domingo, 22 de setembro de 2013

The Beach Boys - Surfer Girl (1961...)



LP BRASIDISC série RARITY, lançado em 1987 sob licença da Charly Records. 

Gravações históricas dos primórdios dos Beach Boys, entre as quais, o 1º single ("Surfin"/"Luau"), de 08/12/1961...

Faixas:

Surfer Girl
Surfin´
Luau
Karate
Balboa Blue
Surfin´Safari
Barbie
What Is A Young Girl
Surfer´s Stomp
Wipe Out


Disco e capa em excelente estado.
Edição Brasileira de 1987.
Saindo por R$ 25,00

Big Bill Broonzy and Washboard Sam - Blues Anthology Vol. 3



"Gravado em 1953, este terceiro disco da série Blues Anthology apresenta Big Bill Broonzy cantando e tocando guitarra com o mesmo estilo elegante de suas demais gravações e seu meio-irmão Robert Brown, mais conhecido como Washboard Sam, cantando e também tocando sua inseparável washboard.

Para quem não conhece, a washboard é uma tábua de lavar roupas, que era muito utilizada pelas mulheres do campo para lavar a roupa nos rios ou junto a tinas de água. Com alguns pedaços de metal ou dedais presos aos dedos, os músicos criam uma batida interessante e ainda ao arrastar os dedos pela tábua um som semelhante ao do reco-reco, instrumento muito conhecido aqui no Brasil e normalmente utilizado no samba.

Voltando ao disco, Broonzy comanda os vocais apenas nas quatro primeiras faixas. Sam faz os vocais em todas as outras. Contudo, o talento de Sam é destacado na instrumental “Shirt Tail”, onde seu instrumento torna a faixa uma das mais interessantes do álbum. Em todas as faixas o baixista é Ernest “Big” Crawford. Broonzy e Sam ainda contam com o apoio de Lee Cooper na guitarra base em cinco músicas e ainda com a participação em três músicas de um convidado mais do que especial: Memphis Slim. O pianista não canta em nenhuma faixa, mas seu piano deixa uma importante marca no disco, principalmente na rápida “Minding My Own Business”.

Esse álbum além de contar com o talento dos dois músicos principais fica mais interessante ainda quanto percebemos que é uma reunião de extremos. De um lado Big Bill que tem um estilo de guitarra invejável e um canto inteligível, de outro Washboard Sam com seu instrumento rudimentar, mas determinante para o ritmo das composições e um canto mais próximo dos músicos sulistas (Sam nasceu na zona rural do Arkansas), sem muitas regras, em alguns momentos rouco, em outros anasalado, mas com muito sentimento. Um disco sincero e correto."

(http://bluesmasters.blogspot.com.br/2006/12/blues-anthology-volume-3-big-bill.html)

‘Track List’

01- Little City Woman
02- Lonesome
03- Jacqueline
04- Romance Without Finance
05- By Myself
06- Shirt Tail
07- Diggin´ My Potatoes
08- Bright Eyes
09- Minding My Own Business
10- Never, Never
11- Horse Shoe Over My Door
12- I´m a Lonely Man

Capa e disco em excelente estado.
Edição Brasileira de 1987.
Saindo por R$ 35,00




Muddy Waters - Rolling Stone (82)



"McKinley Morganfield ou Muddy Waters (4 de abril de 1915 – Condado de Issaquena, Mississippi – 30 de abril de 1983 – Westmont, Illinois) foi um músico de blues norte-americano, considerado o pai do Chicago blues. Atribui-se a Muddy Waters a ideia de invenção da guitarra elétrica.

Com sua voz profunda, rica, uma personalidade carismática e o apoio de excelentes músicos, Waters rapidamente tornou-se a figura mais famosa do Chicago Blues. Até mesmo B. B. King referiria-se a ele mais tarde como o “Chefe de Chicago”. Suas bandas eram um “quem é quem” dos músicos de Chicago Blues: Little Walter, Big Walter Horton, James Cotton, Junior Wells, Willie Dixon, Otis Spann, Pinetop Perkins, Buddy Guy, e muitos outros.

