terça-feira, 30 de junho de 2015

Ben E. King - Stand by Me: The Ultimate Collection (1987)



It was Ben E. King's 16th album, yet only his second compilation album. The album was released in 1987 and includes many classic hits such as the standard Stand By Me, plus the original Spanish Harlem and Young Boy Blues.

However, the single In the Middle of the Night, which was released on the Seven Letters album, is one of his better known songs that was overlooked for this compilation.

Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1987.
Saindo por R$ 25


Beatles - Revolver (66)



"Antes os Beatles eram fabulosos e geniais; agora, esbanjavam autoconfiança, estampada na misteriosa capa preto-e-branco, uma composição de desenho com colagem criada por Klaus Voorman, que conheciam de seus dias em Hamburgo. Essa confiança está exposta ainda no título ambíguo... E está também nas 14 faixas impecáveis.

Revolucionário para a época - "Estou cansado de fazer coisas que as pessoas podem dizer que já ouviram antes", declarou McCartney -, Revolver repercutiu por décadas. O Earth, Wind & Fire levou o apoio do baixo de "Got to Get You Into My Life" à era disco. O The Jam copiou os riffs de "Taxman" em "Start!" e os Chemical Brothers basearam a sua carreira em "Tomorrow Never Knows".

Revolver é citado como o momento em que os Beatles começaram a se desentender: fizeram seu último show algumas semanas depois do lançamento do disco, Lennon e McCartney não estavam mais compondo juntos e Harrison se remoía de ressentimento.

As vendas foram impressionantes e a elas se somaram os números do único single lançado logo depois "Yellow Submarine/Eleanor Rigby": num lado, uma música eternamente infantil; no outro, um lamento a base de cordas que, mesmo hoje, não se parece com nada na música pop - ambos, como o álbum do qual se originam, simplesmente brilhantes"

(resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")




Disco e capa (sanduíche) em ótimo estado.
Edição Brasileira Original de 1966 (Mono - selo Odeon).
Saindo por R$ 70



segunda-feira, 29 de junho de 2015

Elis & Tom (1974)



"Carros, apartamentos, viagens? Nada disso. Em 1974, Elis Regina estava comemorando dez anos na gravadora Philips. Por causa da data redonda, a gravadora queria presentear Elis com o que ela quisesse. A cantora, como não é boba nem nada, acabou optando por gravar um disco com o maestro Antônio Carlos Jobim - aliás, uma ideia original do produtor André Midani -, compositor que Elis mais gravou em toda a sua carreira, seguido de perto pela dupla João Bosco e Aldir Blanc. Sábia decisão, que acabou gerando um dos grandes discos da carreira de Elis, de Tom e de toda a música popular brasileira.

Um parêntese interessante aqui: em 1964 (exatos dez anos antes da gravação deste disco), Elis fez testes para estrelar o musical Pobre Menina Rica, de Vinícius de Moraes e Carlos Lyra, na boate Au Bom Gourmet, no Rio de Janeiro. Tom Jobim acabou descartando a cantora - optando por Nara Leão -, dizendo que Elis ainda estava "cheirando a churrasco". Fecha parêntese.

Em seu livro Música, Ídolos e Poder: do Vinil ao Download, André Midani fala um pouco sobre a concepção do álbum. "Elis ia celebrar dez anos de carreira em 1974, aniversário que merecia de todos nós a maior atenção. Menescal e Armando Pittigliani, em particular, queriam produzir um disco espetacular, memorável! Porém... Qual? Essa era a questão. (...) Voltando aos dez anos de carreira de Elis, em consenso com Roberto Oliveira - administrador da carreira de Elis Regina - Menescal, Armando e eu pensamos que Tom Jobim seria o parceiro ideal para a celebração. O maior compositor do Brasil em dueto com a maior cantora do Brasil."

Aceito o convite, Elis e seu marido Cesar Camargo Mariano viajaram para a Califórnia, e quando lá chegaram já estava instalado um clima tenso no ar. Tom Jobim não concordava com o fato de Cesar ficar responsável pelos arranjos, além de implicar com o seu piano elétrico. Tom chegou até mesmo a ligar para os maestros Claus Orgeman e Dave Grusin, que não puderam participar do projeto, por falta de tempo.

