O Tráfego Vinílico traz somente discos de vinil, sem qualquer restrição quanto ao estilo musical. São discos revisados, higienizados, sem riscos e devidamente qualificados quanto ao estado do disco e da capa... também compro, troco e aceito encomendas... para reservar, basta comentar na postagem do disco, que iniciamos a negociação (preferindo negociar por e-mail: marcosfilho78@hotmail.com)... para + de 1 disco tem desconto... frete único promocional de R$ 15 (p/ qualquer local do Brasil)...
quarta-feira, 23 de abril de 2014
The Dave Brubeck Quartet - At Carnegie Hall (1963)
"The Dave Brubeck Quartet At Carnegie Hall is a 2 LP live album clocking in at a little over 90 minutes. My copy, shown below, was discovered in my parents attic, and, thankfully, it is in relatively good shape. The album cover reveals an amazing amount of information about Dave Brubeck, the band, and the performance. We learn, for example, that Brubeck didn't have high hopes for the February 22, 1963 performance. A snow storm and newspaper strike threatened to keep the audience away. Thankfully, the fans showed up and, according to the cover, that evening the Dave Brubeck band "reached swinging heights few ... had ever heard it attain before".
I enjoyed the album; although, at 90 minutes I found it difficult to stay focused during a single sitting. The album is a bit like a locomotive, it starts out slow but is able to build up a good head of steam by the end. The final few songs are the ones that everyone recognizes and remembers. They alone are worth the price of admission. I don't think I'll find myself listening to this album very often in its entiery. However, I wouldn't be surprised if from time to time, I'll throw on the second album just to hear the riff and rythms of "Blue Rondo a la Turk" or "Take Five". "
(http://reflectionangle.blogspot.com.br/2012/12/vinyl-review-dave-brubeck-quartet-at.html)
Discos (duplo) e capa em ótimo estado.
Importado USA.
Edição Original 1963.
Saindo por R$ 70,00
Led Zeppelin II (1969)
"Indubitavelmente o mais arquetípico grupo de "Rock Pauleira" setentista, o Led Zeppelin ficou marcado por sua trajetória meteórica e ao mesmo tempo trágica, além de terem vivido todos os "excessos" que estão impregnados no imaginário popular sobre os rockeiros (sexo, drogas & Rock'N'Roll); porém, graças à eles o termo "heavy-metal" incorporou-se definitivamente à nomenclatura roqueira.
Provavelmente o trabalho mais "heavy" da banda, o Led Zeppelin II foi gerado em alguns breves intervalos entre um show e outro durante uma corrida turnê americana em 1969, tendo a maioria das faixas sido compostas em quartos de hotéis e gravadas em diversos estúdios nos EUA. Após uma breve pausa em setembro do mesmo ano se reúnem no Olympic Studios em Londres para finalizá-lo.
O disco abre com o riff ameaçador de "Whole Lotta Love" - surrupiada de "You Need Love" do repertório do bluesman Willie Dixon - e lá pela metade se transforma numa sequência hipnótica de uivos e ruídos executados no theremim por Jimmy Page (alusão à um orgasmo?). Esta faixa tornou-se (à revelia da banda) o primeiro single lançado, à partir de uma remixagem editada em cerca de 2 minutos. Prossegue com "What Is And What Should Never Be", canção típica do Led pois alterna momentos suaves com intervenções "pauleiras". Depois vêm o blues lascivo de "The Lemon Song", cuja melodia foi inspirada em "Killing Floor" de Howlin' Wolf e a letra em "Squeeze My Lemon" de Robert Johnson. Encerra-se o lado A com a primeira parceria Page/Plant - "Thank You" - pungente balada cuja letra foi escrita por Plant para sua esposa, Maureen.