As gravações de Waters do final dos anos 1950 e começo dos 60 foram particularmente suas melhores. Muitas das canções tocadas por ele tornaram-se sucesso: I’ve Got My Mojo Working, Hoochie Coochie Man, She’s Nineteen Years Old e Rolling and Tumbling, grandes clássicos que ganhariam versões de várias bandas dos estilos mais diversos.

Sua influência foi enorme em muitos gêneros musicais: blues, rhythm and blues, rock, folk, country. Foi Waters quem ajudou Chuck Berry a conseguir seu primeiro contrato."

(http://www.downloadcult.com/2012/01/15/discografia-muddy-waters/)


Faixas dessa coletânea póstuma:

A1 Walking Thru The Park 2:39
A2 Gone To Main Street 2:20
A3 She Moves Me 2:55
A4 I Just Want To Make Love To You 2:50
A5 Tiger In Your Tank 2:14
A6 I Want You To Love Me 3:01
A7 Got My Mojo Working 4:19
B1 Rollin' Stone 3:05
B2 Baby Please Don't Go 3:01
B3 My Eyes (Keep Me In Trouble) 3:05
B4 Long Distance Call 2:39
B5 40 Days And 40 Nights 2:50
B6 Standing Around Crying 3:19
B7 Still A Fool 3:12



Disco e capa em excelente estado, impecável.
Edição Brasileira 1992.
Saindo por R$ 40,00




Pink Floyd - Relics (71)



"Relics é notável em vários aspectos, pois pela primeira vez, um LP trazia os clássicos "See Emily Play" e "Arnold Layne", além de outras preciosidades, tais como "Paintbox" (minha favorita deles), "Julia Dream", "Careful with That Axe, Eugene" (versão em estúdio) e a inédita "Biding My Time".

Relics teve duas capas completamente distintas, sendo que a norte-americana foi editada por aqui. A capa inglesa é um desenho feito pelo baterista Nick Mason, nos anos em que estudou arquitetura na Regent Street Polytechnic. O mesmo desenho seria utilizado na edição em CD, na década de 90."

(http://www.beatrix.pro.br/mofo/pinkfloyd04.htm)


Lado A

1. "Arnold Layne" (Syd Barrett) – 2:56
* Single A-side released 11 March 1967
* Lead vocals: Syd Barrett
2. "Interstellar Overdrive" (Syd Barrett/Roger Waters/Rick Wright/Nick Mason) – 9:43
* From The Piper at the Gates of Dawn 1967
* Instrumental
3. "See Emily Play" (Syd Barrett) – 2:53
* Single A-side released 17 June 1967
* Lead vocals: Syd Barrett
4. "Remember a Day" (Rick Wright) – 4:29
* From A Saucerful of Secrets 1968
* Lead vocals: Rick Wright
5. "Paintbox" (Rick Wright) – 3:33
* Single B-Side to "Apples and Oranges", released 18 November 1967
* Lead vocals: Rick Wright

Lado B

1. "Julia Dream" (Roger Waters) – 2:37
* Single B-Side to "It Would Be So Nice", released 13 April 1968
* Lead vocals: David Gilmour
2. "Careful with That Axe, Eugene" (David Gilmour/Roger Waters/Rick Wright/Nick Mason) – 5:45
* Single B-Side to "Point Me at the Sky", released 7 December 1968
* Instrumental
3. "Cirrus Minor" (Roger Waters) – 5:18
* From Soundtrack from the Film More 1969
* Lead vocals: David Gilmour
4. "The Nile Song" (Roger Waters) – 3:25
* From Soundtrack from the Film More 1969
* Lead vocals: David Gilmour
5. "Biding My Time" (Roger Waters) – 5:18
* Previously unreleased
* Lead vocals: Roger Waters
6. "Bike" (Syd Barrett) – 3:21
* From The Piper at the Gates of Dawn 1967
* Lead vocals: Syd Barrett


Disco e capa em excelente estado, impecável.
Importado USA.
Edição Original 1971.
Saindo por R$ 50,00








quinta-feira, 19 de setembro de 2013

The History Of Jazz, Volume Four: Enter The Cool (57)



Um pouco de Bop, Post Bop, Big Band, Dixieland, Cool Jazz...