Conformado com a situação, o disco começou a ser gravado, com Elis colocando voz praticamente ao vivo nas canções, e Tom tocando piano em algumas faixas e violão em "Chovendo na Roseira". O maestro Bill Hitchcock também participou do LP, regendo uma orquestra de cordas em cinco de suas 14 faixas. O acompanhamento ficou por conta dos músicos que acompanhavam Elis naquele ano: Hélio Delmiro (guitarra), Luizão Maia (baixo), Paulo Braga (bateria) e Oscar Castro Neves (violão), além do próprio Cesar Camargo Mariano (piano elétrico e, eventualmente, piano acústico).

"Águas de Março", a primeira faixa do álbum - produzido por Aloysio de Oliveira e gravado nos estúdios MGM de Los Angeles em fevereiro e março de 1974 - talvez seja o dueto mais famoso da história da MPB. A canção já havia sido gravada anteriormente por Elis, mas o dueto com Tom consegue ser mais fantástico. Os dois casaram as suas vozes de uma maneira perfeita e espontânea, apesar do clima não muito favorável durante as gravações. Outros duetos de Tom e Elis também fazem parte do álbum. "Corcovado", além da voz, conta com o piano de Tom Jobim. As cordas regidas por Bill Hitchcock e o arranjo econômico de Cesar Camargo Mariano, com ênfase na voz da cantora gaúcha, fazem desta faixa outro grande momento do disco.

O famoso "Soneto de Separação", de Vinícius de Moraes, também é outro destaque. As vozes dramáticas de Elis Regina e Tom Jobim, somadas ao piano único do maestro, fazem da gravação uma das mais tristes do repertório de Elis. A última faixa do disco também é mais um dueto; mais do que isso, "Inútil Paisagem" é um encerramento perfeito. Apenas as vozes dos dois e o piano de Tom. Simples, econômico e magnífico.

Mas nem só de duetos vive Elis & Tom. Se as músicas que têm a participação de Tom soam mais dramáticas, as faixas que contam apenas com Elis e sua banda são mais descontraídas e alegres. A impressão que fica é a de que, sem Tom ao seu lado, a cantora relaxou e se soltou mais. "Só Tinha de Ser com Você", "Triste", "Brigas, Nunca Mais" e "Fotografia" são bons exemplos. Todas estas quatro faixas são mais puxadas para a bossa nova, sem o peso das cordas de Bill Hitchcock. A bateria sincopada e a batida característica de violão se sobressaem, e a sonoridade fica bem mais leve.

Em outras faixas, como "Modinha" (com uma interpretação sensacional de Elis), "Retrato em Branco e Preto" e "Por Toda a Minha Vida", Tom participa com o seu piano. O resultado, como pode ser notado, é muito mais tenso e completamente diferente das quatro em que ele ficou de fora. Em "Chovendo na Roseira", Tom Jobim não só tocou piano, como também participou com o seu violão.

Na contracapa do LP, Elis Regina escreveu o seguinte texto: "Nos meus dez anos de gravadora ganhei de presente um encontro com Tom. Foram momentos vividos por duas pessoas muito tensas, que só conseguem se descontrair através da música. Ficou a saudade de um passado recente, em que as cores eram outras e as pessoas mais felizes."

Trinta e seis anos depois, uma coisa é certa: não foi só Elis que ganhou esse presente."

(Por Luiz Felipe Carneiro, jornalista-Esquina da Música, in: http://www.collectorsroom.com.br/2010/01/discos-fundamentais-elis-regina-e-tom.html)




Faixas:
1 Águas de Março 
2 Pois é 
3 Só Tinha de ser com Você 
4 Modinha 
5 Triste 
6 Corcovado 
7 O que Tinha de Ser 
8 Retrato em Branco e Preto 
9 Brigas, Nunca Mais 
10 Por Toda a Minha Vida 
11 Fotografia 
12 Soneto da Separação 
13 Chovendo na Roseira 
14 Inútil Paisagem


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Original 1974.
Saindo por R$ 60


DINOSAUR JR. - WHERE YOU BEEN (1993)



"20 ANOS DE UM CLÁSSICO"

"Alguns grandes motivos fazem o aniversário de 20 anos do disco Where You Been do Dinosaur Jr ser lembrado. Um dos trabalhos mais famosos do grupo liderado por J Mascis acabou se tornando um importante símbolo para uma geração que cresceu na década de 1990 escutando Rock Alternativo e andando de skate. Mais do que isso, é uma excelente obra introdutória àqueles que se depararam pela primeira vez com a banda no ano passado, em um dos melhores discos de 2012, I Bet On Sky.

