quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Rush - A Farewell to Kings (77)



"O Rush estava bastante estável na entrada do ano de 1977. Seus quatro discos, bem como o álbum ao vivo All The World’s A Stage foram gradualmente sendo muito bem recebidos pelos fãs do gênero. A mistura entre o Hard Rock dignamente setentista e elementos progressivos estava cada vez mais coesa. Mas havia um problema: o reconhecimento não era lá dos maiores, principalmente fora do Canadá. A banda não engatou grande sucesso comercial.

Em A Farewell To Kings, quinto disco de estúdio do grupo, as coisas começaram a mudar. Talvez seja o divisor de águas, mas na discografia do Rush, prefiro enxergar como a evolução natural do antecessor 2112, álbum que peca pelos excessos musicais que podem ser considerados “laboratoriais” para a produção do material posterior.

A abertura com a faixa-título revela que o trio estava cada vez mais afiado. A composição é muito bem construída e evidencia os talentos individuais de cada integrante. “Xanadu”, um clássico progressivo, dá sequência com grandiosidade. Seu início climático prepara a audição para a excelente canção que segue. O Rush era mais ousado por soar um pouco mais pesado do que os progs de seu tempo. Não à toa, para 11 de 10 bandas do Metal progressivo oitentista, foram a influência principal.

A excelente balada “Closer To The Heart” segue o play com sua vibe positiva, boa letra e incrível construção melódica. Alex Lifeson já declarou, em entrevistas, que esta é a música derradeira da carreira do Rush, talvez por seu destaque ao ser lançada como single. “Cinderella Man”, composição do também bom letrista Geddy Lee, transita mais pelo Hard Rock empregado nos dois primeiros plays.

Para o fechamento do disco, dois extremos: “Madrigal” e “Cygnus X-1 Book I: The Voyage”. A simplória “Madrigal” impressiona mesmo com seus 2 minutos e meio de duração. Majoritariamente acústica, tem a voz de Geddy Lee, carregada de feeling, como destaque. Já a complexa “Cygnus X-1 Book I: The Voyage” narra uma viagem pela ficção científica em sua letra. A música, dividida em quatro partes, tem o instrumental mais bem construído de todo o disco. E ainda tem uma continuação de 18 minutos (“Book II: Hemispheres”) no álbum sucessor, Hemispheres.

O sucesso comercial começou a aparecer de fato em A Farewell To Kings. O mercado estadunidense, alvo principal dos artistas em geral, recebeu bem o lançamento e foi o primeiro do trio a receber disco de ouro por lá, sendo seguido por disco de platina um tempo depois. Foi o início do reconhecimento comercial de um dos monstros sagrados do Rock progressivo, que se expandiria pelo mundo futuramente.

Rush – “A Farewell To Kings”
Lançado em 1° de setembro de 1977

Geddy Lee (vocal, baixo, guitarra de 12 cordas)
Alex Lifeson (guitarra, violão)
Neil Peart (bateria, sinos, percussão em geral)

Músico adicional:
Terry Brown (voz inicial em 6)

01. A Farewell to Kings
02. Xanadu
03. Closer to the Heart
04. Cinderella Man
05. Madrigal
06. Cygnus X-1 Book I: The Voyage

(Fonte: Resenha - A Farewell To Kings - Rush http://whiplash.net/materias/cds/162300-rush.html#.UrwfqfRDtBk#ixzz2oaDVTmrR)


Disco em ótimo estado. 
Capa em muito bom estado (com um pouco de desgaste nas bordas, natural em uma edição 70´s - vide foto).
Edição Brasileira Original de 1977.
Saindo por R$ 30,00


Rot - Uncertain Future (96) - Lado A ... Intestina Disease - Denying The Wisdom Of Authority (96) - Lado B


               
             
