quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Kraftwerk - The Man-Machine (78)



"O criativo projeto artístico do Kraftwerk deu uma guinada conceitual em The Man-Machine. A capa simbólica fazia referência ao modernista russo El Lissitzky e as músicas falavam de um mundo cada vez mais autômato de alienação urbana, de engenharia da era espacial e de fama sem glamour.

Essa visão futurista da fusão da humanidade com a tecnologia está presente tanto na faixa-título quanto em "The Robots", outra piada em cima da imagem andróide da banda. Para o lançamento do álbum, o quarteto de Düsseldorf encomendou robôs iguaizinhos a seus integrantes, que passaram a ser acessórios permanentes dos shows. O uso de vozes sintéticas se tornaria uma característica do som sempre em evolução do Kraftwerk. 

Mas The Man-Machine contém algumas das mais atemporais músicas da banda. Acentuada pelo vocais melancólicos de Ralf Hütter, "Neon Lights" é uma música dolorosamente romântica, enquanto "The Model" é uma sátira à indústria da beleza, tão à frente de seu tempo que chegou ao primeiro lugar das paradas inglesas três anos após o lançamento do disco. Esse retrato profético da cultura da celebridade se tornou um cartão de visitas do Kraftwerk e inspirou gerações de artistas - dos pioneiros do techno pop dos anos 80, como Human League, New Order, Pet Shop Boys e Depeche Mode ao recente movimento "electroclash".

A grande conquista de The Man-Machine não é apenas a influência que exerceu, mas sua capacidade de síntese. Um exame minucioso das faixas revela variações de minutos nos temas percussivos repetitivos e há uma interação quase clássica entre as partes de sintetizador. Em seu sétimo álbum, o Kraftwerk provou que o poder da música eletrônica não estava em truques elaborados, mas na simplicidade zen do domínio científico"

(Resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")

Disco (com pouco chiado, ocasional - sem riscos) em ótimo estado. Capa (com desgaste na entrada do disco - vide foto) em bom estado; com encarte.
Edição Brasileira Original de 1978.
Saindo por R$ 35,00


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Johnny Winter - The Progressive Blues Experiment (69)



"Primogênito de John e Edwina Winter, John Dawson Winter III é um dos mais importantes e influentes músicos de blues do século XX. Sua guitarra fez história, elevando-o à condição de lenda viva, status esse esculpido a ferro e fogo pelas highways de sua vida.

Albino como o seu irmão menos famoso, Edgar, Johnny começou a tocar muito cedo, e, aos 15 anos, já havia gravado seu primeiro álbum, School Boy Blues, creditado ao grupo Johnny and the Jammers, hoje disputado mais por ser um raro souvenir do que propriamente por sua qualidade artística. Ainda durante a adolescência, Winter teve a oportunidade de assistir ao vivo ícones como Muddy Waters e B.B. King, fundamentais na sua formação.

Em 1968, Johnny Winter formou um trio com o baixista Tommy Shannon e o baterista Uncle Joe Turner. Os shows do grupo chamaram a atenção e deram uma certa reputação à banda, levando o jornalista Larry Sepulvado a escrever sobre o conjunto para a então nascente revista Rolling Stone. A matéria de Sepulvado gerou interesse em Winter, tornando os shows do grupo ainda mais concorridos.

Em abril de 1969 chegou às lojas The Progressive Blues Experiment, lançado pela Imperial Records, trazendo uma sonoridade crua e rude, que ajudou a definir o tipo de música que seria associada, mais tarde, à vertente do gênero proveniente do estado norte-americano do Texas. Trazendo apenas quatro faixas próprias ("Tribute to Muddy", "Bad Luck and Trouble", "Mean Town Blues" e "Black Cat Bone"), o álbum contém competentíssimas releituras de clássicos de autoria de Muddy Waters ("Rollin´ and Tumblin´"), Sonny Boy Williamson ("Help Me"), Slim Harpo ("I Got Love If You Want It"), B.B. King ("It´s My Own Fault") e Howlin´ Wolf ("Forty-Four"), deixando claras as influências que acompanhariam Winter em toda a sua longa trajetória.