O disco foi um grande sucesso comercial do grupo. No entanto, não representou uma grande ruptura com o som estridente que tornou o power trio famoso. Foi o último disco com o baterista, Murph, até a reunião total da banda com o baixista Lou Barlow em 2005, outro que já havia abandonado o barco após o disco Bug de 1988. Após Where You Been, Dinosaur Jr. se tornaria quase como um projeto pessoal do seu líder, J Mascis.

No álbum, temos diversos elementos que tornaram o som do grupo realmente único. A voz característica de Mascis, melódica e imutável ao longo de sua carreira, misturada a solos e riffs de guitarra que são, acima de tudo, precisos e barulhentos. Out There, a faixa de abertura, se tornou um dos grandes clássicos do grupo, um hino para uma geração e servindo inclusive de trilha sonora para um programa de TV da MTV no mesmo período.

Start Choppin é talvez um dos singles de maior sucesso da banda. Com guitarra suingada, tem um clima ensolarado, se mostrando extremamente divertida no refrão em falsete, e praticamente desengonçado de Mascis. O riff da música é, até hoje, um dos icones na carreira musical do Dinosaur Jr.

Outros grandes momentos na guitarra são vistos em On the Way e What Else Is New, com acordes rápidos, estridentes e perfeitos para um rolê de skate na rua. Poucas bandas acompanham uma atividade tão bem como Dinosaur Jr. e este disco deveria constar em qualquer playlist skatista, juntamente com um bom par de fones de ouvido.

A capacidade melódica de Mascis, criador de grandes baladas, é vista em canções como Not the Same e Get Me. Sua voz consegue se adaptar facilmente a diversas estruturas musicais, sempre com muita sinceridade percorrendo as suas letras e cordas vocais. Estas canções mostram um lado mais radiofônico do grupo, o que acabaria favorecendo a popularização deste disco no mercado americano e inglês.

Vemos ainda mais baladas ao longo do disco como a belíssima Goin Home e a lenta, e quase letárgica Drawerings, perfeita para ser cantada em momentos longe da sobriedade. Hide e I Ain’t Sayin, no entanto, não deixam o clima se tornar muito meloso, retomando as distorções e barulhos que fizeram a fama da banda. Mas talvez, desde sempre, a capacidade do grupo esteve muito ligada à capacidade de Mascis tocar e cantar tão bem, o que fez com que o lado alternativo da banda se tornasse cada vez mais tangível ao grande público.

Um dos discos mais famosos de um dos símbolos do Rock Alternativo, Where You Been se mostra um item essencial na discografia do Dinosaur Jr. e um excelente ponto de partida para quem quer se aprofundar na banda."

(http://monkeybuzz.com.br/artigos/3672/dinosaur-jr---where-you-been-20-anos-de-um-classico/)




Disco e capa em excelente estado.
Importado Canada.
Relançamento Rhino Vinyl 180 gram.
Saindo por R$ 90

Rolling Stones - Get Yer Ya-Ya's Out! The Rolling Stones in Concert (1969)



É um álbum ao vivo dos Stones, lançado em 4 de setembro de 1970 pela Gravadora Decca no Reino Unido e pela Gravadora London nos EUA, gravado em Nova York e Maryland, em novembro de 1969, pouco antes do lançamento de Let It Bleed. 

Foi o primeiro álbum ao vivo a alcançar o primeiro lugar de vendas no Reino Unido. É considerado um dos melhores álbuns ao vivo de rock já lançado, ao lado de Live at Leeds do The Who, e do Alive! do Kiss.

O Grande sucesso do álbum,aliado ao auge musical da banda tanto em relação às suas apresentações ao vivo, quanto a maestria de suas músicas, em um momento em que os Beatles já não existiam mais, levou muitos adeptos do Rock reconhecerem os Rolling Stones como a maior banda de Rock do Mundo.

Uma razão para lançar um álbum ao vivo foi para combater o lançamento de Live'r Than You'll Ever Be, uma gravação pirata de uma performance Oakland na mesma turnê, a qual andava fazendo muito sucesso entre o público.