A1 Al Casey And His Sextet – How High Is The Moon
A2 Coleman Hawkins – Stuffy
A3 Dizzy Gillespie And His Orchestra – Carombola
A4 Lennie Tristano – Marionette
A5 Woody Herman And His Orchestra – Early Autumn
A6 Metronome All-Stars, The* – Early Spring
B1 Miles Davis – Move
B2 George Shearing – Yesterdays
B3 Stan Kenton – Round Robin
B4 Dave Pell Octet – I Had The Craziest Dream
B5 Duke Ellington – Rockin' In Rhythmn



Disco e capa em ótimo estado.
Importado Itália.
Edição Original 1957.
Saindo por R$ 35,00

Labirinto - Kadjwynh (2012)





"Não havia como esperar algo diferente de uma das melhores bandas, senão a melhor, de post-rock nacional, a Labirinto. O EP tem nome difícil e é impossível pronunciar, pelo menos eu nunca consigo, mas o conteúdo musical dele é de uma maestria ímpar. Um pouco noise e psicodélico em alguns momentos, em outros, muito bem tocado.

Kadjwynh significa energia vital na língua Kayapó. Para esse povo, existem três elementos vitais: o corpo, o espírito e a energia vital. Esse é o grupo indígena que mais luta contra a implantação da Usina de Belo Monte desde a década de 80. Para eles, o Kadjwynh seria o mais afetado pela construção da hidrelétrica no Xingu. Então dá pra sacar que esse EP tá cheião de contexto político e social.

Daemones é a primeira faixa de Kadjwynh e é uma breve introdução, uma microfonia, um ruído controlado e apenas 1 minuto e 28 segundos de duração, entretanto, a faixa que vem na sequência se liga de maneira absurda com ela.

Tuira inicia-se com o post-rock clássico que a banda Labirinto vem se propondo a fazer e principalmente com toda aquela técnica que já foi registrada em Anatema, um dos discos mais geniais de 2010. Com camadas sonoras leves e contagiantes, a segunda música do EP te faz querer montar uma banda, estudar por bastante tempo e finalmente conseguir criar algo assim e eu não estou exagerando. Ao longo da faixa o som característico vai dando espaço a uma calmaria até o seu fim, o que não é ruim, querido ouvinte.

Piam Ket parece retomar do ponto que Tuira acabou. Eu sempre gostei desse tipo de disco, que uma coisa vai ligando a outra e parece que você está numa apresentação ao vivo que os caras não param nem pra tomar água (e foi assim o lançamento do Anatema no CCSP). Uma guitarra de fundo surge, distorcida, claro e vai acompanhando toda a faixa, até seu clímax, lá pelos 2 minutos e meio. Depois disso, a faixa fica bem calma, tranquila, chamando a próxima canção, Cairo. Lembrando que até agora todas as músicas foram um tanto quanto curtas, mas pera aí, a próxima vocês conhecem e tão ligados que não é assim.

Cairo é a quarta música de Kadjwynh e a última. Tem lá seus 10 minutos de duração e saiu naquela coletânea que divulgamos aqui, More Hope For Japan, criada para dar uma força ao pessoal que perdeu tudo no último Tsunami que deu no Japão. Vocês devem conhece-la e acharem a faixa foda, entretanto, não custa falar um pouco dela. Ela é, para mim, a música mais post-rock clássica do disco, principalmente pela sua duração e o começo bem suave, indo ao clímax de maneira calma, a passos lentos, uma coisa bem Godspeed You! Black Emperor. Bom, vocês já ouviram Cairo, então acabo minhas pequenas impressões a respeito dela aqui.

