sábado, 26 de abril de 2014

Deep Purple - Machine Head (72)



""Machine Head” foi gravado em dezembro de 1971 em Montreux na Suíça no interior do Grand Hotel, um hotel de luxo abandonado. O hotel foi a terceira opção da banda; convidados pelo produtor CLAUDE NOBS para a realização da gravação no Cassino de Montreux, o local foi alvo de um incêndio acidental durante um show de FRANK ZAPPA (fato que originou a letra de “Smoke on the water” ).

O álbum é uma verdadeira aula de hard rock setentista, contando com todos os elementos que caracterizariam o estilo a partir daí. “Highway Star”, a faixa que abre o disco surge de um fato prosaico: perguntado por um jornalista a respeito do processo de composição, RITCHIE BLACKMORE respondeu: “ Assim”- com um banjo nas mãos passou a palhetar para baixo uma única nota no instrumento. Surge assim o riff inicial da canção que foi completa pela banda naquela mesma noite.

O solo de guitarra da música é outro caso a parte. O próprio BLACKMORE em entrevista admite que, até então, a maioria de seus solos era improvisado por sobre a penta blues. Nesse canção, entretanto, o guitarrista se vale da alternância entre motivos blues e nos últimos compassos do trecho traz a famosa sequência de arpejos em uma corda, influenciando, a partir dali, a base do chamado metal neoclássico dos anos 80.

“Maybe I´m a Leo” surge a partir de um riff criado por ROGER GLOVER (durante as gravações o título provisório da faixa era “Blues riff”) e traz uma ideia simples mas eficiente: a substituição da seqüência (até então) lógica de riff, partindo da tônica (no caso, C). Ainda, segundo o própria baixista, inspirado em” How do you sleep” (faixa de JOHN LENNON) o riff inicia-se no tempo fraco do compasso o que confere uma característica melódica diferenciada para essa excelente canção.

A faixa seguinte “Pictures of Home” põe em destaque a inacreditável bateria de IAN PAICE trabalhando em contrapontos inacreditáveis. Destaque também para o solo de JON LORD explorando cromatismos além de suas habituais passagens pelo modo frígio. “Never before” e a faixa mais comercial do disco (foi produzida para ser o single do PURPLE na época, mas não colou). Essa faixa apresenta uma incrível mudança tonal e de andamento no meio da canção, com os vocais de GILLAN gravados em double-tracking (técnica de sobreposição de vozes). Show!

Em seqüência vem “Smoke on the water”. Não vou aqui repetir pela enésima vez a história sobre sua composição! O fato é que a música e, principalmente seu riff, estão entre os mais conhecidos da estrada do rock. Um fato interessante, contado no vídeo “Machine Head - Classic Albuns” é o detalhe semi-oculto no áudio em que GILLAN diz “Break a leg, Frank”.

Por falar em riff, a faixa seguinte traz um dos mais brilhantes já criado pelo Purple: “Lazy”. Em pouco mais de sete minutos a banda dispara um clássico no formato blues menor, conduzida pelo petardo pentatônico (alegria de todo guitarrista novato quando desvenda) acrescentado das dissonâncias espertamente espalhadas pela harmonia.

Fechando o disco a paródia do caminhoneiro espacial, cuja criação também merece destaque. Para aqueles que já ouviram “Space Trucking” 132.000 vezes como eu (se ainda não o fez, faça) a introdução (ao contrário do que muita gente pensa) saturada não é feita pela guitarra e sim com o órgão Hammond de LORD plugado em um amplificador Marshall (“a besta” nas palavras do próprio músico). Logo depois o sensacional riff cromático de BLACKMORE (que segundo o próprio foi inspirado na música tema da série Batman)."

(http://whiplash.net/materias/cds/156629-deeppurple.html)


Track list:

1. "Highway Star"
2. "Maybe I'm a Leo"
3. "Pictures of Home"
4. "Never Before"
5. "Smoke on the Water"
6. "Lazy"
7. "Space Truckin'"


Disco em muito bom estado (com sinais de uso - sem riscos).
Capa em bom estado (envelhecida nas bordas - vide foto)
Edição Brasileira de 1972.
Saindo por R$ 30,00


Beatles - Hey Jude (70)



"Os Beatles já estavam praticamente destruídos como grupo musical quando a Capitol Records (dona dos direitos do grupo nos Estados Unidos) lançou esse álbum no mercado americano. 