Sem fazer turnês desde abril de 1967, os Rolling Stones estavam ansiosos para pegar a estrada em 1969. Com seus dois álbuns mais recentes, Beggars Banquet e Through the Past, Darkly (Big Hits Vol. 2) sendo muito elogiados, as audiências estavam antecipando seu retorno aos palcos. Sua Turnê Americana de 1969, durante novembro e dezembro, teve a participação de BB King (substituído em algumas datas por Chuck Berry), Ike e Tina Turner e Terry Reid, tocando para casas lotadas. 

Essa turnê foi a primeira de Mick Taylor com os Stones, pois Brian Jones havia sido substituído pouco antes de sua morte, em julho. As performances apresentaram a interação da guitarra de Taylor com Keith Richards. Embora tenha participado da gravação de apenas duas faixas de Let It Bleed, foi nesse álbum em que as habilidades de Taylor foram plenamente demonstradas.

Ao contrário do formato usualmente utilizado hoje em dia, no qual se registra o show completo, sem cortes e na sequência da apresentação, na época, o usual era se colocar nos discos faixas independentes, fora da ordem de execução, se priorizando as músicas com melhor execução e resultado ao vivo, até porque, a capacidade de armazenamento dos antigos LP's era bem mais limitada que o das mídias digitais posteriores. Live at Leeds, o clássico álbum ao vivo do The Who, também teve as faixas editadas da mesma forma.

A faixa "Love in Vain" foi gravado em Baltimore, Maryland, em 26 de novembro de 1969. As demais faixas foram gravadas nos dois dias seguintes, no Madison Square Garden em Nova York. No primeiro show foram gravadas 'Jumpin' Jack Flash' e 'Honky Tonk Women' ainda na noite de 27 de novembro e 'Carol', 'Stray Cat Blues', 'Sympathy for The Devil', 'Little Queenie' e 'Street Fighting Man' já na madrugada de 28 de novembro de 1969. Por fim, no segundo show, naquela mesma noite do dia 28, foram gravados 'Midnight Rambler' e 'Live With Me'. As gravações foram trabalhadas durante Janeiro e Fevereiro de 1970, no Olympic Studios de Londres. O produto final contou com vocais novos em meia às faixas, e backing vocais adicionados por Richards em várias outras.

O título do álbum foi adaptado a partir da música "Get Yer Yas Yas Out" por Blind Boy Fuller, mais especificamente do verso ""get your yas yas out the door"". A foto da capa foi tirada no início de fevereiro de 1970, tendo Charlie Watts com guitarras e bumbos penduradas no pescoço de um burro. Foi inspirada na letra da música "Visions of Johanna", composta por Bob Dylan (embora essa letra se refira a uma mula).

Na revisão do álbum para a revista Rolling Stone, o crítico Lester Bangs disse: "Eu não tenho dúvida de que é o melhor concerto de rock já registrado."

"Get Yer Ya-Ya's Out" foi lançado em setembro de 1970, bem nas sessões para o seu próximo álbum de estúdio, Sticky Fingers, sendo muito bem recebido por crítica e público, produzindo enorme sucesso comercial, atingindo por fim o 1º lugar entre os mais vendidos no Reino Unido e 6º lugar nos EUA, onde foi platina. Com exceção de compilações, foi o último álbum que a banda lançou através da Decca Records ou da London Records. A Partir de então, lançariam seus novos discos pela sua própria Rolling Stones Records.




Faixas

Lado A
1. "Jumpin' Jack Flash"   4:02
2. "Carol"   3:47
3. "Stray Cat Blues"   3:41
4. "Love in Vain"   4:57
5. "Midnight Rambler"   9:05

Lado B
6. "Simpathy For The Devil"   6:52
7. "Live With Me"   3:03
8. "Little Queenie"   4:33
9. "Honky Tonk Women"   3:35
10. "Street Fighting Man"  


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1981.
Saindo por R$ 70

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Raimundos (1994)



"Há exatos 20 anos, em 12 de maio de 1994, chegava às lojas Raimundos, disco homônimo de estreia da banda brasiliense Raimundos. No disco, clássicos que marcaram o rock nacional produzindo na década de 90 como Puteiro em João Pessoa, Palhas do Coqueiro e Selim. 