Clássico incontestável, o álbum mostrou ao mundo o estilo único de Johnny Winter, seja no slide de "Rollin´ and Tumblin´", no tempero country de "Bad Luck and Trouble", nos solos inspirados de "Tribute to Muddy" e na aproximação com o hard rock de "Mean Town Blues", seguindo a mesma linha que o Led Zeppelin exploria com brilhantismo ímpar durante a primeira metade dos seventies.

Se você gosta de blues ou de rock, esse é um disco imperdível."

(http://www.collectorsroom.com.br/2009/03/discos-fundamentais-johnny-winter.html)

Faixas:
A1. Rollin' and Tumblin' - 3:09
A2. Tribute to Muddy - 6:20
A3. I Got Love if You Want It - 3:52
A4. Bad Luck and Trouble - 3:43
A5. Help Me - 3:46

B1. Mean Town Blues - 4:25
B2. Broke Down Engine - 3:25
B3. Black Cat Bone - 3:46
B4. It's My Own Fault - 7:20
B5. Forty-Four - 3:28


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira de 1987.
Saindo por R$ 40,00


terça-feira, 29 de outubro de 2013

Stevie Wonder - Songs in the Key of Life (76)



"Corria o ano de 1976 e não havia um único branco, negro, amarelo, azul ou vermelho que fosse que não estivesse tentado descobrir como seria o novo álbum de Stevie Wonder. Razões para tal não faltavam. Stevie vinha de um disco de sucesso - Fulfillingness' First Finale (1974) - e, como havia se transformado num superstar, assinou um contrato milionário com sua gravadora, a Motown.

A mordida do cantor foi forte: 13 milhões de dólares por sete discos, vinte por cento de royalties nas vendas obtidas, além do direito de escolher as músicas do álbum que deveriam virar single. Enquanto a Motown quebrava a cabeça questionando se o investimento teria valido a pena, ele passeava com uma camiseta em que estava escrito: "Estou quase terminando o disco". E que disco.

Quando chegou às lojas, Songs in the Key of Life, um álbum duplo acompanhado por um mini-LP de brinde, foi direto para o primeiro lugar das paradas, merecidamente. O LP era a lapidação de todos os trabalhos já feitos por Wonder, alternando canções de amor com temas políticos e sociais. O cantor se viu à vontade para pesquisar novos timbres em seus sintetizadores, incrementou a mistura de soul music com jazz, rock, além de construir melodias barrocas.

Songs in the Key of Life abre com "Love's in Need of Love Today, um tema tipicamente wonderiano: a necessidade de se amar num período turbulento . "Have a Talk With God" afirmava que Deus era o "único psiquiatra que trabalhava de graça". Wonder volta a batucar nos temas sociais em "Village Ghetto Land". Construída sob uma base orquestrada, ela fala dos problemas da pobreza e da degradação social. O cantor retoma a alegria em "Sir Duke", homenagem ao jazzman Duke Ellington, e "I Wish", em que recorda os tempos "em que era um rapaz desencanado". As músicas foram parar no primeiro lugar na parada da singles da revista Billboard.

Em "Isn´t She Lovely", Wonder comemorava o nascimento de sua filha, Aisha. A música traz um dos mais belos solos de gaita do cantor. Em "Ngiculela - Es Una História - I Am Singing" ele ataca numa versão trílingue: interpreta a letra da música em zulu, espanhol e inglês. "Another Star" tem como convidado especial o guitarrista George Benson.

Brilhante, ousado e em algumas vezes cansativo - mesmo as obras-primas tem seu momento de chatice -, Songs in the Key of Life permanece intacto quase vinte anos após o seu lançamento. Basta dizer que as músicas deste álbum constituíram-se no maior filé dos recentes shows de Stevie Wonder no Brasil."