Analisando as 4 músicas do novo EP da banda Labirinto é possível dizer que eles deveriam ter gravado logo um full lenght. Fica um gosto de quero mais ao término de Kadjwynh. Eu tô pensando em mandar um email pro Erick e pra Muriel falando “eae galera, ces tão brincando né? Tá faltando mais umas 4 músicas ae pra fechar isso!”. Agora sem brincadeira, se você curtiu Anatema, é fã de post-rock ou acha que esse tipo de som combina com o frio que está fazendo em São Paulo, corre para baixar/comprar o seu. Este é um dos eps mais fodas que já ouvi até agora, tanto por sua técnica, quanto pelo quão cativante é o som, que não torna a parada cansativa e chata, pelo contrário, tudo é muito interessante."





(http://www.altnewspaper.com/resenha-de-disco/kadjwynh-e-o-ep-que-deveria-ser-um-disco-cheio/)

Disco Picture em ótimo estado.
Edição 2012.
Saindo por R$ 60,00





quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Tribute To John Coltrane: Live Under The Sky 87 10th Special (87)



Wayne Shorter (soprano sax), Dave Liebman (soprano sax), Richie Beirach (piano), Eddie Gomez (bass) e Jack De Johnette (drums) dividiram o palco no Select Live Under The Sky 87 e fizeram um tributo único para o legendário master do jazz, John Coltrane.

Faixas:

Mr. P. C.
After The Rain/Naima
India / Impressions


Disco e capa em excelente estado.
Edição Brasileira Original de 1987.
Saindo por R$ 25,00




Tim Maia (70)



"O lançamento desse disco marcou o ano zero da música black no Brasil. Com seu álbum de estréia, aos 28 anos, Sebastião Rodrigues Maia abria um novo caminho para a nossa música. Se João Gilberto havia adicionado elementos jazzísticos ao samba criando a bossa-nova, Tim incorporava o soul dos negros americanos. E fazia isso de maneira tão natural, brasileira e popular que a identificação de seu som com o grande público foi imediata e definitiva.

É verdade que a jovem guarda já flertava com o balanço dos hitmakers da gravadora Motown, e o próprio rei Roberto Carlos gravou, em 1968, "Não Vou Ficar", o primeiro grande sucesso de Tim Maia como compositor. Porém, dois anos mais se passariam para que o país inteiro descobrisse que, além de ter muitos outros clássicos na cabeça, o cara cantava como ninguém jamais tinha conseguido deste lado do hemisfério e sabia exatamente como nivelar a música brasileira com o que havia de mais legal na época em matéria de soul.

Onze anos antes, Tim fizera um estágio nos EUA. Com apenas dezessete anos, preto e pobre, já era maluco o suficiente para se mandar para lá em plena barra pesada dos tempos pré-Martin Luther King. Isso no exato momento em que a derivação do rhythm'n'blues, que seria conhecida como soul music, começava a definir seus contornos. Ficou por lá até ser convidado a se retirar da festa pelas autoridades americanas (ele desabafaria em "Meu País", de 1971: "Sim, bem sei que aprendi muito no seu país / Justo no seu país /Porém, no meu país senti tudo que quis").

Mas foi por aqui que ele encontrou os elementos que tornariam a música que fazia tão rica e particular, como ficava comprovado no seu primeiro álbum. Com o paraibano Genival Cassiano compôs "Padre Cícero", uma irresistível mistura de forró e soul em homenagem ao preacher de Juazeiro. Essa feliz experiência genética teve seu ponto alto em "Coroné Antônio Bento" (Luiz Wanderley/João do Vale), onde a atuação vocal alucinada de Tim fazia a gente acreditar que Memphis ficava em pleno sertão de Pernambuco. Aliás, a participação de Cassiano - o outro grande arquiteto do soul Brasil - foi fundamental no disco. São dele "Você Fingiu", a sensível "Eu Amo Você" e o hit "Primavera" (as duas últimas em parceria com Silvio Rochael).