O álbum, lançado pelo selo Banguela Records, da banda paulista Titãs, com a produção assinada por Eduardo Miranda, vendeu mais de 100 mil cópias.

A sonoridade pesada, com letras debochadas e cheias de duplo sentido, colocou a banda na crista da onda e foi o cartão de visitas para um trabalho coerente, mas cheio de altos e baixos. Na época, formado por Rodolfo, Fred, Canisso e Digão o grupo era figurinha tarimbada na televisão, presença garantida em grandes festivais - como o Hollywood Rock e o Monsters of Rock, ambos de 1996. 

Nos primeiros sete anos de carreira, os Raimundos emplacaram dezenas de hits e venderam mais de três milhões de álbuns com Lavô Tá Novo (1995), Cesta Básica (1996), Lapadas do Povo (1997) e Só no Forévis (1999)."

(http://virgula.uol.com.br/musica/rock/album-de-estreia-dos-raimundos-completa-20-anos-listamos-letras-mais-engracadas-da-banda-brasilense)





Disco e capa em ótimo estado.
Edição Original 1994.
Saindo por R$ 90

segunda-feira, 8 de junho de 2015

The Velvet Underground (1969)



"Se levarmos em conta a agressividade imposta no debut lançado em 1967 e a completa reformulação dos sons apresentada em White Light/White Heat (1968), com o terceiro registro em estúdio, o The Velvet Underground parecia buscar por um efeito natural de oposição. Musicalmente controlado e livre das experimentações, o disco abre de forma evidente um espaço autoral para a poesia de Lou Reed – agora desacompanhado de John Cale. Cada vez mais influenciado pelas drogas, o músico atravessa grande parte do disco em uma descrição melancólica sobre o próprio cenário que o cerca. Seja ao assinar confissões, em Pale Blue Eyes, ou tingir com ironia os versos de Jesus, a cada passo dado pela obra, Reed se converte em matéria-prima para as composições. 

Melódico, o disco parece crescer dentro do mesmo universo sombrio representado com acerto pela capa do álbum, com todos os sons sendo confortavelmente instalados em um estágio de proximidade. Mesmo a boa forma e os novos rumos não conseguiram atrair a atenção do público, muito mais interessado no peso do novo rock que aflorava naquele momento."

(http://miojoindie.com.br/cozinhando-discografias-the-velvet-underground/)


Disco e capa em excelente estado. Novo.
Relançamento 2010´s. Importado USA 180gram.
Saindo por R$ 100

Van Halen (1978)



"Jimi Hendrix fez da guitarra um instrumento mais amado e respeitado e colocou o mundo ao avesso com suas ‘invenções’. Após o surgimento de Hendrix, era previsível o aparecimento de novos músicos tentando seguir o mesmo caminho e/ou trazendo algumas inovações. O que não se esperava era o surgimento de mais um guitarrista que revolucionasse o mundo com um novo estilo, novos efeitos e técnicas ainda nos anos 70. Porém, o inesperado aconteceu. Menos de oito anos depois da morte de Jimi Hendrix, mais exatamente em 10 de fevereiro de 1978, entrava em cena Edward Van Halen (Guitarra) acompanhado por seu irmão Alex Van Halen (Bateria) e pelos companheiros Michael Anthony (Baixo) e David Lee Roth (Vocais) com o debute auto intitulado do Van Halen.

O álbum começa com “Runnin’ With The Devil”, uma excelente música, que acaba servindo como um ‘aquecimento’ para a segunda faixa, “Eruption”, que se tornou a instrumental mais famosa da história do rock. Não é para menos. Eddie Van Halen inovou, usando e abusando de novas idéias e efeitos e popularizando uma técnica que até hoje muitos pensam ter sido criada por ele: o uso das duas mãos no braço da guitarra, o two hands, tapping, entre outros nomes que descrevem a técnica que Eddie usou e POPULARIZOU. Na verdade, violonistas clássicos já usavam disso na interpretação de algumas composições e outros guitarristas também, porém, nenhum deles havia inserido essa técnica de forma tão intensa e expressiva em uma música, como Eddie fez em Eruption e no decorrer de todo o primeiro álbum do Van Halen.