O Lado 2 começa novamente com um riff poderoso - "Heartbreaker", no qual Jones, tocando um contrabaixo matador, divide a atenção com Page. Na sequência temos "Living Loving Maid", espécie de continuação de "Heartbreaker"; logo após vêm "Ramble On", cuja letra foi inspirada pela leitura de "O Senhor Dos Anéis", de J.R.Tolkien; em seguida temos um solo de John Bonham - "Moby Dick" - executada em parte sem as baquetas e como desfecho outra canção "emprestada" por Willie Dixon: "Bring It On Home", no qual após uma introdução "light" regada à gaita tocada por Plant a banda manda ver, demonstrando que os músicos estavam plenamente entrosados.
Antes mesmo de ir às lojas em 22 de outubro de 1969 este álbum já tinha cerca de 400 mil pedidos antecipados só nos EUA, conseqüentemente menos de uma semana após lançado pula da 199ª para a 15ª posição nas paradas, e poucos dias após chega ao segundo lugar, perdendo somente para o "Abbey Road" dos Beatles. Esta porém seria a última vez que perderiam algo para os Fab Four, pois no decorrer da década de 70 bateriam todos os recordes de público e vendagem estabelecidos anteriormente.
Soma-se à isto a guitarra tonitruante de Page, os vocais soberbos de Plant, o baixo e os arranjos precisos de Jones, a pegada forte e característica de Bonham, e principalmente "Stairway To Heaven", que se tornou um dos principais hinos da década, e têm-se então uma idéia do motivo do Led ter se consolidado como uma das maiores e mais influentes bandas de Rock que existiram neste planeta!"
(Fonte: Resenha - Led Zeppelin II - Led Zeppelin http://whiplash.net/materias/cds/003188-ledzeppelin.html#ixzz2ziEyLSzr)
Track List:
Whole Lotta Love
What Is And What Shoud Never Be
The Lemon Song
Thank You
Heartbreaker
Living Loving Maid (She’s Just A Woman)
Ramble On
Moby Dick
Bring It On Home
Jimmy Page: guitarras, theremim
Robert Plant: vocais, gaita
John Bonham: bateria
John Paul Jones: baixo, teclados
Disco e capa (dupla) em ótimo estado.
Edição Brasileira 1977.
Saindo por R$ 60,00
Kiss - Alive I (1975)
"No “Alive I”, lançado originalmente em 1975, tem-se um ótimo apanhado das melhores canções extraídas dos três primeiros álbuns de estúdio da banda, o auto-intitulado “Kiss”, o “Hotter Than Hell” e o “Dressed To Kill”, sendo deste último o maior sucesso da banda em todos os tempos: o hino “Rock n` Roll All Nite”. Todo o álbum é ótimo, mas destaco a abertura do show, com “Deuce”, a ótima “Let Me Go, Rock n´ Roll” e ainda “100.000 Years” e “Cold Gin”, que mostram um Peter Criss comandando muito bem as baquetas e em plena forma na década de 70."
(Fonte: Resenha - Alive! 1975 2000 - Kiss http://whiplash.net/materias/cds/053235-kiss.html#ixzz2ziCdx891)
Capa em muito bom estado. Discos (duplo) em excelente estado.
Edição Brasileira 1983.
Saindo por R$ 45,00
terça-feira, 22 de abril de 2014
Dorival Caymmi - Caymmi e Seu Violão (1959, Odeon)
"Nos anos 50, Dorival Caymmi fez uma série de discos reunindo o melhor de sua obra. São todos fundamentais, mas Caymmi e Seu Violão traz o compositor baiano interpretando suas canções praieiras. São elas: “Canoeiro”, “A Jangada Voltou Só”, “Dois de Fevereiro”, “É Doce Morrer no Mar”, “O Mar”, “Quem Vem Pra Beira do Mar”, “Promessa de Pescador”, “O Vento”, “A Lenda do Abaeté”, “Noite de Temporal” e “Coqueiro de Itapoã”. As canções de Caymmi por si só permitem “ver” a Bahia, mas ganham ainda mais força na voz e no violão do criador."
(http://rollingstone.uol.com.br/listas/os-100-maiores-discos-da-musica-brasileira/bicaymmi-e-seu-violaoi-dorival-caymmi-1959-odeonb/)
Disco e capa em ótimo estado.