Na verdade não é um disco oficial da discografia britânica. Os Beatles nunca pensaram em lançar algo assim mas os executivos da gravadora americana achavam um verdadeiro absurdo que um clássico como “Hey Jude” não estivesse em nenhum álbum oficial da banda. Assim acabaram criando um disco para a canção, uma das mais populares e conhecidas da história dos Beatles.

Para completar o disco resolveram ainda unir outros singles de sucesso que também seguiam até aquele momento inéditas em LP. O resultado dessa tacada de marketing é realmente um álbum bem bolado, que une alguns dos maiores sucessos da banda pela primeira vez.

Como dito, “Hey Jude” (ou “Beatles Again” como é conhecido em alguns países) é na realidade uma coletânea de canções que foram lançadas em compactos simples. Obviamente que Hey Jude é o carro chefe. Embora assinada por Lennon e McCartney essa é na realidade uma canção composta exclusivamente por Paul McCartney. Fez tanto sucesso na época que até hoje é reconhecida por qualquer pessoa, de qualquer segmento social. Paul a compôs pensando em Julian Lennon durante a separação de seus pais, John e Cynthia. Inicialmente se chamou “Hey Jules” (de Julian) mas depois para ficar menos óbvia Paul, após ouvir o que John achava, mudou o título para o que a tornou célebre.

Outra música 100% McCartney é a animada e alegre “Lady Madonna”, uma curtição de Paul com o som de New Orleans. Fats Domino era certamente uma inspiração para ele desde os tempos em que era um simples colegial em Liverpool.

Já do lado de John Lennon várias canções estão presentes. A mais autoral, como não poderia deixar de ser, era a baladinha com toques folk “The Ballad of John and Yoko”. Lennon ficou bastante chateado com a gravação dessa faixa. Para ele os Beatles a negligenciaram completamente, tanto nas gravações como em seu lançamento sem destaque algum. Para piorar o mal estar apenas Paul participou das gravações ao lado de John o que não era surpresa uma vez que George Harrison simplesmente odiava Yoko Ono e não gravaria algo assim louvando a musa de Lennon.

Outra canção que embora clássica era considerada mal gravada por Lennon era “Revolution” (lado B do single Hey Jude, o primeiro do grupo no selo Apple). Lennon sempre reclamava do pouco caso que os demais Beatles fizeram da música. Para ele sempre havia um clima de “preguiça e má vontade” com suas composições dentro dos estúdios. Não é de se admirar que o grupo estivesse tão tenso com tantas mágoas e rivalidades nas gravações das canções.

Outra faixa excepcional da safra de John Lennon era “Don't Let Me Down” que seria muito executada após sua morte pela óbvia associação da letra com seu terrível assassinato. Com tantos clássicos juntos em um só álbum não há o que reclamar. Só a lamentar a mistura de canções da primeira e segunda fase dos Beatles em um mesmo disco. Não tem sentido colocar canções da trilha de “A Hard Day´s Night” em um álbum como esse, tão característico dos últimos momentos do grupo. Mesmo assim fica a recomendação. Os Beatles foram tão produtivos, tão talentosos, que até LPs que eram meras coletâneas de compactos perdidos eram simplesmente geniais."

(http://music-pabloaluisio.blogspot.com.br/2013/02/the-beatles-hey-jude.html)

Faixas:

Can't Buy Me Love
I Should Have Known Better
Paperback Writer
Rain
Lady Madonna
Revolution
Hey Jude
Old Brown Shoe
Don't Let Me Down
The Ballad of John and Yoko


Disco e capa em muito bom estado (com sinais de uso, algum chiado ocasional, sem riscos).
Edição Brasileira de 1985.
Saindo por R$ 30,00


Ozzy Osbourne - Live & Loud (1993)



"Live & Loud”, era para ser considerado o último a ser lançado pelo Madman, uma vez que Ozzy estava planejando em aposentar-se. Aliás, o registro, lançado ao vivo, fazia foi gravado durante a “No More Tours”, um trocadilho com o título do último trabalho de estúdio do vocalista (“No More Tears”, de 1991).