(Sérgio Martins, Bizz#124 - Seção Discoteca Básica -, novembro de 1995, in: http://www.collectorsroom.com.br/2009/07/discoteca-basica-bizz124-stevie-wonder.html)






Faixas:
A1 Love's in Need of Love Today 7:05
A2 Have a Talk With God 2:42
A3 Village Ghetto Land 3:25
A4 Contusion 3:45
A5 Sir Duke 3:54

B1 I Wish 4:12
B2 Knocks Me Off My Feet 3:36
B3 Pastime Paradise 3:27
B4 Summer Soft 4:14
B5 Ordinary Pain 6:23

C1 Isn't She Lovely 6:34
C2 Joy Inside My Tears 6:29
C3 Black Man 8:29

D1 Ngiculela - Es Una Historia - I Am Singing 3:48
D2 If It's Magic 3:12
D3 As 7:08
D4 Another Star 8:28

EP A1 Saturn 4:53
EP A2 Ebony Eyes 4:08
EP B1 All Day Sucker 5:05
EP B2 Easy Goin' Evening (My Mama's Call) 3:56


Disco e capa em excelente estado.
Edição Original Brasileira de 1976.
Completo: disco duplo + compacto + encarte c/ letras.
Saindo por R$ 90,00


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

L7 - Bricks are Heavy (92)



"Depois de sua primeira turnê na Europa (abrindo shows para o Nirvana), e vários shows lotados nos EUA, o L7 começa a chamar a atenção das grandes gravadoras. Em 1991 a banda assina com a Slash  Records e no ano seguinte é lançado "Bricks Are Heavy", seu terceiro disco. Com o novo disco, o L7 mostrou que não perdeu a sua agressividade e a sua pegada depois de assinar com uma gravadora grande, apenas consolidou o seu estilo contando com uma produção mais caprichada. "Brick Are Heavy" foi produzido por Butch Vig (hoje no Garbage), o guru por trás dos clássicos "Nevermind", "Siamese Dream" e "Dirty", entre outros.

Mas a repercussão do novo álbum foi extraordinária, vendendo centenas de milhares de cópias no mundo todo, puxado principalmente pelo sucesso de "Pretend We're Dead", a música mais calma e pop do disco, até hoje a música mais conhecida do L7.

O restante de 1992 e 1993 foi ocupadíssimo na carreira da banda, com duas extensas turnês nos Estados Unidos, outras duas na Europa (uma delas abrindo para o Faith no More), shows no Japão e Austrália, apresentações ao vivo em programas como o de David Letterman nos EUA, e shows em grandes festivais, como o de Reading na Inglaterra e o Hollywood Rock no Rio e em São Paulo. De sua passagem pelo Brasil, o L7 deve guardar boas lembranças. Apesar da companhia de grandes nomes como Nirvana, Alice In Chains e Red Hot Chili Peppers, o L7 não fez feio e foi protagonista de um dos mais empolgantes shows do festival."

(Fonte: L7 http://whiplash.net/materias/biografias/038470-l7.html#ixzz2j1eu372t)


Disco e capa em excelente estado, impecável.
Edição Brasileira Original de 1992.
Saindo por R$ 45,00


Memphis Slim - The Legacy of the Blues - Volume 2 (89)



Memphis Slim (Memphis, 3 de Setembro de 1915 - Paris, 24 de Fevereiro de 1988) foi um pianista de blues, cantor e compositor. Liderou várias bandas de jump blues, que incluíam saxofone, baixo, bateria e piano. A sua música, Every Day I Have the Blues, tornou-se um standard dos blues.


Lado A
1.Everyday i Have the Blues 
2.I am the Blues 
3.A Long Time Gone 
4.I Feel Like Ballin' the Jack 
5.Let's Get With It

Lado B
1.Only Fools Have Fun 
2.Broadway Boogie 
3.Gambler's Blues 
4.Freedom 
5.Sassy Mae


Disco (com sinais de uso - sem riscos) e capa (levemente envelhecida) em ótimo estado.
Edição Brasileira Original de 1989.
Saindo por R$ 30,00


Talking Heads - The Name of This Band is Talking Heads (1977-1979)



"Os Talking Heads foram a banda mais importante dos Estados Unidos nos anos 80. Sua mistura de rock básico, com ritmos africanos, letras que retratavam fenômenos do cotidiano, além da postura nervosa, agitada e hipnótica de David Byrne, marcaram de forma monumental seus contemporâneos e fãs.

