhei nos seus olhos/E pude ver o disfarce da morte/Esperando por mim”, canta.

A simplicidade e beleza sincera da canção foram captadas em toda a sua plenitude numa versão crua do líder do Pearl Jam, Eddie Vedder, que costuma cantá-las em seu show. É o pulo do gato atravessando gerações."

(https://luciointhesky.wordpress.com/tag/mona-bone-jakon-e-tea-for-the-tillerman/)

Disco e capa em muito bom estado.
Edição Brasileira Original de 1970.
Saindo por R$ 15,00




quinta-feira, 8 de agosto de 2013

The Eletric Mess - Falling Off the Face of the Earth (2012)



"Os Nova-Iorquinos The Electric Mess estão de volta com “Falling Off The Face Of The Earth”, o segundo álbum deste grupo, agora editado pela Groovie Records em vinil, enquanto o CD foi editado pela própria banda.

“Falling Off The Face Of The Earth” vem embalado com o mesmo tipo de explosão febril do garage punk psicadélico dos anos 60, continuando a manter algumas das características fascinantes da música dos The Electric Mess que escutei no anterior disco, a mais saliente é a quase ligação do som que produzem às imagens.

O disco abre com “He Looks Like a Psycho”, “The Girl With the Exploding Dress” e “Tell Me Why” e o aguçado órgão faz-nos relembrar momentos preciosos dos reflexos que estamos agora a apanhar no presente, são os sons de garagem dos anos 80 que agora andam a ser recuperados.

A herança Garage Britânica e o impacto do R&B nos sons norte-americanos são factores decisivos para a elaboração destes híbridos sons, “Falling off the face of the earth” a canção que dá título ao disco é o maior exemplo disso, com a guitarra mais angular que se repete num desatino constante.

E continuam as velocidades constante dos beats, “Don't Take Your Bad Trip Out on Me” com os riffs de guitarras até as explosões do baixo e batidas ritmadas, dão uma soberba noção de espaço, com o som de todos os músicos a querer ocupar tudo o que existe à sua volta.

“Third Degree Burn” é uma espécie de uivo psicodélico em versão formatada à canção, o ácido fuzz da guitarra, o resplandecente órgão e a voz de Esther Crow completam com alma uma das melhores canções deste disco.

“I'll Take You Anyway” encerra o disco e é a canção mais pop nele presente, contêm os mesmos riffs ardentes e os tons neo-psych, mas o pop advém da interpretação vocal de Esther Crow que aqui não se desenlaça em sons mais agressivo, mas sim num registo mais contagiante de soul.

“Falling Off The Face Of The Earth” é uma viagem brutal ameaçadora ao som da evasão psicodélica e do brilho do resgate punk, alimentada pela batida trovejante do melhor e divinal Garage dos anos 60."

(http://www.rockaroundtheblog.com/2012/06/electric-mess-falling-off-face-of-earth.html)


Disco e capa em excelente estado, impecáveis (poucas audições).
Edição Original Portuguesa 2012 (Groovie Records).
Saindo por R$ 75,00




Paulinho Nogueira - O Fino do Violão Vol. 2 (80)



Neste clássico do violão brasileiro, Paulinho revisita Garoto, Vinicius de Moraes, Antonio Carlos Jobim, Chico Buarque, Luiz Bonfa, Ernesto Nazareth, Edu Lobo, Villa Lobos, incluindo a aclamada Bachianinha Nr. 1, de sua autoria, com participação de Eduardo Gudin.

Faixas:
01 – Gente Humilde (Garoto / Vinicius de Moraes / Chico Buarque)
02 – Eu Sei Que Vou Te Amar (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
03 – Abismo de Rosas (Américo Jacomino “Canhoto” / João do Sul)
04 – Manhã de Carnaval (Antônio Maria / Luis Bonfá)
05 – Odeon (Ernesto Nazareth)
06 – Da Cor do Pecado (Bororó)
07 – Bachianinha (Paulinho Nogueira) with Eduardo Gudin
08 – Travessia (Milton Nascimento / Fernando Brant)
09 – Choro Nº 1 (Villa-Lobos)
10 – Zelão (Sergio Ricardo)
11 – Pra Dizer Adeus (Edu Lobo / Torquato Neto)
12 – A Mesma Rosa Amarela (Capiba / Carlos Penna Filho)


Disco em excelente estado.
Capa em ótimo estado, com pequena rasura na frente (vide foto).
Edição Brasileira Original de 1980.
Saindo por R$ 20,00




Deep Purple - Fireball (71)



É o quinto álbum de estúdio do Purple, gravado entre setembro de 1970 e junho de 1971.