Mixado pelo veterano produtor Michael Waneger, “Live & Loud” não traz gravações de apenas um único show, e sim de diversas apresentações de Ozzy Osbourne durante a turnê. O álbum ocupou a décima posição na Billboard daquele ano e ganhou disco de platina por quatro vezes.

Os boatos de que a turnê seria a de “despedida” de Ozzy dos palcos se deve pela expressão de cansaço com a maratona de shows que o Madman estava enfrentando nos últimos anos. Aliás, para a turnê, Mike Inez assumiu o baixo e Kevin Jones os teclados, já que ele substituiu John Sinclair (que tocou no álbum “No More Tears”), que entrou em turnê com o The Cult.

Além do álbum, “Live & Loud” também foi lançado em VHS (e nos tempos atuais em DVD). Porém, os vídeos foram copilados em imagens ao vivo de vários concertos em vez de um único show. E isso é evidente, por exemplo, Ozzy Osbourne pode ser visto tanto sem camisa quanto com roupas diferentes na mesma música, enquanto o guitarrista Zakk Wylde pode ser visto tocando com até três guitarras durante a execução do mesmo tema.

Quanto às faixas desse álbum (duplo) ao vivo, um repertório de clássicos: além das músicas de seu recente trabalho na época, canções que marcaram a carreira do Madman, inclusive com temas do Black Sabbath.

Aliás, duas faixas chamam mais atenção: “I Don’t Want To Change The World”, que rendeu a Ozzy Osbourne o Grammy de “Melhor Performance de Metal”, em 1994; e também “Black Sabbath”, que foi tocada juntamente com os eternos companheiros do grupo de Birmingham: Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward, em um concerto em Costa Mesa, na Califórnia. Sim, foi no mesmo show em que Dio, então vocalista do Black Sabbath, se recusou a abrir o evento para o seu desafeto.

Ainda bem que esse negócio de “turnê de despedida” não passou de uma promessa. Afinal, Ozzy Osbourne não pode parar. Depois de ter usado drogas por mais de 40 anos, arrancar a cabeça de um morcego, cair de um quadriciclo que o deixou em coma por alguns dias, não seria uma sequência de shows que iria parar uma das maiores lendas do Heavy Metal, não é mesmo? Pois seria uma tremenda sacanagem dos deuses do Metal em não deixarmos assistir Ozzy Osbourne e seus camaradas do Black Sabbath aqui no Brasil. Vida longa ao eterno Madman."

(http://culturaefutebol.wordpress.com/2013/06/30/ozzy-osbourne-20-anos-de-live-loud/)


Ozzy Osbourne: voz
Zakk Wylde: guitarra e piano em “Changes”
Mike Inez: baixo
Randy Castillo: bateria
Kevin Jones: teclados

Tony Iommi: guitarra em “Black Sabbath”
Geezer Butler: baixo em “Black Sabbath”
Bill Ward: bateria em “Black Sabbath”

Disco 1:
1. Intro
2. Paranoid (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)
3. I Don’t Want To Change The World (Osbourne / Wylde / Castillo / Kilmister)
4. Desire (Osbourne / Wylde / Castillo / Kilmister)
5. Mr. Crowley (Osbourne / Rhoads / Daisley)
6. I Don’t Know (Osbourne / Rhoads / Daisley)
7. Road To Nowhere (Osbourne / Wylde / Castillo)
8. Flying High Again (Osbourne / Rhoads / Daisley / Kerslake)
9. Guitar Solo (Wylde)
10. Suicide Solution (Osbourne / Rhoads / Daisley)
11. Goodbye To Romance (Osbourne / Rhoads / Daisley)

Disco 2:
1. Shot In The Dark (Osbourne / Soussan)
2. No More Tears (Osbourne / Wylde / Inez / Castillo / Purdell)
3. Miracle Man (Osbourne / Wylde / Daisley)
4. Drum Solo (Castillo)
5. War Pigs (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)
6. Bark At The Moon (Osbourne)
7. Mama, I’m Coming Home (Osbourne / Wylde / Kilmister)
8. Crazy Train (Osbourne / Rhoads / Daisley)
9. Black Sabbath (Osbourne / Iommi / Bluter / Ward)
10. Changes (Osbourne / Iommi / Butler / Ward)