Edição Original 1959. MONO.
Saindo por R$ 35,00
sábado, 5 de abril de 2014
Eric Clapton - The Cream Of Eric Clapton (1987)
Tracklist
A1 –Derek & The Dominos Layla
A2 –Cream Badge
A3 –Cream I Feel Free
A4 –Cream Sunshine Of Your Love
A5 –Cream Strange Brew
A6 –Cream White Room
A7 –Eric Clapton After Midnight
B1 –Eric Clapton Cocaine
B2 –Eric Clapton I Shot The Sheriff
B3 –Eric Clapton Lay Down Sally
B4 –Eric Clapton Knockin' On Heaven's Door
B5 –Eric Clapton Wonderful Tonight
B6 –Eric Clapton Let It Grow
B7 –Eric Clapton Promises
Disco em excelente estado. Capa (dupla) em ótimo estado.
Edição Brasileira 1990.
Saindo por R$ 30,00
quarta-feira, 2 de abril de 2014
The Waterboys - Fisherman's Blues (1988)
"Existem dois discos do Waterboys que eu guardo com grande carinho: This is the Sea e Fisherman's Blues. O primeiro por conter "The Whole of the Moon" e "Don't Bang the Drum", duas canções que ouço até hoje. Mas foi com Fisherman's Blues que me apaixonei de vez pela banda. Eu fiquei fã do violino de Steve Wickham e dos outros músicos. O disco fecha com um poema de William Butler Yeats, "The Stolen Child", que foi musicado.
Mike Scott é um desses caras que você fica à vontade para bater um papo. Apesar da dificuldade de seu sotaque, meio escocês, meio britânico, teve a paciência de conversar comigo em uma ligação para Londres. Mike lembra bem do nascimento de Fisherman's Blues: "Reuni um pessoal na Irlanda e na Escócia para começar um novo projeto. Eu queria algo mais perto da cultura dos dois países, instigado pelas jams que fazíamos nos shows, improvisando músicas de This is the Sea com outras inéditas. Durante as gravações, ficávamos horas e horas improvisando músicas". O disco é um bom antídoto para quem precisa de um momento para sentar e pensar na vida. Melodioso, foi gravado em duas partes: a primeira, de janeiro até março de 1986, e a segunda, de março a maio de 1987, na Irlanda.
Como não poderia faltar, há uma versão delicada para um trabalho que um irlandês gravara, "Sweet Thing", de Van Morrison. "Van é o maior referencial da Irlanda quando você fala em música. Obviamente que os jovens conhecem pouco e tenham crescido ouvindo U2, de quem sou amigo e gosto. Mas Van, puxa, é aquela coisa: a voz, as melodias, seu jeito de interpretar. Ele é abençoado". Uma curiosidade no disco é a faixa "World Party", que fez com Karl, que a adotou como o nome de sua banda.
Mike Scott conta que foi influenciado por Lou Reed, Bob Dylan, Jimi Hendrix e Rod Stewart em sua primeira fase. "Quando éramos garotos na Grã-Bretanha, o punk era a maior referência cultural para nós. Eu até gostava de algumas bandas, mas não tinha muito a ver com o que eu ouvia. Clash e Pistols ficaram para a história, são bandas maravilhosas, mas eu gostava daqueles discos de música celta, folk, de ouvir a voz de Dylan ou mesmo de Van. Minha afinidade estava aí".
Aos 21 anos, mudou-se para Londres e formou o Another Pretty Face. A formação durou de 1979 até 1981, com Scott nos vocais e guitarras. No mesmo ano mudou o nome para Waterboys, roubado da canção "The Kids", do álbum Berlin de Lou Reed. "Era uma experiência maravilhosa ouvir música. Parecia que não tinha fim. Quando descobri Lou Reed, fiquei fascinado. Aquelas letras, que eram pornográficas para a época, me deixavam babando. Eu queria ser músico mais do que qualquer coisa".