"Em meados de Dezembro de 1970, a banda foi despachada para uma vivenda no meio da desolada região de Devon para começarem a escrever o sucessor de “In Rock”.
O isolamento e o frio Invernal provou ser das coisas mais difíceis de ultrapassar, o que não contribui para que as sessões corressem da melhor maneira. Sobretudo o temperamento de Blackmore que começava a dar os primeiros sinais de egocentrismo acentuado.
Se há um ponto em que começam os lendários desentendimentos com Ian Gillan, as sessões em Devon podem ser descritas como o principio de uma “bela inimizade”.

No entanto, a banda conseguiu gravar o single “Strange Kind of Woman” (inicialmente chamado de “Prostitute”) para ser lançada no início de Fevereiro de 1971. O “45 rotações “chegou facilmente ao número 8 das tabelas britânicas confirmando que o grupo estava bem lançado em termos comerciais.

Temos aqui um pouco de tudo. Ora vejamos: a primeira faixa (o homónimo “Fireball”) é puro Heavy Metal (muito ao jeito dos Iron Maiden que surgiriam uma década mais tarde). “No No No” é blues á moda do Sr. Blackmore com alguns ritmos Funky (cortesia do Sr. Paice) que seriam tomados mais em conta alguns anos mais tarde quando Glenn Hughes e David Coverdale tomariam conta da banda.

Melhor são as interpretações de “Anyone´s Daughter” com Ian Gillan a construir uma história humorística sobre um jovem mulherengo que depois de cortejar as mais belas damas da cidade acaba por casar com a mais feia!

Humores á parte, na segunda metade do álbum, os Purple pedem boleia aos Pink Floyd e vão por esse “espaço afora” à procura de canções mais progressivas. “The Mule”, com um dos melhores solos de guitarra de Ritchie é completamente embrenhado de influências Jazz. Enquanto isso, “Fools” é o mais próximo que os Purple estiveram do território dos cósmicos Hawkwind.

O disco termina numa espécie de cavalgada lírica de Gillan em “No One Came”, provavelmente a melhor letra que ele já escreveu ao estilo de Jim Morrison. Acompanhado por incessante riff hipnótico a canção encerra em si o momento mais alto do disco.

Lançado entre dois clássicos monumentais ("In Rock" e "Machine Head") há a ilusão de que seja um álbum menor na discografia do Purple... pura ilusão..."


Disco em ótimo estado (com algum chiado, em algum momento - sem riscos); capa em muito bom estado (elegantemente envelhecida... rs).
Edição Argentina de 1972 (selo "Convivência Sagrada").
Saindo por R$ 30,00




terça-feira, 6 de agosto de 2013

Mutantes - Ao Vivo (76)



LP lançado em 1976 (gravadora Som Livre). Gravação realizada na temporada do Museu de Arte Moderna (MAM, RJ), contendo parcerias dos integrantes desta formação: Luciano Alves (teclados e vocal), Sergio Dias (guitarra e voz), Rui Motta (bateria e vocal) e Paulo de Castro (baixo, violino e vocal).

Gravado ao vivo em dois canais e masterizado nos estúdios da Sigla (Som Livre).

Muito a crítica massacrou essa fase dos Mutantes pela óbvia comparação com a fase anterior (absurdamente brilhante e original)... no entanto, basta abstrair que sejam os mesmos Mutantes (e não são...rs) para perceber nessa segunda fase obras incríveis do Rock Progressivo nacional (como se vê no vídeo postado abaixo, extraído desse vinil que ora se apresenta)... enfim...



Disco em ótimo estado (com uma pequena falha, desimportante, no início da 1ª faixa do lado A).
Capa em ótimo estado; com encarte.
Edição Original de 1976.
Saindo por R$ 60,00