Discos (duplo) e capa em excelente estado; com encarte.
Edição Brasileira Original 1993.
Saindo por R$ 50,00


quarta-feira, 23 de abril de 2014

The Dave Brubeck Quartet - At Carnegie Hall (1963)



"The Dave Brubeck Quartet At Carnegie Hall is a 2 LP live album clocking in at a little over 90 minutes. My copy, shown below, was discovered in my parents attic, and, thankfully, it is in relatively good shape. The album cover reveals an amazing amount of information about Dave Brubeck, the band, and the performance. We learn, for example, that Brubeck didn't have high hopes for the February 22, 1963 performance. A snow storm and newspaper strike threatened to keep the audience away. Thankfully, the fans showed up and, according to the cover, that evening the Dave Brubeck band "reached swinging heights few ... had ever heard it attain before".

I enjoyed the album; although, at 90 minutes I found it difficult to stay focused during a single sitting. The album is a bit like a locomotive, it starts out slow but is able to build up a good head of steam by the end. The final few songs are the ones that everyone recognizes and remembers. They alone are worth the price of admission. I don't think I'll find myself listening to this album very often in its entiery. However, I wouldn't be surprised if from time to time, I'll throw on the second album just to hear the riff and rythms of "Blue Rondo a la Turk" or "Take Five". "

(http://reflectionangle.blogspot.com.br/2012/12/vinyl-review-dave-brubeck-quartet-at.html)

Discos (duplo) e capa em ótimo estado.
Importado USA.
Edição Original 1963.
Saindo por R$ 70,00

Led Zeppelin II (1969)



"Indubitavelmente o mais arquetípico grupo de "Rock Pauleira" setentista, o Led Zeppelin ficou marcado por sua trajetória meteórica e ao mesmo tempo trágica, além de terem vivido todos os "excessos" que estão impregnados no imaginário popular sobre os rockeiros (sexo, drogas & Rock'N'Roll); porém, graças à eles o termo "heavy-metal" incorporou-se definitivamente à nomenclatura roqueira.

Provavelmente o trabalho mais "heavy" da banda, o Led Zeppelin II foi gerado em alguns breves intervalos entre um show e outro durante uma corrida turnê americana em 1969, tendo a maioria das faixas sido compostas em quartos de hotéis e gravadas em diversos estúdios nos EUA. Após uma breve pausa em setembro do mesmo ano se reúnem no Olympic Studios em Londres para finalizá-lo.

O disco abre com o riff ameaçador de "Whole Lotta Love" - surrupiada de "You Need Love" do repertório do bluesman Willie Dixon - e lá pela metade se transforma numa sequência hipnótica de uivos e ruídos executados no theremim por Jimmy Page (alusão à um orgasmo?). Esta faixa tornou-se (à revelia da banda) o primeiro single lançado, à partir de uma remixagem editada em cerca de 2 minutos. Prossegue com "What Is And What Should Never Be", canção típica do Led pois alterna momentos suaves com intervenções "pauleiras". Depois vêm o blues lascivo de "The Lemon Song", cuja melodia foi inspirada em "Killing Floor" de Howlin' Wolf e a letra em "Squeeze My Lemon" de Robert Johnson. Encerra-se o lado A com a primeira parceria Page/Plant - "Thank You" - pungente balada cuja letra foi escrita por Plant para sua esposa, Maureen.

O Lado 2 começa novamente com um riff poderoso - "Heartbreaker", no qual Jones, tocando um contrabaixo matador, divide a atenção com Page. Na sequência temos "Living Loving Maid", espécie de continuação de "Heartbreaker"; logo após vêm "Ramble On", cuja letra foi inspirada pela leitura de "O Senhor Dos Anéis", de J.R.Tolkien; em seguida temos um solo de John Bonham - "Moby Dick" - executada em parte sem as baquetas e como desfecho outra canção "emprestada" por Willie Dixon: "Bring It On Home", no qual após uma introdução "light" regada à gaita tocada por Plant a banda manda ver, demonstrando que os músicos estavam plenamente entrosados.

Antes mesmo de ir às lojas em 22 de outubro de 1969 este álbum já tinha cerca de 400 mil pedidos antecipados só nos EUA, conseqüentemente menos de uma semana após lançado pula da 199ª para a 15ª posição nas paradas, e poucos dias após chega ao segundo lugar, perdendo somente para o "Abbey Road" dos Beatles. Esta porém seria a última vez que perderiam algo para os Fab Four, pois no decorrer da década de 70 bateriam todos os recordes de público e vendagem estabelecidos anteriormente.

