domingo, 27 de abril de 2014

Jefferson Starship - Dragon Fly (1974)



Dragon Fly é um álbum de transição creditado a Grace Slick, Paul Kantner e o Jefferson Starship, lançado em 1974. Slick e Kantner estavam gravando mesmo com o dissolvimento do Jefferson Airplane. Outro membro oficial era David Freiberg, e músicos da formação ainda incluiam o baterista John Barbata, o violinista Papa John Creach (que já havia tocado com o Hot Tuna), Pete Sears, o guitarrista Craig Chaquico e Marty Balin, que se juntou à banda durante as gravações. A única contribuição de Balin nessa fase foi na balada "Caroline".

(wikipedia)

Faixas

"Ride the Tiger" (Paul Kantner / Grace Slick / Byong Yu) — 5:11
"That’s for Sure" (Craig Chaquico / Jerry Gallup) — 4:58
"Be Young You" (Grace Slick) — 3:49
"Caroline" (Marty Balin / Paul Kantner) — 7:29
"Devil’s Den" (Papa John Creach / Grace Slick) — 4:03
"Come to Life" (David Freiberg / Robert Hunter / Steven Schuster) — 3:46
"All Fly Away" (Tom Pacheco) — 5:25
"Hyperdrive" (Pete Sears / Grace Slick) — 7:44


Disco em excelente estado. Capa em muito bom estado.
Edição Brasileira Original 1974.
Saindo por R$ 25,00


Carl Perkins - Dance Album (1957)


"DANCE ALBUM is one of the most important LPs in rock & roll history, and certainly among the top five rockabilly albums, as it is THE definitive recorded statement from rockabilly trailblazer Carl Perkins. It was originally released on Sun in 1958, just after Perkins mirrored Elvis Presley's path by leaving Sun for a major label, and consists of tracks Perkins recorded for Sun between '55 and '57 (his unquestionable peak)."

(http://www.cduniverse.com/search/xx/music/pid/6703813/a/dance+album+of+carl+perkins.htm)

Disco em excelente estado. Capa em muito bom estado (um pouco envelhecida - sem rasgos).
Edição Brasileira. Selo Rarity.
Saindo por R$ 50


Ultraje a Rigor - Nós Vamos Invadir Sua Praia (1985)



"Depois de ganhar reconhecimento em território nacional em um compacto com “Inútil” e “Mim Quer Tocar”, o Ultraje lançou seu álbum de estréia. O título, Nós Vamos Invadir Sua Praia, mais parecia uma ameaça. Era a época de ouro do rock nacional e o álbum deu ao quarteto um metal mais nobre: o primeiro Disco de Platina nesse estilo. “Ciúme”, “Eu Me Amo”, “Rebelde Sem Causa” e outras seis de suas 11 faixas entraram nas paradas de rádio. A banda invadia e conquistava todo lugar que tocava, muitas vezes quebrando recordes de público."

(http://rollingstone.uol.com.br/listas/os-100-maiores-discos-da-musica-brasileira/binos-vamos-invadir-sua-praiai-ultraje-rigor-1985-weab/)

Disco e capa em excelente estado.
Edição Original 1985.
Saindo por R$ 25,00

Black Oak Arkansas - Ain't Life Grand (1975)



"Black Oak Arkansas is a band historically given to wretched excess, but this album features smooth harmonies, clear guitar tones and any number of crisp, concise rockers. It is highlighted by a captivating rendition of the Beatles' "Taxman," an actual melodic ballad, "Love Can Be Found," and "Cryin' Shame," which is bright, bouncy and difficult to resist.

Difficult, but not impossible. Fanatic BOA followers may rest assured that the group's obnoxious elements still predominate. "Back Door Man" rubs fresh assault into feminist wounds, but it is so inane that it boils down to macho dude about nothing.

Jim Dandy Mangrum's hokey hoodoo posturings place him in the Offensively Mannered Vocal Irritant Hall of Fame, which features such luminaries as David Clayton-Thomas, Leon Russell and Buddy Miles. His vocals still make Black Oak unlistenable for all but the most dedicated. Although producer Richard Podolor has concocted a clean and classy instrumental sound, the old adage about silk purses still holds."

