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"O terceiro álbum do FNM surgiu da volatilidade. Criado como uma banda pós-punk em 1982, o quinteto de São Francisco despediu o vocalista alcoólatra Chuck Mosely e substituiu-o pelo atraente Mike Patton, de 20 anos, originário de Eureka, na Califórnia, possuidor de uma grande extensão vocal e de uma curiosa maneira de brincar com as palavras.
Ele se tornou um fonte de inspiração. The Real Thing é variado mas bem-acabado, indo desde o ataque thrash de horror burlesco em "Surprise! You´re Dead" à balada lounge "Edge of the World", passando pelas convulsões de rock progressivo da música que dá título ao disco e pelo estrondoso instrumental "Woodpecker from Mars", com os seus timbres orientais.
Há três singles memoráveis: "From out of Nowhere" é uma vibrante música de amor adornada por um persistente riff do tecladista Roddy Bottum; "Falling to Pieces" evidencia o estilo funk do baixista Bill Gould e do baterista Mike Bordin. O grande sucesso, contudo, foi "Epic", uma minissinfonia dramática, muito divulgada pela MTV, com versos rap, um refrão atraente, os solos do guitarrista Jim Martin e um final majestoso de piano."
(resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")
Disco e capa em ótimo estado; com encarte. Edição Brasileira de 1990. Saindo por R$ 25,00
"No ano de 1971 surgiu no Brasil um trio que, à sua maneira, marcou as vidas de todos com que eles cruzaram, ouviram suas canções e viveram os seus momentos: chamava-se SÁ, RODRIX & GUARABYRA, um (como se chamava na época) super group, formado por três artistas (Luiz Carlos SÁ, Zé RODRIX & Guttemberg GUARABYRA), que vinham desenvolvendo suas carreiras solo, mas que, movido pela amizade que os unia, pela identidade de seus estilos de composição e por seu modo de vida, decidiram em um disco que, na época, foi uma surpresa inesperada, graças à verve, ao brilho e ao inesperado e extremamente artístico resultado dessa união.
Foram, afinal, não um, mas dois discos (PASSADO, PRESENTE, FUTURO e TERRA) lançados pela EMI-Odeon, além de algumas participações especiais em algumas coletâneas, entre as quais a do Festival de Juiz de Fora de 1972. Aliás, de festivais eles sempre tiveram muito à contar: Luiz Carlos Sá era o mais ativo participante dos mesmos, tendo sempre uma ou duas canções classificadas; foi em um FIC que GUARABYRA levou o prêmio máximo com MARGARIDA e, alguns anos depois, foi o mesmo Festival de Juiz de Fora que Zé RODRIX (em parceria com Tavito) emplacou sob vaias a canção CASA NO CAMPO, mais tarde gravada por Elis Regina, e da qual uma parte da crítica musical carioca pinçou a expressão ‘Rock Rural’ para classificar a música que SÁ, RODRIX, GUARABYRA faziam.
Foi uma carreira intensa. De seu primeiro show no Teatro Opinião, com casas cheias todas as noites, os três partiram para o circuito da época: televisões, universidades, clubes, viajando pelo Brasil inteiro da maneira, como se fazia na época em que nada era mega, a não ser os problemas. Mas as músicas eram excepcionalmente boas: AMA TEU VIZINHO, PRIMEIRA CANÇÃO DA ESTRADA, CUMPADRE MEU, HOJE AINDA É DIA DE ROCK. No fim de seu primeiro ano juntos, mudaram-se para São Paulo, atendendo a um convite do amigo Rogério Duprat, que precisava dos três em sua produtora de comerciais. E no segundo LP apareceram ANOS SESSENTA, MESTRE JONAS, PINDURADO NO VAPOR e BLUE RIVIERA. Em São Paulo, por divergências ideológicas (Zé RODRIX começou a detestar estradas, viagens, hotéis, chuveiros de hotéis, camas de hotéis, etc.) e, depois de quase dois anos completos de vida em comum, os três se separaram, indo cada um perseguir a sua carreira solo."
"O filme exalta as raízes da música, apreciando em cada cena, tesouros do blues. Conta a história de um prodígio guitarrista que aprendeu suas técnicas na tradicional universidade de música de sua cidade. Contudo, fascinado pela música negra, que ouvia em discos em seu quarto, o garoto (interpretado por Ralph Macchio), cria o desejo de querer resgatar o verdadeiro blues.