Uncertain Future

Rot – Painfull Existence                              
Rot – Uncertain Future                               
Rot – Living To Deceive                               
Rot – Slave Of Majority                               
Rot – Destroy Everything                           
Rot – Rejecting The Media                        
Rot – Our Freedom - A Lie                         
Rot – The Actor                              
Rot – World Abruption
Rot – Subversive Not Alternative                           
Rot – Fatality?                 
Rot – Technologic Error                               
Rot – Restricted                             
Rot – Still Not For Me                   
Rot – Violent Acts                          
Rot – Where Is My Happiness                  
Rot – Smiling Faces                       
Rot – The Hunger                          
Rot – Almighty God                      
Rot – Putting Down The Structure 





Denying The Wisdom Of Authority

Intestinal Disease – Repetitive Cliché                   
Intestinal Disease – Painted Cloud                        
Intestinal Disease – Ni I'm Not                 
Intestinal Disease – Chaotic Dream                       
Intestinal Disease – De Idealist                               
Intestinal Disease – Reject                        
Intestinal Disease – This Community Is Not For Me                       
Intestinal Disease – Burning                     
Intestinal Disease – People Leave                         
Intestinal Disease – Reality Based On Lies
Intestinal Disease – Conform Or Live                    
Intestinal Disease – Happy Depression                               
Intestinal Disease – Teachers In The School                      
Intestinal Disease – Compact Dazzle Shit                            
Intestinal Disease – It's Time For A Change  


Disco e capa em excelente estado; com encarte.
Edição Original 1996.
Saindo por R$ 60,00

Anthrax - Persistence of Time (90)



"Após a decepção de State Of Euphoria, o Anthrax voltou ao estúdio em 1989 para a gravação de seu quinto trabalho. As coisas pareciam não ir nada bem quando um incêndio destruiu boa parte dos equipamentos da banda, causando um prejuízo de cem mil dólares e destruindo completamente o estúdio. A banda mudou o local de gravação, e em agosto de 1990 saiu Persistence Of Time, mostrando um lado mais maduro da banda. 

Musicalmente o disco é mais lento e com influências progressivas e as letras deixaram de lado o conteúdo bem humorado e com referências pop para dar lugar a críticas sociais, pacifismo e teor introspectivo. Crítica e público receberam bem a nova postura da banda, e o disco é considerado por muitos o melhor trabalho do Anthrax depois de Among The Living (1987). 

O single “Got The Time“, cover de Joe Jackson foi o grande sucesso do álbum e o próprio Jackson elogiou a versão Thrash de sua música. Apesar do começo cansativo com as arrastadas “Time” e “Blood”, o disco é recheado de ótimas canções, como o segundo single “In My World” e a violenta “Belly Of The Beast” com um riff pesadíssimo de Scott Ian, que também faz um grande trabalho em “Keep it in the Family”. 

Persistence Of Time foi um grande sucesso, compensando o fracasso do disco anterior e consolidando a popularidade do Anthrax no início dos anos 90, que inclusive foi indicado a um Grammy por “Melhor Performance de Heavy Metal”.

Em 1991, o Anthrax flertou com o hip-hop mais uma vez, regravando a música “Bring The Noise” do Public Enemy, com participação de Chuck D. A faixa foi um sucesso e incluída na compilação Attack Of The Killer B’s (1991) e no álbum do Public Enemy, Apocalypse 91… The Enemy Strikes Black (1991)."

(http://consultoriadorock.com/2012/08/05/discografias-comentadas-anthrax-parte-i/)

Disco em muito bom estado (com um pouco de chiado ocasional e um risco na faixa "Intro to Reality" que não chega a ocasionar um "pulo da agulha", mas apenas um pequeno estalo de cerca de 1 minuto). 
Capa em muito bom estado, com um pequeno rasgo na estrada do disco (vide foto); com encarte.
Edição Brasileira Original de 1990.
Saindo por R$ 35,00

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

D.R.I. - Dirty Rotten LP (88)



"Dirty Rotten Imbeciles, ou simplesmente D.R.I., é uma banda de thrashcore/crossover thrash formada em 1982, no Texas, nos Estados Unidos.

Inicialmente era uma banda de hardcore/punk, e ao longo dos anos foi incorporando elementos do thrash metal no som, sendo considerados um dos pais do Crossover, a fusão do hardcore com o metal.A banda recebeu esse nome (Sujos, Podres e Imbecis em português) por causa do pai dos irmãos Kurt e Eric Brecht, apelidado de The Madman por eles. A banda sempre que ensaiava na casa dos irmãos, Mr. Madman mandava parar com o ensaio insultando-os com o futuro nome da banda. Eles inicialmente chamavam-se U.S.D.R.I mas logo depois simplificaram para D.R.I.