(Ken Barnes, Rolling Stone, 7/31/75.)


"More of the same good old rock and roll from Jim Dandy and his friends. All tunes are group originals except the Beatles' "Taxman" and there is the usual raunchy BOA excitement generated on each cut. The group even experiments with some softer material here and it comes out very nicely. Black Oak Arkansas should score handily on all counts with this one. Best cuts: "Taxman," "Fancy Nancy," "Rebel," "Back Door Man," "Cryin' Shame."

(Billboard, 1975.)


"Something's happened to Black Oak Arkansas and at this particular moment I haven't made up my mind if it's a good thing or a bad thing. Part of their "charm" was the incredible roughness of their music. There was never a bridled feeling to it. It was almost as if someone had taken an enormous amount of physical energy and captured it in a wind tunnel, then stuck a tiny pin hole in one end to get the air moving. It's always been fun to listen to the rotten production and the busy guitar tracks. It was kind of like seeing the band in concert.

Well, a gentleman named Richard Podolor has produced this new BOA album Ain't Life Grand and he's done the strangest thing to them; he's made them into a commercial sounding pop group. The rough edges have been smoothed out. You can hear every guitar like separately, every drum role, every note on the bass. There's so much clarity you can actually hear what Jim Dandy really sounds like, and this could be an enormous problem if you're not a solid Black Oak Arkansas fanatic. Listen to "Keep On." I never thought of Black Oak Arkansas as a tight harmony group, but surprise, here they are!

As usual all the material is pretty much the same. "Fancy Nancy" sounds like most of the material from the previous albums, as does "Back Door Man," a number the band has been performing on stage for awhile. But something has happened to the boys. They are like wild colts that have been broken and are now suitable for riding. And, as I said, I really can't make up my mind if this was such a wonderful idea.

This is the most palatable album Black Oak Arkansas have ever recorded. It may also be the least representative of what the band are capable of -- creating a sultry, sexy, "hot'n nasty" record and making you squirm at how raw and wild it is.

I've always said that Black Oak Arkansas make interesting but not very good records. Well, they've made a very tight, clean good record now... so when are they gonna get sloppy again?"

(Janis Schact, Circus, 8/75.)


Disco e capa em excelente estado; com encarte.
Importado Germany.
Edição Original 1975.
Saindo por R$ 45,00

sábado, 26 de abril de 2014

Crosby, Stills, Nash & Young - Déjà Vu (70)


"Para seu segundo álbum, David Crosby (ex-Byrds), Stephen Stills (ex-Buffalo Springfield) e Graham Nash (ex-Hollies) chamaram o amigo Neil Young, que tinha acabado de lançar After the Gold Rush, um dos seus trabalhos mais importantes.

Foram quase 800 horas de gravação, em circunstâncias nada auspiciosas. A namorada de Crosby, Christine Hinton, morreu num acidente de carro em setembro de 1969 - e ele não se recuperou buscando consolo na heroína. Bebidas e cocaína abundavam no estúdio; o grupo brigava o tempo inteiro - o bem humorado Young vivia ausente - e Nash foi forçado a assumir o papel de pacificador. De algum jeito eles acabaram fazendo uma obra-prima que captou o espírito da cultura da Costa Oeste dos EUA no início dos anos 70.

"Carry On" é uma maravilha camaleônica, com harmonias arrepiantes, uma das melhores músicas já feitas para curar ressaca na manhã de domingo. "Our House" e "Teach Your Children" comprovam o dom de Nash para fazer melodias simples e cativantes. "Almost Cut my Hair" traz Crosby em sua luta contra o autoritarismo, com sua voz gutural em contraponto às harmonias vocais puras, características do grupo. A majestosa "Helpless" é a homenagem de Young aos amplos espaços abertos de seu Canadá natal, enquanto "Country Girl" é um peça admirável, com arranjos ambiciosos.

Com seus vocais incomparáveis, sua dinâmica musicalidade e perfeita carpintaria das canções, não é de admirar que o álbum tenha sido catapultado ao primeiro lugar nos EUA."

(resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir antes de Morrer")

Disco em ótimo estado.
Capa em muito bom estado, com um pouco de desgaste.
Edição Brasileira 1977.
Saindo por R$ 40,00

Les Paul, Hank Garland, Grady Martin - Guitar Genius (gravações: entre 1944-1952)



Les Paul foi um virtuoso guitarrista e pioneiro no desenvolvimento de técnicas e instrumentos musicais elétricos. Foi considerado o 18º melhor guitarrista do mundo pela revista norte-americana Rolling Stone. Após anos tocando fabricando suas próprias guitarras e inovando com novos modelos e características de fabricação, cria uma das primeiras guitarras com corpo de madeira sólido.

Walter Louis "Hank" Garland was a Nashville studio musician who performed with Johnny Cash, Elvis Presley, Patsy Cline, Roy Orbison and many others. He is best known for his work on Elvis Presley's recordings from 1957 to 1961 which produced such rock hits as: "Little Sister", "I Got Stung", "Stuck on You", "It's Now or Never","A Fool Such As I", "I Need Your Love Tonight", "A Big Hunk O' Love". At the request of Gibson Guitar company president, Ted McCarty, Garland and fellow guitarist Billy Byrd strongly influenced the design of the Byrdland guitar, which derived from the Gibson L-5 guitar Garland is seen holding in the photograph.

Thomas Grady Martin was an American session guitarist in country music and rockabilly. A member of The Nashville A-Team, he played guitar on hits such as Marty Robbins' "El Paso", Loretta Lynn's "Coal Miner's Daughter" and Sammi Smith's "Help Me Make It Through the Night". During a nearly 50-year career, Martin backed such names as Elvis Presley, Buddy Holly, Johnny Burnette, Don Woody and Arlo Guthrie, Johnny Cash, Patsy Cline and Bing Crosby. He is a member of the Rockabilly Hall of Fame.


Disco e capa em excelente estado.
Edição Brasileira 1985. Selo Rarity.
Saindo por R$ 25,00

Johnny Cash - Ballad of a Teenage Queen



"John R. Cash, mais conhecido como Johnny Cash, (Kingsland, 26 de fevereiro de 1932 — Nashville, 12 de setembro de 2003) foi um cantor e compositor norte-americano de música country, conhecido por seus fãs como "O Homem de Preto". Em uma carreira que durou quase cinco décadas ele foi para muitas pessoas a personificação do country. Sua voz sepulcral e o distintivo som "boom chicka boom" de sua banda de apoio "Tennessee Three" dão às canções de Johnny Cash o seu som característico.

Desde seus primórdios como um pioneiro do rockabilly e rock and roll nos anos 50 à sua transformação em um representante internacional da música country e até sua reconquista da fama nos anos 90 tanto como uma lenda viva como ícone do country alternativo, Cash influenciou incontáveis músicos e deixou um trabalho igualado apenas pelos maiores artistas de sua época.

Cash promovia e defendia os artistas que beiravam os limites do que era aceitável na música country, mesmo enquanto era o símbolo mais conhecido do estilo. Em um concerto em 2002 vários astros prestaram-no tributo, incluindo Bob Dylan, Chris Isaak, Wyclef Jean, Norah Jones, Willie Nelson e U2. Dois discos-tributo foram lançados pouco depois de sua morte: Kindred Spirits, com trabalhos de artistas famosos, e Dressed In Black, com versões de músicos menos conhecidos."

(wikipedia)

Disco e capa em excelente estado.
Selo Rarity.
Saindo por R$ 35,00

Deep Purple - Machine Head (72)



""Machine Head” foi gravado em dezembro de 1971 em Montreux na Suíça no interior do Grand Hotel, um hotel de luxo abandonado. O hotel foi a terceira opção da banda; convidados pelo produtor CLAUDE NOBS para a realização da gravação no Cassino de Montreux, o local foi alvo de um incêndio acidental durante um show de FRANK ZAPPA (fato que originou a letra de “Smoke on the water” ).