Soma-se à isto a guitarra tonitruante de Page, os vocais soberbos de Plant, o baixo e os arranjos precisos de Jones, a pegada forte e característica de Bonham, e principalmente "Stairway To Heaven", que se tornou um dos principais hinos da década, e têm-se então uma idéia do motivo do Led ter se consolidado como uma das maiores e mais influentes bandas de Rock que existiram neste planeta!"

(Fonte: Resenha - Led Zeppelin II - Led Zeppelin http://whiplash.net/materias/cds/003188-ledzeppelin.html#ixzz2ziEyLSzr)

Track List:
Whole Lotta Love
What Is And What Shoud Never Be
The Lemon Song
Thank You
Heartbreaker
Living Loving Maid (She’s Just A Woman)
Ramble On
Moby Dick
Bring It On Home

Jimmy Page: guitarras, theremim
Robert Plant: vocais, gaita
John Bonham: bateria
John Paul Jones: baixo, teclados


Disco e capa (dupla) em ótimo estado.
Edição Brasileira 1977.
Saindo por R$ 60,00


Kiss - Alive I (1975)



"No “Alive I”, lançado originalmente em 1975, tem-se um ótimo apanhado das melhores canções extraídas dos três primeiros álbuns de estúdio da banda, o auto-intitulado “Kiss”, o “Hotter Than Hell” e o “Dressed To Kill”, sendo deste último o maior sucesso da banda em todos os tempos: o hino “Rock n` Roll All Nite”. Todo o álbum é ótimo, mas destaco a abertura do show, com “Deuce”, a ótima “Let Me Go, Rock n´ Roll” e ainda “100.000 Years” e “Cold Gin”, que mostram um Peter Criss comandando muito bem as baquetas e em plena forma na década de 70."

(Fonte: Resenha - Alive! 1975 2000 - Kiss http://whiplash.net/materias/cds/053235-kiss.html#ixzz2ziCdx891)

Capa em muito bom estado. Discos (duplo) em excelente estado.
Edição Brasileira 1983.
Saindo por R$ 45,00

terça-feira, 22 de abril de 2014

Dorival Caymmi - Caymmi e Seu Violão (1959, Odeon)



"Nos anos 50, Dorival Caymmi fez uma série de discos reunindo o melhor de sua obra. São todos fundamentais, mas Caymmi e Seu Violão traz o compositor baiano interpretando suas canções praieiras. São elas: “Canoeiro”, “A Jangada Voltou Só”, “Dois de Fevereiro”, “É Doce Morrer no Mar”, “O Mar”, “Quem Vem Pra Beira do Mar”, “Promessa de Pescador”, “O Vento”, “A Lenda do Abaeté”, “Noite de Temporal” e “Coqueiro de Itapoã”. As canções de Caymmi por si só permitem “ver” a Bahia, mas ganham ainda mais força na voz e no violão do criador."

(http://rollingstone.uol.com.br/listas/os-100-maiores-discos-da-musica-brasileira/bicaymmi-e-seu-violaoi-dorival-caymmi-1959-odeonb/)


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Original 1959. MONO.
Saindo por R$ 35,00

sábado, 5 de abril de 2014

4ª Feira do Vinil em Campo Grande-MS


3ª Feira do Vinil em Campo Grande-MS


Eric Clapton -‎ The Cream Of Eric Clapton (1987)




Tracklist
A1 –Derek & The Dominos Layla
A2 –Cream Badge
A3 –Cream I Feel Free
A4 –Cream Sunshine Of Your Love
A5 –Cream Strange Brew
A6 –Cream White Room
A7 –Eric Clapton After Midnight

B1     –Eric Clapton Cocaine
B2     –Eric Clapton I Shot The Sheriff
B3 –Eric Clapton Lay Down Sally
B4 –Eric Clapton Knockin' On Heaven's Door
B5 –Eric Clapton Wonderful Tonight
B6 –Eric Clapton Let It Grow
B7 –Eric Clapton Promises


Disco em excelente estado. Capa (dupla) em ótimo estado.
Edição Brasileira 1990.
Saindo por R$ 30,00