Em 1987, a banda lança o álbum Crossover, com músicas mais longas e elaboradas que os álbuns anteriores, sendo esse álbum o pioneiro, mais importante e influente no estilo crossover thrash.

A banda teve várias formações diferentes, só permanecendo o vocalista Kurt Brecht e o guitarrista Spike Cassidy e lançou 7 álbuns e fez turnês no mundo inteiro com bandas como Dead Kennedys, Slayer (a banda credita o D.R.I como uma das suas maiores influências), Ratos de Porão e chegou a tocar duas vezes no Brasil e faz shows esporadicamente hoje em dia.

Recentemente, o guitarrista Spike Cassidy foi diagnosticado com câncer no colon, interrompendo uma longa turnê que a banda pretendia fazer. Mas agora, o guitarrista está reucuperado e a banda promete novidades.

A banda teve os álbuns Dirty Rotten LP, Crossover e 4 of a Kind lançados no Brasil no formato vinil no final dos anos 80, pelo selo Eldorado.

O D.R.I se apresentou no Brasil em 2011: Dias 13 de abril em Curitiba, no Hangar Bar,dia 14 de abril no Rio de Janeiro, Teatro Odisséia e no dia 15 abril em Recife, no Festival Abril Pro Rock junto com o Misfits, no dia 16 de abril em Belo Horizonte, no Music Hall e dia 17 de abril em São Paulo, no Carioca Club."

(wikipedia)

Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira Original de 1988.
Saindo por R$ 60,00

Azimuth (75)



"História

O grupo nasceu junto com a cervejaria Canecão em três palcos diferentes Zé, Alex e Mamão atuavam com seus grupos,revezando as apresentações Mamão com os “Youngsters”, Alex com um trio de bossa-nova e Zé Roberto resolveu se juntar com os caras que ele admirava outros pinguins. Maestro arranjador Zé Roberto Bertrami não parava nunca,hora escrevendo, hora gravando, hora tocando.

Contratado pela Philips (posteriormente Phonogram) os três gravavam e arranjavam as bases dos sucessos da época, entre eles estavam Raul Seixas, Tim Maia , Erasmo Carlos, MPB-4, Marcos Valle, Erlon Chaves, Sérgio Sampaio , Gonzaguinha e muitos outros o que totalizava 4 entre seis músicas que tocavam na Rádio Mundial e Tamoio em 1974.

Em 1970 faziam apresentações ao vivo com o grupo “Seleção” onde pretendiam fazer bailes que acabavam com o público sentado, ouvindo e aplaudindo como se fosse um show. Anos depois resolveram gravar um disco independente influenciados por seu amigo Tim Maia que já estava em estúdio fazendo, porém quando o LP ficou pronto a produção foi vendida a gravadora novata Som Livre que tratou de colocar a faixa “Linha do horizonte” na novela “Cuca Legal” o único sucesso cantado pelo grupo. O grupo passou a se chamar Azymuth por sugestão de Paulo Sergio Valle durante as gravações da trilha sonora do filme “O Fabuloso Fittipaldi”.

Em 1975 gravam “Melô da Cuíca”, música integrante da trilha sonora da novela “Pecado Capital“, o fusion samba funk trouxe o convite para o grupo participar do Festival de jazz de Montreaux na Suíça (foram os primeiros brasileiros então convidados para o evento). Logo depois de ser chamado para arranjar uma faixa do disco da Ella Fitzgerald, a cantora brasileira Flora Purim que havia recebido o prêmio demelhor cantora de jazz (Estados Unidos) daquele ano contratou o grupo para uma tourné por todo o país.
Ivan Conti: Baterista

Carinhosamente apelidado de “Mamão”, nascido na Tijuca no Rio de Janeiro iniciou-se em música tocando guitarra. Mas foram os solos de Gene Kruppa que o levou a trocar de instrumento. Sua coordenação motora e seu completo domínio nos tambores é impressionante. Já se apresentou com Ray Brown, Dizzy Gillespie, Milt Jackson, Elis Regina, Gal Costa, Erasmo e Roberto Carlos, Eumir Deodato, Rita Lee. Participou da orquestra Internacional do maestro Paul Mauriat que o incluiu em duas temporadas em que fez shows no Japão.