O álbum é uma verdadeira aula de hard rock setentista, contando com todos os elementos que caracterizariam o estilo a partir daí. “Highway Star”, a faixa que abre o disco surge de um fato prosaico: perguntado por um jornalista a respeito do processo de composição, RITCHIE BLACKMORE respondeu: “ Assim”- com um banjo nas mãos passou a palhetar para baixo uma única nota no instrumento. Surge assim o riff inicial da canção que foi completa pela banda naquela mesma noite.

O solo de guitarra da música é outro caso a parte. O próprio BLACKMORE em entrevista admite que, até então, a maioria de seus solos era improvisado por sobre a penta blues. Nesse canção, entretanto, o guitarrista se vale da alternância entre motivos blues e nos últimos compassos do trecho traz a famosa sequência de arpejos em uma corda, influenciando, a partir dali, a base do chamado metal neoclássico dos anos 80.

“Maybe I´m a Leo” surge a partir de um riff criado por ROGER GLOVER (durante as gravações o título provisório da faixa era “Blues riff”) e traz uma ideia simples mas eficiente: a substituição da seqüência (até então) lógica de riff, partindo da tônica (no caso, C). Ainda, segundo o própria baixista, inspirado em” How do you sleep” (faixa de JOHN LENNON) o riff inicia-se no tempo fraco do compasso o que confere uma característica melódica diferenciada para essa excelente canção.

A faixa seguinte “Pictures of Home” põe em destaque a inacreditável bateria de IAN PAICE trabalhando em contrapontos inacreditáveis. Destaque também para o solo de JON LORD explorando cromatismos além de suas habituais passagens pelo modo frígio. “Never before” e a faixa mais comercial do disco (foi produzida para ser o single do PURPLE na época, mas não colou). Essa faixa apresenta uma incrível mudança tonal e de andamento no meio da canção, com os vocais de GILLAN gravados em double-tracking (técnica de sobreposição de vozes). Show!

Em seqüência vem “Smoke on the water”. Não vou aqui repetir pela enésima vez a história sobre sua composição! O fato é que a música e, principalmente seu riff, estão entre os mais conhecidos da estrada do rock. Um fato interessante, contado no vídeo “Machine Head - Classic Albuns” é o detalhe semi-oculto no áudio em que GILLAN diz “Break a leg, Frank”.

Por falar em riff, a faixa seguinte traz um dos mais brilhantes já criado pelo Purple: “Lazy”. Em pouco mais de sete minutos a banda dispara um clássico no formato blues menor, conduzida pelo petardo pentatônico (alegria de todo guitarrista novato quando desvenda) acrescentado das dissonâncias espertamente espalhadas pela harmonia.

Fechando o disco a paródia do caminhoneiro espacial, cuja criação também merece destaque. Para aqueles que já ouviram “Space Trucking” 132.000 vezes como eu (se ainda não o fez, faça) a introdução (ao contrário do que muita gente pensa) saturada não é feita pela guitarra e sim com o órgão Hammond de LORD plugado em um amplificador Marshall (“a besta” nas palavras do próprio músico). Logo depois o sensacional riff cromático de BLACKMORE (que segundo o próprio foi inspirado na música tema da série Batman)."

(http://whiplash.net/materias/cds/156629-deeppurple.html)


Track list:

1. "Highway Star"
2. "Maybe I'm a Leo"
3. "Pictures of Home"
4. "Never Before"
5. "Smoke on the Water"
6. "Lazy"
7. "Space Truckin'"


Disco em muito bom estado (com sinais de uso - sem riscos).
Capa em bom estado (envelhecida nas bordas - vide foto)
Edição Brasileira de 1972.
Saindo por R$ 30,00


Beatles - Hey Jude (70)



"Os Beatles já estavam praticamente destruídos como grupo musical quando a Capitol Records (dona dos direitos do grupo nos Estados Unidos) lançou esse álbum no mercado americano. 

Na verdade não é um disco oficial da discografia britânica. Os Beatles nunca pensaram em lançar algo assim mas os executivos da gravadora americana achavam um verdadeiro absurdo que um clássico como “Hey Jude” não estivesse em nenhum álbum oficial da banda. Assim acabaram criando um disco para a canção, uma das mais populares e conhecidas da história dos Beatles.