Ele acaba caindo na estrada com um velho gaitista, em busca de uma música lendária, a canção mais perfeita já escrita (produto da alma vendida de seu compositor, o bluesman Robert Johnson, ao diabo).
O próprio Steve Vai, ícone monstro da guitarra, oferta-se num duelo de guitarras com o jovem garoto, que aceita o combate diante ao próprio diabo, numa encruzilhada (mesma onde Robert vendera a sua alma). Todo o som que emana da guitarra de Macchio vem, na realidade, do mestre Ry Cooder (lendário guitarrista, que toca as músicas enquanto o ator as dubla na dedilhada).
O longa é um tributo às raízes do blues. Com a direção de Walter Hill e trilha do já citado Ry Cooder, o filme é um clássico Cult, que merece ser assistido por quem aprecia um bom filme e música de eterna qualidade.
O duelo entre o garoto e o diabo Steve Vai (no comment, abaixo)
Disco e capa em excelente estado. Edição Brasileira Original de 1986. Saindo por R$ 20,00
É uma obra de transição, sendo o primeiro álbum sem a participação do Trio Mocotó desde O Bidú: Silêncio no Brooklin, de 1967, e o antecessor daquele que é considerado o melhor disco da sua carreira (A Tábua de Esmeralda). (wikipedia)
"Em 1972, realizou uma turnê internacional por Itália, Portugal e Japão, onde foi gravado um disco ao vivo. Neste mesmo ano, foi o ganhador do VII Festival Internacional da Canção, promovido pela Tv Globo, como autor da canção "Fio Maravilha", defendida de maneira antológica e inesquecível por Maria Alcina, num Maracanãzinho lotado. Ainda neste ano, Jorge Ben lança o nono LP da carreira, "Ben", também produzido por Paulinho Tapajós, e que é tema da postagem de hoje, o qual traz como destaque em seu repertório (todo de autoria de Jorge Ben) as músicas "Fio Maravilha", "Taj Mahal", "Caramba! Galileu da Galiléia", "O Circo Chegou", "Que Nega É Essa", "Paz E Arroz", "As Rosas Eram Todas Amarelas" e "Morre O Burro, Fica O Homem". Um disco muito gostoso de se ouvir, que na minha opinião é um dos melhores da carreira de Jorge Ben, o qual mostra toda a genialidade do compositor carioca como cantor e intérprete de seus sucessos, sucessos estes que se tornaram clássicos de nossa música brasileira. Um disco de alto nível musical, com a essência única de Jorge Ben em cantar, interpretar e, sobretudo, compor suas músicas, genuinamente brasileiras."
1 - Morre O Burro, Fica O Homem (Jorge Ben) 2 - O Circo Chegou (Jorge Ben) 3 - Paz E Arroz (Jorge Ben) 4 - Moça (Jorge Ben) 5 - Domingo 23 (Jorge Ben) 6 - Fio Maravilha (Jorge Ben) 7 - Quem Cochicha O Rabo Espicha (Jorge Ben) 8 - Caramba! Galileu da Galiléia (Jorge Ben) 9 - Que Nega É Essa (Jorge Ben) 10 - As Rosas Eram Todas Amarelas (Jorge Ben) 11 - Taj Mahal (Jorge Ben)
Disco em ótimo estado, com poucos sinais de uso. Capa em muito bom estado (envelhecimento natural). Edição Original Philips de 1972. Relativamente Raro. Saindo por R$ 50,00
Coletânea reunindo somente canções que foram nº 1 nos EUA e o Reino Unido, lançada exatamente 20 anos após a lançamento do 1º álbum, Please Please Me. Para o álbum foi usada uma versão editada mais curta de Hey Jude... portanto, prá quem sofre com o coro final, eis a versão...