O álbum

Sonzera de primeira grandeza, power trio com um groove unico e nada de excesso de virtuosismo, a banda começou acompanhando o gênio Marcos Valle (com quem gravou discos e trilhas sonoras de filmes e novelas) e depois tomou vida prórpia e ficando mais famosa nos EUA e Europa que aqui onde não valorizam muita a música instrumental.

A maior parte do disco é instrumental, mas temos vocais em algumas como Faça de conta e Linha do Horizonte que é o hit da banda no Brasil, esses caras já faziam em plena década de 70 o que hoje é chamado de Lounge Music, ou seja uma música relaxante, com harmonias belas e um groove que não deixa ninguém parado."

(http://portrasdavitrola.blogspot.com.br/2013/08/azymuth-azimuth-1975.html)

Faixas:

01- Linha Do Horizonte
02- Melô Dos Dois Bicudos
03- Brazil
04- Faça De Conta
05- Caça A Raposa
06- Estrada Dos Deuses
07- Esperando Minha Vez
08- Montreal City
09- Manhã
10- Periscópio




José Roberto Bertrami (Teclados)
Alex Malheiros (Baixo) 
Ivan Conti ”Mamão” (Bateria)


Disco em muito bom estado (com chiado ocasional - sem riscos).
Capa em muito bom estado (envelhecimento natural de uma edição 70´s).
Edição Original de 1975.
Saindo por R$ 80,00

Santana - Caravanserai (72)



"Falando francamente, este não é um disco para iniciantes. É sim, para iniciados. Não aconselhado para quem ainda não conhece Carlos Santana. Obrigatório para quem já conhece. Você não pode conhecer Santana por este disco, mas não pode afirmar que conhece Santana sem conhecer este disco. 

Foi gravado em 1972, marcado por mudanças na formação da banda, e no próprio som de Santana, que vinha nos seus três discos anteriores determinando sua marca ao misturar salsa, rock  e jazz. Aqui temos, ainda, e talvez mais até, o jazz, porém quase somente instrumental. E eu acrescentaria, um algo até mais espiritual. Aliás, o som remete à capa. Você viaja em uma caravana, sente o deserto, e sem dúvida vê o oásis. A percussão comanda de fora a fora, sem obedecer a ninguém, a não ser a guitarra de Santana, o mestre da caravana. 

Para dar uma ideia do que esperar deste disco, basta dizer que aqui está "Stone Flower" de Tom Jobim. Santana e Tom Jobim. Quer mais? É neste album que entra o percursionista cubano Amando Peraza (para mim um dos melhores do mundo). Falei no início que este disco não é para iniciantes, e sim, para iniciados. É que não se deve esperar um disco de guitarrista, com a guitarra ditando as regras. Não é assim que funciona com Santana, e neste disco muito menos. A música vem como deve vir, em grupo. Cada um fazendo sua parte e construindo assim, o todo. Santana, o mestre da alquimia, é humilde e apenas complementa, preenche os espaços entre a percussão, a bateria, os teclados, o contra-baixo, o vocal em algumas faixas. Mas não se engane, quando a guitarra grita suavemente uma frase, é uma majestade que está gritando suavemente uma frase. E você, fatalmente, suavemente, displicentemente esquece todos os outros instrumentos, os coadjuvantes, e ouve o que Santana tem a dizer. E o que ele diz ? Ele diz...ouça aquele timbau, e este teclado. Sinta aquela bateria. 

Caravanserai, viajando junto, ao som de Santana. Não posso definir o som encontrado neste disco. É algo que não se explica, se ouve. Tudo que eu ousasse dizer aqui sobre as faixas do disco, só seria compreendido após a audição atenta e entregue do leitor. Se o leitor não alcançar este disco à primeira audição, por favor, não culpe o disco, nem culpe a si mesmo. Dê nova chance aos dois, e após a audição definitiva, com certeza irá perceber que já ouviu uma centena de vezes, por puro prazer."