Para completar o disco resolveram ainda unir outros singles de sucesso que também seguiam até aquele momento inéditas em LP. O resultado dessa tacada de marketing é realmente um álbum bem bolado, que une alguns dos maiores sucessos da banda pela primeira vez.

Como dito, “Hey Jude” (ou “Beatles Again” como é conhecido em alguns países) é na realidade uma coletânea de canções que foram lançadas em compactos simples. Obviamente que Hey Jude é o carro chefe. Embora assinada por Lennon e McCartney essa é na realidade uma canção composta exclusivamente por Paul McCartney. Fez tanto sucesso na época que até hoje é reconhecida por qualquer pessoa, de qualquer segmento social. Paul a compôs pensando em Julian Lennon durante a separação de seus pais, John e Cynthia. Inicialmente se chamou “Hey Jules” (de Julian) mas depois para ficar menos óbvia Paul, após ouvir o que John achava, mudou o título para o que a tornou célebre.

Outra música 100% McCartney é a animada e alegre “Lady Madonna”, uma curtição de Paul com o som de New Orleans. Fats Domino era certamente uma inspiração para ele desde os tempos em que era um simples colegial em Liverpool.

Já do lado de John Lennon várias canções estão presentes. A mais autoral, como não poderia deixar de ser, era a baladinha com toques folk “The Ballad of John and Yoko”. Lennon ficou bastante chateado com a gravação dessa faixa. Para ele os Beatles a negligenciaram completamente, tanto nas gravações como em seu lançamento sem destaque algum. Para piorar o mal estar apenas Paul participou das gravações ao lado de John o que não era surpresa uma vez que George Harrison simplesmente odiava Yoko Ono e não gravaria algo assim louvando a musa de Lennon.

Outra canção que embora clássica era considerada mal gravada por Lennon era “Revolution” (lado B do single Hey Jude, o primeiro do grupo no selo Apple). Lennon sempre reclamava do pouco caso que os demais Beatles fizeram da música. Para ele sempre havia um clima de “preguiça e má vontade” com suas composições dentro dos estúdios. Não é de se admirar que o grupo estivesse tão tenso com tantas mágoas e rivalidades nas gravações das canções.

Outra faixa excepcional da safra de John Lennon era “Don't Let Me Down” que seria muito executada após sua morte pela óbvia associação da letra com seu terrível assassinato. Com tantos clássicos juntos em um só álbum não há o que reclamar. Só a lamentar a mistura de canções da primeira e segunda fase dos Beatles em um mesmo disco. Não tem sentido colocar canções da trilha de “A Hard Day´s Night” em um álbum como esse, tão característico dos últimos momentos do grupo. Mesmo assim fica a recomendação. Os Beatles foram tão produtivos, tão talentosos, que até LPs que eram meras coletâneas de compactos perdidos eram simplesmente geniais."

(http://music-pabloaluisio.blogspot.com.br/2013/02/the-beatles-hey-jude.html)

Faixas:

Can't Buy Me Love
I Should Have Known Better
Paperback Writer
Rain
Lady Madonna
Revolution
Hey Jude
Old Brown Shoe
Don't Let Me Down
The Ballad of John and Yoko


Disco e capa em muito bom estado (com sinais de uso, algum chiado ocasional, sem riscos).
Edição Brasileira de 1985.
Saindo por R$ 30,00


Ozzy Osbourne - Live & Loud (1993)



"Live & Loud”, era para ser considerado o último a ser lançado pelo Madman, uma vez que Ozzy estava planejando em aposentar-se. Aliás, o registro, lançado ao vivo, fazia foi gravado durante a “No More Tours”, um trocadilho com o título do último trabalho de estúdio do vocalista (“No More Tears”, de 1991).

Mixado pelo veterano produtor Michael Waneger, “Live & Loud” não traz gravações de apenas um único show, e sim de diversas apresentações de Ozzy Osbourne durante a turnê. O álbum ocupou a décima posição na Billboard daquele ano e ganhou disco de platina por quatro vezes.