Contando com músicos como Steve Winckham, Anthony Thistlewaite, Trevor Hutchinson e Roddy Lorimer, começou o projeto Fisherman's Blues. "As músicas tinham que soar como uma continuação da outra. Usamos instrumentos típicos da Irlanda e começamos o processo de criação. Mas eu tive que parar no meio de 1986 para promover o This is the Sea, que acabara de ser lançado. Só pude retomar em 1987 a finalização do álbum. Uma das características que mais gosto do disco é que agradou fãs de várias idades. Eu cheguei a ser elogiado por crianças e adultos, que confessaram amar o trabalho. Tive sorte de tocar com grandes músicos, que participaram ativamente do projeto. Na verdade o Waterboys era eu e Anthony, mas como teve tantos convidados e amigos entrando na produção, o Waterboys ganhou mais integrantes, parecidos com uma grande família".
O disco serve como uma boa introdução às músicas mais antigas da Irlanda. Grupos como Dubliners e Chieftains já faziam o mesmo som desde os anos 60 e ainda continuam. "Quando o disco estava quase pronto, eu queria uma coisa diferente para fechar. Escolhi musicar "The Stolen Child", de Yeats, por ter paixão a esse poema e toda sua obra. Quando você produz alguma coisa que te agrada é como chegar mais perto de Deus, não pela perfeição, mas pela emoção e humildade que transparece nas faixas. Eu não gosto mais de uma música do que outra, isso é trabalho dos DJs. O meu é escrever, tocar e propocionar bons minutos de música para os meus fãs, não importando quem sejam. O trabalho tem que ser honesto, necessita de uma doação pessoal e muita concentração. Quando componho, fico totalmente focado no que estou fazendo. Compor uma música ou uma melodia pode não ser tão complicado, mas fazer com que todos toquem aquilo que você quer e passar sua visão do projeto para os outros é muito mais trabalhoso. Às vezes dá vontade de desistir, mas não faço isso. Eu sei o que desejo e vou até o fim do trabalho. Você tem que acreditar em si mesmo".
Eu tenho três cópias do disco, duas em vinil e uma em CD. Tive que comprar dois discos porque quase furei o primeiro de tanto ouvir. Se você quer escutar um disco que faça bem ao espírito, vá atrás de Fisherman´s Blues. Conhecerá um outro lado da Irlanda e verá que lá não há apenas o U2.
Fiquem com a letra da faixa título. Um abraço.
Fisherman's Blues
I wish I was a fisherman
tumbling on the sea
far away from dry land
and its bitter memories
casting out my sweet line
with abandonment and love
no cieling bearing down on me
save the starry sky above
with Light in my head
and you in my arms
I wish I was the brakeman
on a hurtling, fevered train
crashing headlong into the heartland
like a cannon in the rain
with the beating of the sleepers
and the burning of the coal
counting the towns flashing by
in a night that's full of soul
with Light in my head
and you in my arms"
(Por Rubens Leme da Costa, in: http://www.collectorsroom.com.br/2009/09/mofo-waterboys-fishermans-blues-1988.html)
Faixas:
A1 Fisherman's Blues 4:29
A2 We Will Not Be Lovers 7:05
A3 Strange Boat 3:09
A4 World Party 4:03
A5 Sweet Thing 7:16
A6 Jimmy Hickey's Waltz 2:08
B1 And a Bang on the Ear 7:35
B2 Has Anybody Here Seen Hank? 3:21
B3 When Will We Be Married? 3:03
B4 When Ye Go Away 3:47
B5 Dunford's Fancy 1:06
B6 The Stolen Child 6:57
B7 This Land Is Your Land 0:58
Disco em ótimo estado. Com encarte.
Capa em muito bom estado (levemente envelhecida).
Edição Brasileira de 1988.