(http://oucaestedisco.blogspot.com.br/2011/04/caravanserai-viajando-juntocom-carlos.html)


"Caravanserai é o mais eleborado e complexo trabalho de Santana. Tem inúmeras passagens progressivas e até um homenagem a um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos : Tom Jobin, na música Stone Flower. A percurssão é fantástica, como é em todos os Santanas, mas este é mais. Ouçam e poderão consatarar algo mais nos rítimos. As harmonias são diferentes de todos os outros discos do Santana e tendem ao jazz rock, e referendam Miles Davis. Caravanserai é o disco que menos vendeu e que mais se aproximou do não comercial, embora haja até composições no disco com esta finalidade."

(http://esquinadorock.blogspot.com.br/2009/04/santana-caravanserai-1972.html)

Disco em muito bom estado (com algum chiado perceptível em poucos momentos - sem riscos). 
Capa em muito bom estado (com algum amarelecimento natural).
Edição Brasileira Original de 1972.
Saindo por R$ 35,00


The Byrds - Byrdmaniax (71)



Byrdmaniax is the tenth album by the American rock band The Byrds. It was released in June 1971 on Columbia Records  at a time of renewed commercial and critical success for the band, due to the positive reception that their two previous albums, Ballad of Easy Rider and (Untitled), had received. 

The album was the second by The Byrds to feature the Roger McGuinn, Clarence White, Gene Parsons, and Skip Battin line-up of the band and was mostly recorded in early 1971, while the band were in the midst of an exhausting tour schedule. As a result, the band had little time to hone their new songs before recording commenced and thus, much of the material on the album is underdeveloped. 


Disco e capa em excelente estado.
Importado England. Original 1971.
Saindo por R$ 50,00

sábado, 14 de dezembro de 2013

J.J. Cale - Troubador (76)



"Para mi "Troubadour" y "Shades" son sus mejores obras, en este disco JJ Cale realizaza un ambicioso trabajo lleno de piezas calmadas con impecable estilo soft-rock y con unas gotas de blues y folk que le dan ese toque tan personal y es que JJ Cale se convierte en un trovador del mundo y nos deleita con un disco rico en heterogeneidad de recursos instrumentales bien presentados en doce magnificas canciones llenas de color y calidez sonora.

A destacar "Travelin' Light" y como no su clasico "Cocaine", más conocida en la voz de Clapton. Seguro que todos conocemos este riff, y su letra engañosa que puede pasar como apología del consumo, cuando en realidad es todo lo contrario ("Si quieres terminar acabado, bien abajo en el piso, cocaína"). El tema pasó de ser un lado B del simple de "Lay Down Sally" a ser una parada obligatoria en todos los shows de Clapton hasta hoy. En fin un gran disco de obligada audición, seguro que os encanta.

J.J. Cale (nacido el 5 de diciembre de 1938) es un músico y compositor estadounidense nacido en Tulsa, Oklahoma en 1938. Su verdadero nombre es John W. Cale, aunque muchas fuentes dan incorrectamente el nombre de Jean Jacques Cale. Es conocido por escribir dos canciones que llevaron a Eric Clapton a la fama, "After Midnight" y "Cocaine", así como los éxitos de Lynyrd Skynyrd "Call Me The Breeze" y "I Got the Same Old Blues".

Cale es uno de los pioneros del "Tulsa Sound", mezcla de blues, rockabilly, country y jazz. El estilo personal de Cale ha sido definido como "relajado", y se caracteriza por ritmos shuffle, cambios de acordes sencillos, voces dobladas y letras incisivas e inteligentes. Cale también es un guitarrista muy particular, caracterizado por su forma de puntear y sus solos moderados y ligeros. Sus grabaciones reflejan la sencillez y la falta de artificios de sus composiciones, que son normalmente grabadas enteramente por Cale, ayudándose de una caja de ritmos para el acompañamiento.
Muchos artistas, como por ejemplo Eric Clapton, Mark Knopfler, Neil Young o Bryan Ferry, han sido influenciados por la música de Cale; muchos otros han incluido versiones de Cale en sus álbumes, siendo las canciones más utilizadas "Cocaine", "After Midnight", "Call Me the Breeze", "Travelling Light" y "Sensitive Kind", versionada por Carlos Santana.