E se o mundo todo pudesse ouvi-lo, ele ainda tinha muito para contar: em meio ao belíssimo arranjo de cordas em "Azul da Cor do Mar", Tim tocou no nervo do dente da paixão latina ("Um nasce pra sofrer / enquanto o outro ri"). Desde então, poucos artistas tem convencido como ele, ao cantar a dor do homem espezinhado pela mulher ingrata.

Mais de duas décadas depois, o disco ainda impressiona pela riqueza das melodias e dos arranjos, além da atualidade sonora de faixas como "Cristina" (uma aula de como tirar música da alma) e "Flamengo".

Antes de sacramentar o samba-soul em "Réu Confesso" e "Gostava Tanto de Você" em 1973, Tim lançaria mais dois álbuns pródigos em gerar sucessos, todos pela atual Polygram - a mesma gravadora para onde fora levado pelos Mutantes.

Isso é que é discoteca básica, obrigatória."

(Seção Discoteca Básica - Revista Bizz - Cláudio Campos, Bizz nº 87, outubro de 1992)


Faixas:
1. Coroné Antônio Bento - 2:13
2. Cristina - 2:05
3. Jurema - 1:14
4. Padre Cícero - 2:23
5. Flamengo - 2:00
6. Você Fingiu - 3:58
7. Eu Amo Você - 4:05
8. Primavera (Vai Chuva) - 2:10
9. Risos - 2:36
10. Azul da Cor do Mar - 3:20
11. Cristina Nº 02 - 1:30
12. Tributo à Booker Pittman - 2:48


Disco em ótimo estado, sem riscos.
Capa em excelente estado.
Edição Original de 1970.
Saindo por R$ 50,00


Faith No More - The Real Thing (89)



"O terceiro álbum do FNM surgiu da volatilidade. Criado como uma banda pós-punk em 1982, o quinteto de São Francisco despediu o vocalista alcoólatra Chuck Mosely e substituiu-o pelo atraente Mike Patton, de 20 anos, originário de Eureka, na Califórnia, possuidor de uma grande extensão vocal e de uma curiosa maneira de brincar com as palavras.

Ele se tornou um fonte de inspiração. The Real Thing é variado mas bem-acabado, indo desde o ataque thrash de horror burlesco em "Surprise! You´re Dead" à balada lounge "Edge of the World", passando pelas convulsões de rock progressivo da música que dá título ao disco e pelo estrondoso instrumental "Woodpecker from Mars", com os seus timbres orientais.

Há três singles memoráveis: "From out of Nowhere" é uma vibrante música de amor adornada por um persistente riff do tecladista Roddy Bottum; "Falling to Pieces" evidencia o estilo funk do baixista Bill Gould e do baterista Mike Bordin. O grande sucesso, contudo, foi "Epic", uma minissinfonia dramática, muito divulgada pela MTV, com versos rap, um refrão atraente, os solos do guitarrista Jim Martin e um final majestoso de piano."

(resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")


Disco e capa (com "assinatura") em ótimo estado; com encarte.
Edição Brasileira de 1990.
Saindo por R$ 25,00




segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Lô Borges - A Via Láctea (79)



"Depois de sete anos (tempo esse que ele tirou para se encontrar e amadurecer enquanto pessoa e músico) Lô lança um de seus melhores discos. Repleto de músicas que se tornaram clássicos instantâneos: “A Via Láctea”, “Equatorial”, “Vento de Maio”, e a belíssima letra feita para a instrumental “Clube da Esquina n°2”, do disco “Clube da Esquina”. Aqui Lô inicia o hábito de regravar alguma música já lançada por ele, nesse caso é “Tudo Que Você Podia Ser”, que abria o disco em parceria com Milton Nascimento."

(http://www.galeriamusical.com.br/detalhes_d.php?cod_artista=374)


Disco e capa em ótimo estado.
Edição Original de 1979.
Saindo por R$ 20,00