Os boatos de que a turnê seria a de “despedida” de Ozzy dos palcos se deve pela expressão de cansaço com a maratona de shows que o Madman estava enfrentando nos últimos anos. Aliás, para a turnê, Mike Inez assumiu o baixo e Kevin Jones os teclados, já que ele substituiu John Sinclair (que tocou no álbum “No More Tears”), que entrou em turnê com o The Cult.

Além do álbum, “Live & Loud” também foi lançado em VHS (e nos tempos atuais em DVD). Porém, os vídeos foram copilados em imagens ao vivo de vários concertos em vez de um único show. E isso é evidente, por exemplo, Ozzy Osbourne pode ser visto tanto sem camisa quanto com roupas diferentes na mesma música, enquanto o guitarrista Zakk Wylde pode ser visto tocando com até três guitarras durante a execução do mesmo tema.

Quanto às faixas desse álbum (duplo) ao vivo, um repertório de clássicos: além das músicas de seu recente trabalho na época, canções que marcaram a carreira do Madman, inclusive com temas do Black Sabbath.

Aliás, duas faixas chamam mais atenção: “I Don’t Want To Change The World”, que rendeu a Ozzy Osbourne o Grammy de “Melhor Performance de Metal”, em 1994; e também “Black Sabbath”, que foi tocada juntamente com os eternos companheiros do grupo de Birmingham: Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward, em um concerto em Costa Mesa, na Califórnia. Sim, foi no mesmo show em que Dio, então vocalista do Black Sabbath, se recusou a abrir o evento para o seu desafeto.

Ainda bem que esse negócio de “turnê de despedida” não passou de uma promessa. Afinal, Ozzy Osbourne não pode parar. Depois de ter usado drogas por mais de 40 anos, arrancar a cabeça de um morcego, cair de um quadriciclo que o deixou em coma por alguns dias, não seria uma sequência de shows que iria parar uma das maiores lendas do Heavy Metal, não é mesmo? Pois seria uma tremenda sacanagem dos deuses do Metal em não deixarmos assistir Ozzy Osbourne e seus camaradas do Black Sabbath aqui no Brasil. Vida longa ao eterno Madman."

(http://culturaefutebol.wordpress.com/2013/06/30/ozzy-osbourne-20-anos-de-live-loud/)


Ozzy Osbourne: voz
Zakk Wylde: guitarra e piano em “Changes”
Mike Inez: baixo
Randy Castillo: bateria
Kevin Jones: teclados

Tony Iommi: guitarra em “Black Sabbath”
Geezer Butler: baixo em “Black Sabbath”
Bill Ward: bateria em “Black Sabbath”

Disco 1:
1. Intro
2. Paranoid (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)
3. I Don’t Want To Change The World (Osbourne / Wylde / Castillo / Kilmister)
4. Desire (Osbourne / Wylde / Castillo / Kilmister)
5. Mr. Crowley (Osbourne / Rhoads / Daisley)
6. I Don’t Know (Osbourne / Rhoads / Daisley)
7. Road To Nowhere (Osbourne / Wylde / Castillo)
8. Flying High Again (Osbourne / Rhoads / Daisley / Kerslake)
9. Guitar Solo (Wylde)
10. Suicide Solution (Osbourne / Rhoads / Daisley)
11. Goodbye To Romance (Osbourne / Rhoads / Daisley)

Disco 2:
1. Shot In The Dark (Osbourne / Soussan)
2. No More Tears (Osbourne / Wylde / Inez / Castillo / Purdell)
3. Miracle Man (Osbourne / Wylde / Daisley)
4. Drum Solo (Castillo)
5. War Pigs (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)
6. Bark At The Moon (Osbourne)
7. Mama, I’m Coming Home (Osbourne / Wylde / Kilmister)
8. Crazy Train (Osbourne / Rhoads / Daisley)
9. Black Sabbath (Osbourne / Iommi / Bluter / Ward)
10. Changes (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)


Discos (duplo) e capa em excelente estado; com encarte.
Edição Brasileira Original 1993.
Saindo por R$ 50,00