Quando foi lançado, o disco cobriu com perfeição toda a primeira fase do grupo, desde o disco de estréia Talking Heads: 77, até a trilogia com Brian Eno (não foi apenas Bowie que teve sua trilogia com Brian...) quando a banda se apresentava com 10 pessoas no palco, sendo um deles o virtuose guitarrista Adrian Belew, que tocou com Frank Zappa e King Crimson.

O primeiro disco mostra a banda ainda como um quarteto e utilizando apenas a trinca baixo-bateria-guitarra e algum violão eventual, nas nove primeiras faixas. É um som rude e até desagradável para que conhece o grupo apenas de Stop Making Sense."

(http://www.beatrix.pro.br/mofo/heads.htm)


Faixas Disco 1:

1 - New Feeling
2 - A Clean Break (Let's Work) 
3 - Don't Worry About the Government 
4 - Pulled Up
5 - Psycho Killer
6 - Artists Only 
7 - Stay Hungry
8 - Air 
9 - Love --> Building on Fire 
10 - Memories Can't Wait 


Disco (com sinais de uso) e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira Original de 1982.
Obs: somente o Disco 1...
Saindo por R$ 20,00


sábado, 26 de outubro de 2013

Paris Blues (61) - Music by Duke Ellington, featuring Louis Armstrong



"Este não é apenas um filme sobre racismo, jazz, uso de drogas, amores, o cenário parisiense, etc. Paris Blues é sobre tudo mencionado e acima de tudo é sobre viver a vida apesar amor. Uma Paris da década de 20 e 30 é o paraíso para os músicos negros americanos, ansiosos para escapar do racismo dos EUA. Ram Bowen (Paul Newman) é, um trombonista que ganha a vida em um grupo de jazz, que também inclui tenor homem Eddie Cook (Sidney Poitier). Duas turistas americanas, Connie Lampson (Diahann Carroll) e Lillian Corning (Joanne Woodward) chegam à cidade para umas férias de duas semanas, e os dois músicos não perdem tempo em conhecê-las. Logo ambas as relações tomam um rumo sério e os músicos são obrigados a tomar algumas decisões importantes sobre a possibilidade de retornar à sua terra natal. Louis Armstrong empresta seu ritmo legendário com grande efeito em uma seqüência musical nesta jóia clássica de um filme."

(http://www.cinedica.com.br/Filme-Paris-Vive-A-Noite-18566.php)


Disco e capa em ótimo estado.
Importado USA.
Edição Original 1961.
Saindo por R$ 25,00


Turíbio Santos e a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro (84)



"Turíbio Santos é considerado um dos maiores violonistas clássicos da atualidade. Com trabalho reconhecido e aplaudido em várias partes do mundo, ele tem mais de 50 discos gravados, além de assinar a edição de coleções de partituras pela Max-Eschig (Paris) e Ricordi (São Paulo). Na sua trajetória de sucesso, Turíbio dividiu o palco com nomes, como Yehudi Menuhin, M. Rostropovitch, Victoria de Los Angeles e J. P. Rampal. O músico redescobriu e regravou compositores brasileiros, como João Pernambuco, Garoto e Dilermando Reis. 

Criador da Orquestra de Violões do Rio de Janeiro e da Orquestra Brasileira de Violões, o violonista é membro-fundador do Con-seil D´Entraide Musicale, da Unesco. Nomeado diretor do Museu Villa-Lobos e Chevalier de la Legion D´Honneur, Turíbio alia a prática didática aos concertos acompanhados por importantes orquestras, como Royal Philharmonic Orchestra, English Chamber Orchestra, Orchestre National de France, Orchestre J.F. Paillard, Orchestre National de L´Opéra de Monte-Carlo, Concerts Paseloup, Concerts Colonne e Orquestra Sinfônica Brasileira."