Saindo por R$ 25,00
terça-feira, 1 de abril de 2014
Jeff Buckley - Grace (1994)
"Numa época em que as guitarras grunge e camisas quadriculadas eram a trilha sonora para a angústia, as melodias delicadas e a sensibilidade estética de Jeff Buckley o colocavam num mundo à parte. Tendo saído da cena vanguardista de Nova York no início dos anos 90, Buckley - cujo pai era um herói do folk do final da década de 60 - gravou o seu primeiro EP comercial de quatro músicas, Live at Sin-É, no café de mesmo nome no bairro boêmio East Village. Antes de ser lançado pela Columbia no outono de 94, Buckley e os seus músicos já tinham gravado seu primeiro LP de estúdio, Grace.
O disco é uma ode em 10 músicas dedicadas à saudade, à perda e à absoluta impaciência do homem nos momentos difíceis. As letras são melancólicas, mas o álbum escapa de ser excessivamente sentimental graças ao tom otimista dos vocais de Buckley e aos reconfortantes arranjos musicais. "Last Goodbye" é insuportavelmente triste e é acompanhada por cordas capazes de dilcerar o mais frio e duro dos corações. Ao mesmo tempo, "Corpus Christi Carol", de Benjamin Britten, deixa Buckley solto para demonstrar a flexibilidade de sua voz, que alcançava várias oitavas. Uma boa ironia presente no trabalho de Buckley é o fato de que músicas pensadas para locais minúsculos com acústica pobre soam enormes e gloriosas neste álbum de estreia impressionantemente maduro. A sua versão de "Hallelujah", de Leonard Cohen, demonstraram tanta autoconfiança que ficamos pensando quem gravou a primeira versão...
Grace tornou-se um álbum clássico e tanto críticos como os músicos elogiaram a genialidade musical de Buckley. Mas infelizmente o futuro brilhante que todos prediziam nunca veio: Jeff Buckley afogou-se em maio de 1997, aos 30 anos, deixando um legado musical tragicamente curto, mas de importância vital."
(resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")
Disco e capa em excelente estado - impecáveis.
Importado USA. Edição 2010.
"Premium - Vinyl Pressing - HQ-180 gram high quality"
Saindo por R$ 100,00
The Billie Holiday Story (1944-1950)
Billie Holiday (Filadélfia, 7 de Abril de 1915 — Nova Iorque, 17 de Julho de 1959), por vezes, mais conhecida como Lady Day, é por muitos considerada a maior de todas as cantoras do jazz.
Sua vida como cantora começou em 1930. Estando mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento de sua moradia, Billie sai à rua em desespero, na busca de algum dinheiro. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo.
Billie nunca teve educação formal de música e seu aprendizado se deu ouvindo Bessie Smith e Louis Armstrong. Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou seu nome artístico.
Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos Estados Unidos (anos 1930). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong.
Billie Holiday foi uma das mais comoventes cantoras de jazz de sua época. Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, Sua dicção, seu fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, a aproximaram do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinquenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem lhe apelidou "Lady Day".
A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie Holiday, sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, o que se refletia em sua voz. Pouco antes de sua morte, Billie Holiday publicou sua autobiografia em 1956, Lady Sings the Blues, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo Diana Ross no papel principal." (wikipedia)
Tracklist
A1 Them There Eyes
A2 Lover Man (Oh Where Can You Be?)
A3 Easy Living
A4 Baby Get Lost
A5 You're My Thrill
A6 There Is No Greater Love
B1 That Ole Devil Called Love
B2 I'll Look Around
B3 Gimme A Pigfoot And A Bottle Of Beer
B4 My Man (Mon Homme)
B5 Don't Explain
B6 Ain't Nobody's Business If I Do
C1 Deep Song
C2 Crazy He Calls Me
C3 Keeps On Rainin'
C4 No More
C5 Do Your Duty
C6 Now Or Never
D1 Good Morning Heartache
D2 Somebody's On My Mind
D3 Porgy
D4 Solitude
D5 This Is Heaven To Me
D6 God Bless The Child
Disco (duplo) e capa em excelente estado; com encarte.
Edição Brasileira de 1972.
Saindo por R$ 40,00
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