Depois da verdadeira “erupção” na segunda faixa, vem uma versão para “You Really Got Me”, escrita por Ray Davies (Kinks), mas que também se tornou sucesso depois de passar pelas mãos de Eddie & cia. Na sequência, as inesquecíveis “Ain’t Talkin’ ‘Bout Love” e “I’m The One”, que apresentam ao mundo um vocalista talentoso, que também influenciou toda uma geração com seu jeito de cantar, de se vestir e de atuar nos shows. E o espetáculo que é o debute do Van Halen não para por aí. “Jamie’s Cryin”, “Atomic Punk”, “Feel Your Love Tonight”, “Little Dreamer”, “Ice Cream Man” (escrita por John Brim) e “On Fire” mantém o ritmo das cinco primeiras faixas bombásticas. Aliás, “On Fire”, foi muito bem escolhida para finalizar essa obra de arte, pois, desde a “erupção”, o álbum segue “incendiando” com músicas criativas e bem compostas, que mostravam influências do passado aliadas a inovações que, até hoje, fazem o presente e dão o caminho para o futuro.

O álbum “Van Halen” é indicado a todas as pessoas. Fãs de pop, rock, heavy metal, jazz, blues, country, música clássica e todos os outros estilos, já que, neste álbum, nasce uma geração que constrói uma nova era, com pessoas influenciadas pela guitarra de Eddie, ou pelos backing vocals agudos de Michael Anthony ou então pelo modo de se vestir e cantar de David Lee Roth. Definitivamente, um álbum indispensável, que teve e ainda tem enorme importância no meio musical e também social."

(http://whiplash.net/materias/cds/003207-vanhalen.html)

Disco e capa (com algum desgaste) em ótimo estado.
Edição Brasileira 1988.
Saindo por R$ 50

sábado, 6 de junho de 2015

Jorge Ben - Negro É Lindo (1971)



É seu oitavo álbum de estúdio, lançado em 1971, e é o terceiro e último no qual o artista é acompanhado pelo Trio Mocotó.

Lado A

1. "Rita Jeep"   3:02
2. "Porque É Proibido Pisar na Grama"   4:54
3. "Cassius Marcello Clay"   Jorge Ben Jor / Toquinho 3:41
4. "Cigana"   3:14
5. "Zula"   2:56

Lado B

1. "Negro É Lindo"   3:03
2. "Comanche"   2:55
3. "Que Maravilha"   Jorge Ben Jor / Toquinho 4:05
4. "Maria Domingas"   3:41
5. "Palomaris"   3:04


"Simples e calmo como um fim da tempestade: este é um disco sem sobressaltos, apesar da efervecência do tema. Na homenagem definitiva de Jorge à sua 'raça de todos as cores', o desfile da nega 'Zula' e a elegância do campeão 'soul (ou so?) brother' 'Cassius Marcelo Clay' são sintomas da ascensão e resistência negra.

Neste arco-íris, o pote de ouro está espalhado por aí: 'Rita Jeep' (um revival do flerte com a mutante e seu jeep amarelo Charles (!), 'Porque é proibido pisar na grama' (pérola rara, o futuro incomoda o eterno presente) e uma límpida, flutuante 'Que maravilha'."

(http://somdubaum.blogspot.com.br/2007/03/jorge-ben-negro-lindo.html)

Disco e capa em excelente estado. Novo.
Edição Brasileira, relançamento Polysom.
Saindo por R$ 80

Pink Floyd - Works (1983)



É uma coletânea do Floyd, lançada em 1983 pela Capitol Records. Apesar de ter sido fraco nas vendas, o disco é procurado por colecionadores por conter a faixa "Embryo", até então gravada apenas em uma coletânea da gravadora Harvest Records.

Faixas
"One of These Days" – 5:50
De Meddle
"Arnold Layne" – 2:52
Single, de Relics
"Fearless" – 6:03
De Meddle
"Brain Damage" – 3:50
De The Dark Side of the Moon
"Eclipse" – 1:45
De Dark Side of the Moon
"Set the Controls for the Heart of the Sun" – 5:23
De A Saucerful of Secrets
"See Emily Play" – 2:54
Single. Também de Relics
Several Species of Small Furry Animals Gathered Together in a Cave and Grooving with a Pict" – 4:47
De Ummagumma
"Free Four" – 4:07
De Obscured by Clouds
"Embryo" (Roger Waters) – 4:39
Da coletânea de vários artistas Picnic - A Breathe of Fresh Air, de 1970


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira 1985.
Saindo por R$ 50