(http://www.promusica.org.br/jornal/165/turibio_santos.htm)


"Em 1980 ele é convidado pelo escritor e amigo Guilherme Figueiredo a dirigir a Sala Cecília Meireles, trabalho que realiza até a saída de Guilherme da Presidência da FUNARJ, seis meses depois.

Ao mesmo tempo, sob a inspiração do compositor Ricardo Tacuchian, é convidado a criar o curso de violão na Escola de Música da UFRJ (antiga Escola Nacional de Música). Em 1981 assume a responsabilidade de fazer a mesma coisa na UNI-RIO.

Como fruto dessas atividades é criada em 1982 a Orquestra de Violões do Rio de Janeiro, formada por alunos de ambas as universidades. Ela grava (Kuarup) e apresenta-se no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e em várias capitais do país. Vários compositores escrevem para a orquestra (ou transcrevem originais) como Radamés Gnattali, Francisco Mignone, Edino Krieger, Roberto Gnattali. Anos mais tarde, será criada a Orquestra Brasileira de Violões que gravará para a VISON Discos."

(http://www.turibio.com.br/)


Disco e capa em excelente estado.
Edição Original de 1984.
Saindo por R$ 20,00

Geraldo Espíndola (91)



Geraldo Espíndola (Campo Grande, 30 de novembro de 1952) é um compositor, músico e cantor brasileiro. É um importante autor da moderna música popular brasileira de Mato Grosso do Sul e do país.

Sua carreira profissional na música começou ao 15 anos, em 1967, quando cantava e tocava violão e guitarra numa banda de nome insólito: Bizarros, Fetos e Pára-quedistas de Alfa Centauro, na qual tinha como companheiros Paulo Simões, James Dalpoggeto, Maurício Almeida, João Vaca-Louca e Mário Márcio. Foi também nessa época que Espíndola compôs sua primeira canção, “A Flor do Meu Jardim”.

Geraldo Espíndola tinha, paralelamente, uma carreira solo desde o início da sua carreia musical, o que não o impediu de participar de outras bandas, como Lodo, LuzAzul e Tetê & O Lírio Selvagem, as duas últimas com vários de seus irmãos: Alzira Espíndola, Celito Espindola e Tetê Espíndola. Tetê & O Lírio Selvagem, um grupo que teve projeção em todo o País, foi o responsável pela notoriedade nacional de sua irmã Tetê Espíndola. Geraldo era um dos principais compositores do repertório da banda.

Sua carreira musical foi pautada pelos festivais de música, nos quais ganhou prestígio e notoriedade, graças às inspiradas canções com as quais saiu vencedor de alguns deles, tais como “Sorriso”, também a sua primeira gravação em disco, “Fonte da Ilusão” e “Ponha na Sua Cabeça”.

Nesses anos em que está na estrada, Geraldo Espíndola teve canções gravadas por cantores e músicos de prestígio nacional, como Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Almir Sater, Lecy Brandão, Gilberto Correa, José Augusto, Raça Negra e a dupla João Pedro & Cristiano. Geraldo também gravou em produções de Tetê Espíndola, Alzira Espíndola, Almir Sater, Maria Cláudia & Marcos Mendes, João Fígar, Jerry Espíndola, Arara Rara e Maria Alice. Neste período, ele também gravou três álbuns, sendo dois lps e um cd.

Seus trabalhos mais recentes, o cds "Intimidadeacústica" e "30 Anos Nesse Mato" trazem uma retrospectiva de sua carreira, contendo desde algumas das suas primeiras composições até trabalho mais recente. A produção do cd contou com a participação de artistas de projeção nacional, como a cantora Elza Soares, o maestro João Guilherme Ripper e a Orquestra Sinfônica de Petrópolis, o pianista Mário Campos e os arranjadores Alê Siqueira e Arnaldo Antunes (Titãs), além da participação de Arrigo Barnabé.

Geraldo Espíndola é mais que um compositor, músico e cantor de talento, mas uma lenda da música sul-mato-grossense e do Centro-Oeste.