Cale también es conocido por su rechazo y aversión al estrellato, a las giras largas, y a las grabaciones periódicas. Ha sido un artista de culto para los músicos, y relativamente desconocido para el público durante los últimos 35 años.
El lanzamiento de su álbum "To Tulsa and Back" en 2004, así como la aparición en el Festival Crossroads de Eric Clapton en el 2006 y el estreno del documental "To Tulsa and Back: On Tour with J.J. Cale", han acercado su discografía a un nuevo público, más joven y más amplio. Además, esta publicidad siguió hasta finales de 2006, cuando publicó un álbum en colaboración con Clapton, The Road to Escondido, que ganó el "Mejor Álbum Contemporáneo de Blues" en la 50 Edición de los Premios Grammy en 2008

 JJ Cale se inspiro en su guitarra Harmony para la tapa de su disco "Troubadour", esta guitarra, nació como una Harmony H162 de 50 dolares, y fue "un poco" modificada. Tanto es asi que el Database de las guitarras Harmony creo una seccion dedicada a los luthieres kamikase, haciendole honor a Cale por su... llamemosle creacion.
"Mi guitarra favorita es esta vieja Harmony de 50 dolares, ahora sin tapa trasera para facilitar el acceso a la electrónica ha comentado JJ Cale en alguna entrevista.

Originalmente se trataba de una guitarra acustica con agujero de boca redondo, pero he añadido cinco pickups para hacer discos y tocar en conciertos. Cuatro de las pastillas son Gibson, dos de los cuales son de baja impedancia para la grabación directa. El microfono barra de otro tipo venía de una guitarra Silvertone Sears (foto de la viola aca) , que ha sido fabricado por Dano Electro. La guitarra tiene tres salidas de alta impedancia y bajo."
Y es que con esta guitarra JJ Cale consigue Un sonido muy personal y difícil de imitar es realmente impresionate ver como esa guitarra suena como los ángeles en su manos."

(http://llopdelblues.blogspot.com.br/2012/06/troubadour-de-jj-cale-y-su-guitarra.html)


Faixas:
Hey Baby 3:16
Travelin' Light 2:53
You Got Something 4:04
Ride Me High 3:39
Hold On 2:05
Cocaine 2:51
I'm A Gypsy Man 2:45
The Woman That Got Away 2:55
Super Blue 2:41
Let Me Do It To You 3:01
Cherry 3:27
You Got Me On So Bad 3:16


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira de 1977.
Saindo por R$ 40,00


A Cor do Som - Transe Total (80)



"A Cor do Som: uma das melhores bandas instrumentais de todos os tempos...

Há exatos 23 anos, mais precisamente em 1987, encerrava suas atividades um dos mais importantes grupos musicais brasileiros, A Cor do Som, cujo talento instrumental, aliado à competente fusão de estilos, influenciou toda uma geração de músicos dos anos 80 e 90.

Fundado em 1976/77 como produto da reunião de músicos que, originalmente, acompanhavam Moraes Moreira e participaram dos antológicos ‘Novos Baianos’, A Cor do Som tinha, nas guitarras, o fraseado de Armandinho Macedo (do Trio Elétrico Dodô & Osmar); Mu (teclados); Dadi (baixo), Ary Dias (percussão); e Gustavo (bateria). Logo no primeiro disco, homônimo, reeditado pela Warner, A Cor do Som já dizia ao que vinha, apresentando músicas instrumentais que incorporavam a fusão dos fraseados do rock e jazz a matrizes nacionais como o baião e xaxado do nordeste, o chôro e a polca, em composições como ‘Bodoque’, ‘Arpoador’, ‘Sambavishnu’, ‘Na Onda do Rio’ e ‘Espírito Infantil’. De quebra, brindava os ouvintes com duas belíssimas versões: Tigreza (de Caetano Veloso), em que Armandinho mostrava seu total domínio da guitarra elétrica, do Bandolim e da guitarra baiana. E Odeon (de Ernesto Nazareth).