Side one:
"She Loves You" "Love Me Do" "I Want to Hold Your Hand" "Can't Buy Me Love" "A Hard Day's Night" "I Feel Fine" "Eight Days a Week" "Ticket to Ride" "Help!" "Yesterday" "We Can Work It Out" "Paperback Writer"
Side two:
"Penny Lane" "All You Need Is Love" "Hello, Goodbye" "Hey Jude" (edited 5:09 version) "Get Back" "Come Together" "Let It Be" "The Long and Winding Road"
Disco em excelente estado. Capa em ótimo estado (exceto por algum rabisco); com encarte. Edição Brasileira Original de 1982. Saindo por R$ 30,00
Depois de um álbum melódico como Transa e outro ao vivo com Chico Buarque (Caetano e Chico – Juntos e Ao Vivo), o cantor chocou com o disco mais experimental – e difícil – de sua carreira. "Em verdadeiro estilo vanguardeiro, os líderes do Tropicalismo o declararam já defunto após terem conseguido mexer com a cabeça dos outros. Embora sem movimento, uma linha oswaldiana continua no repertório de Caetano. Do exílio em Londres escreve em uma de suas cartas: “Não quero o reino dos céus: só me interessa o que não é meu”, emprestado do “Manifesto antropófago”. Na volta, o LP super-experimental de Caetano, Araça Azul (1972), foi qualificado por um crítico de “tropicalismo revisited… homenagem implícita aos poetas concretos, Oswald e Sousândrade”.
"A gente usava o disco pra passar trote, porque havia uns “converseiros” no disco. Ligava pra qualquer número e quando a pessoa dizia “Alô?”, a gente aumentava o volume e deixava a pessoa escutando “Araçá azul” (Chico César) - excelente... rsrs.
Disco em bom estado (com sinais de uso e chiado, mas sem riscos - audição absolutamente "não" comprometida... rs). Há uma pequena rasura no selo no lado 1. Capa (dupla) em ótimo estado. Edição Philips Original de 1973. Bem Raro. Saindo por R$ 60,00
"Em 1964, os americanos que compraram "Meet the Beatles" foram apresentados a quatro rapazes de franja e terninho que não pareciam encarnar de forma alguma o desejo de liberdade. Apenas dois anos depois que os fãs puderam chegar perto de conhecer os verdadeiros Beatles - estrelas do pop cheias de imaginação. E só mais tarde a banda - particularmente Lennon - iria desnudar sua alma. Mas Rubber Soul já valia a pena.
O álbum injeta mística no mundo dos Beatles. A capa psicodélica - a foto, feita por uma lente grande-angular, dá ao grupo, muito sério, um ar ligadão - nem traz o nome da banda (era a primeira vez que isso acontecia nos Estados unidos).
Das letras obscuras, a melhor é a de "Nowergian Wood (This Bird Has Flown)", de Lennon - que, como "I´m Looking Through You", de McCartney, faz alusão à sua turbulenta vida pessoal. "Nowhere Man", porém, descarta totalmente o romance - coisa rara para o grupo até então.
A sentimental "Michelle" compensa em beleza o que não tem em profundidade, enquanto "Girl" é enganosamente simples (bem mais sofisticada do que "Just Like a Woman" de Bob Dylan, segundo o crítico Greil Marcus).
Musicalmente, Rubber Soul é um passo à frente. Os elementos-chave do disco incluem a cítara e, em "Think for Yourself", o baixo distorcido - como "The Word", é um rock sem data de validade.
A maior ofensa ao reinado dos Beatles não é "Ob-La-Di, Ob-La-Da". É o fato de Rubber Soul ser tão subestimado. O álbum não contém hits, mas seria um destaque na discografia de qualquer banda menor."
(Resenha extraída do livro "Os 1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer)
Disco em ótimo estado (apesar dos sinais de uso, não possui riscos - com algum chiado ocasional... som ótimo - Mono). Capa (sanduíche) em ótimo estado. Edição Brasileira de 1966. Saindo por R$ 40,00
É o quinto álbum de estúdio do Iron Maiden.Tendo Bruce Dickinson no vocal, Adrian Smith e Dave Murray nas guitarras, Steve Harris no baixo e Nicko McBrain na bateria, esse álbum, assim como o The Number of the Beast, é um dos expoentes do Iron Maiden. Marca uma época em que a formação estava muito entrosada e amiga, pois em anos anteriores a batalha de egos entre Steve Harris e Bruce Dickinson deixava sempre uma incerteza sobre a continuação de Bruce na banda.
Gravado nas Bahamas e mixado nos Estados Unidos, o álbum tem sua abertura com "Aces High", uma canção sobre as lutas aéreas na Segunda Guerra Mundial. Logo depois tem "2 Minutes to Midnight", composta por Adrian Smith com letras de Bruce, tratando da constante ameaça de uma guerra nuclear que pairava na época. Logo após, uma canção instrumental ao estilo egípcio do álbum, chamado "Losfer Words (Big' Orra)". Depois as canções "Flash of the Blade", "The Duellists" e "Back in the Village". Segue "Powerslave", composta apenas por Bruce Dickinson e que trata de temas egípcios e como as pessoas podem ficar "escravas do poder". Por fim, a "saga" "Rime of the Ancient Mariner", uma longa canção de treze minutos sobre um homem amaldiçoado por uma sereia da morte. Foi escrita a partir do poema homônimo do poeta romântico inglês do século XVIII, Samuel Taylor Coleridge.