(wikipedia)

Esse 1º disco solo de Geraldo de 1991 reúne quase todos os irmãos, inclusive Aline Figueiredo, trabalhando em prol desta obra. Humberto trabalha no disco na direção artística, na direção gráfica (na versão long play a capa do disco é uma pintura de Humberto), e que quebra faz backin vocals em 4 canções — Cunhataiporã, Amarga solidão, Divindade e Quyquyhô. 


Disco e capa em ótimo estado; com encarte.
Edição Original de 1991.
Saindo por R$ 25,00


Traffic - Shoot Out at the Fantasy Factory (73)



"Depois de um ano meio morno principalmente por causa dos problemas de saúde do líder Steve Winwood, o Traffic voltou aos estúdios para um novo álbum e, em 1973, lançou o que seria o melhor disco feito pela banda. Inspirado fortemente no predecessor The Low Spark of High Heeled Boys, a começar pela capa semelhante, o Traffic evoluiu na qualidade das composições. Houve também mudanças de formação, acrescentando a cozinha do famoso Muscle Shoals Studio em substituição a Jim Gordon e Rich Grech que deixaram a banda. 

A composição das faixas é dominada pela dupla Winwood e Capaldi, que compuseram todas as faixas juntos, exceto pela excelente instrumental Tragic Magic, composta por Chris Wood, com excelente solos de guitarra e saxofone. Já as demais músicas são bastante ao estilo de Winwood, começando com a pesada Shoot Out at the Fantasy Factory, contando com um riff de guitarra bem pesado, combinado com o ritmo funkeado provido pela percussão. 

A canção seguinte é uma obra-prima na carreira do Traffic: Roll Right Stones, uma canção espiritual inspirada em um monumento neolítico britânico, aos moldes do famoso Stonehenge, com arranjos perfeitos e uma melodia vocal impecável por parte de Steve Winwood. Essa é uma música que se você escutar com atenção, vai ver como diversos elementos são encaixados na base principal de forma brilhante, criando uma obra-prima. 

As outras músicas são duas músicas melancólicas. Evening Blue tem excelente vocais por Winwood e um belo arranjo instrumental, baseado no violão, perfeitamente integrado com o baixo e percussão, com a adição de excelentes toques de orgão, saxofone e guitarras. Já (Sometimes I Feel So) Uninspired vai de encontro com o título, contendo um excelente arranjo de piano e orgão, bons solos de guitarra e uma percussão bem integrada com o ritmo da música. Winwood consegue transmitir o clima da música através da sua voz.

1973 foi mesmo um ano muito bom para o Traffic, com essa obra prima e o excelente álbum duplo ao-vivo On the Road, com uma versão matadora de 20 minutos para Glad/Freedom Rider, do também clássico John Barleycorn Must Die que vai ganhar uma resenha em breve no nosso blog. E Shoot Out at the Fantasy Factory, na minha opinião, coroou a carreira dessa excelente banda."

(http://classicrockarchives.blogspot.com.br/2009/04/traffic-shoot-out-at-fantasy-factory.html)

Faixas:

1- Shoot Out at the Fantasy Factory (Winwood / Capaldi) 6:05
2- Roll Right Stones (Winwood / Capaldi) 13:40
3- Evening Blue (Winwood / Capaldi) 5:19
4- Tragic Magic (Wood) 6:43
5- (Sometimes I Feel So) Uninspired (Winwood / Capaldi) 7:31

- Steve Winwood - vocais, guitarra, piano, órgão
- Chris Wood - saxofone, flauta
- Jim Capaldi - percussão, violão, vocais
- David Hood - baixo
- Roger Hawkins - bateria
- Reebop Kwaku Baah - congas, percussão
+ Barry Beckett - teclados
+ Jimmy Johnson - guitarra 


Disco (com algum chiado em alguns momentos - sem riscos) e capa (com um pouco de desgaste - vide foto) em muito bom estado.
Edição Brasileira de 1986.
Saindo por R$ 25,00