Na época, o Brasil vivia um certo ‘boom’ de música instrumental, herança do trabalho pioneiro realizado no início dos anos 70 por bandas como ‘Terço’, ‘Som Imaginário’, ‘Mutantes’ e 'Tutti-Frutti', entre outras que revolucionaram a forma de tocar e acompanhar grandes astros do rock e da MPB. No mesmo ano de estréia de A Cor do Som (1977), Pepeu Gomes apresentava seu ‘Geração de Som’, disco totalmente instrumental que, com o passar do tempo, tornou-se verdadeiro clássico do gênero, no qual são encontradas fusões estilísticas semelhantes àquelas tentadas pela Cor do Som.

Sucesso chega com ‘Frutificar’ e ‘Transe Total’

Em 1978, a Cor do Som lançaria aquele que até hoje é considerado seu melhor LP instrumental, gravado ao vivo no Festival de Montreux, Suíça. As apresentações tiveram o reforço de Aroldo Macedo (irmão de Armandinho), com o qual formou bela dupla de guitarras baianas. Um dos pontos altos foi a longa duração de ‘Arpoador’ e uma impagável versão para Brejeiro, de Ernesto Nazareth, apimentando as já tradicionais aparições de bandas e artistas brasileiros naquele festival.

O sucesso de público, no entanto, viria mesmo com o LP ‘Frutificar’, de 1979, puxado pela música anônima (instrumental), aberta por bela introdução ao piano executada por Mu. Frutificar foi o primeiro LP de A Cor do Som que, em seu repertório, trouxe músicas cantadas que se tornaram hits de sucesso, como Abri a Porta (Gilberto Gil-Dominguinhos), Swingue Menina (Mu-Moraes Moreira) e Beleza Pura (Caetano Veloso). 

No ano seguinte (1980), novo sucesso com o disco Transe Total, puxada por Palco (Gilberto Gil) e Zanzibar (Armandinho-Fausto Nilo), com letra que literalmente ‘pegou’ naquele inesquecível verão, quando os rapazes da Cor do Som cantavam em suas lotadíssimas apresentações Brasil afora:

‘no azul de gezebel, no céu de Calcutá, feliz constelação, reluz no corpo dela, ai tricolor colar. Às de maracatu, no azul de Zanzibar, feliz constelação, reluz no gozo dela, ai mina aperta a minha mão, alá meu only you, no azul da estrela. Aliás, bazar da coisa azul, meu only you, é muito mais que o azul de Zanzibar, paracurú, o azul da estrela’  (...)"

(http://www.sindsprevrj.org.br/jornal/secao.asp?area=21&entrada=4134)

Disco e capa em muito bom estado.
Edição Original de 1980.
Saindo por R$ 20,00


Larry Coryell - Philip Catherine: Twin House (77)



"I heard Larry Coryell and Philip Catherine together for the first time at the Berlin Jazz Festival in 1975. Their creative compability, the enthusiasm and mutual understanding inspired me to take them into the Olympic Sound Studios in London to cut "Twin House" in just one day. This was only possible because both the music and the artists were ready to go on.

"Twin House" became one of those rare jazz records well recieved by both the record buying public and the critics. Two years later we were back in the studio recording the "Splendid Sessions".

Both records were never before released on CD. I am grateful to the artists an my ex-colleagues at WEA, Germany, to let me release what I believe is the best of "Twin House" and "Splendid" on my ACT label. "Mortgage of Your Soul" was taken off and replaced by the previously unreleased track "Dance Dream".

This record is dedicated to the memory of the great gipsy guitar player Django Reinhardt." (Liner notes by producer Siegfried Loch)

(http://www.focuscollection.com/listings/l0105.html)

Disco (com um pouco de chiado típico, perceptível am alguns momentos) e capa em ótimo estado.
Edição Original Brasileira de 1977.
Saindo por R$ 30,00