Disco em muito bom estado (apesar dos "sinais de uso", não apresenta riscos e há pouco chiado). Capa em ótimo estado, com encarte. Edição Brasileira Original de 1984. Saindo por R$ 35,00
"Este disco foi gravado ao vivo no Teatro do Hotel Nacional em outubro de 1978. Na época, ele foi produzido no intuito de ser um disco brinde comemorativo de aniversário da empresa de engenharia Servenco. Mas o disco ficou tão bom que a extinta Kuarup resolveu lançá-lo comercialmente no ano seguinte.
Este disco também, pode-se dizer, foi um sonho realizado do pianista Arthur Moreira Lima. Ele havia voltado recentemente da Europa, sedento de Brasil e da música brasileira. Manifestou o desejo de gravar música popular, tocar com um grupo de choro. Chegou até a dar nomes aos bois. Pouco mais de uma semana seu sonho se realizou, lá estava ele se apresentando ao vivo com os ‘medalhões’ do choro.
Este álbum foi depois relançado pela própria gravadora/selo em formato cd com algumas faixas extras. Como a Kuarup fechou as portas, imagino que encontrar este disco só mesmo em sebos ou nos blogs."
LADO A 01. Fon-Fon (Nazareth) 2:10 02. Turbilhão de beijos (Nazareth) 3:58 03. Alvorada (Jacob do Bandolim) 3:57 04. Batuque (Nazareth) 3:57 05. Sai da frente (AbeI Ferreira) 2:06 06. Carinhoso (Pixinguinha) 2:52
LADO B 01. Impressões seresteiras (Villa-Lobos) 6:42 02. 1. Choro de mãe (Wagner Tiso) 5:34 03. Chorando baixinho (AbeI Ferreira) 3:31 04. Quebradinha (Nazareth) 4:31 05. Apanhei-te cavaquinho (Nazareth) 2:40
Arthur Moreira Lima - piano Abel Ferreira - clarinete e sax Copinha - flauta Joel Nascimento - bandolim Zé da Velha- trombone Conjunto Época de Ouro: Dino (7 cordas) - Cesar Faria e Carlinhos (violões) - Jonas (cavaquinho) Jorginho do Pandeiro
Disco e capa em ótimo estado. Edição Original (única) de 1978. Saindo por R$ 25,00
É uma coletânea de canções gravadas por Elvis Presley no período da Sun Records, na verdade, sua filial, a "Memphis Recording Service" de Sam Phillips, onde Elvis começou sua carreira profissional em julho de 1954, já que em julho de 1953 e janeiro e junho de 1954 ele também gravou de forma amadora algumas músicas.
No dia 5 de julho de 1954, que é considerado como o "marco zero do rock" por várias pesquisas e especialistas, Elvis ensaiava algumas canções, até que, em um momento de descontração, de forma improvisada, começou a cantar "That's All Right, Mama", provocando em Sam Philips um grande entusiasmo. "Take" realizado, nova canção, no gênero, foi concebida; dessa vez, "Blue Moon of Kentucky", com nova grande aprovação. Ambas comporiam seu primeiro disco, um "compacto simples" (single).
Participaram das sessões, além de Elvis e Sam, o guitarrista Scotty Moore e o baixista Bill Black.
Essa coletânea contém o seu primeiro sucesso nacional, "I Forgot To Remember To Forget", que foi primeiro lugar na parada country nacional da billboard em 1955.
(wikipedia)
Faixas
That's All Right Mama (1:57) Blue Moon Of Kentucky (2:04) I Don't Care If The Sun Don't Shine (2:28) Good Rockin Tonight (2:14) Milkcow Blues Boogie (2:39) You're a Heartbreaker (2:12) I'm Left, You're Right, She's Gone (2:37) Baby Let's Play House (2:17) Mistery Train (2:26) I Forgot To Remember To Forget (2:30) I'll Never Let You Go (2:26) Trying To Get You (2:33) I Love You Because (2:44) Blue Moon (2:41) Just Because (2:34)
Disco e capa em ótimo estado. Edição Brasileira de 1978. Saindo por R$ 35,00