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segunda-feira, 15 de julho de 2013
Armageddon (75)
Keith Relf fez parte do grupo Metropolis Blues Quartet antes de ingressar na banda The Yardbirds, em 1963, na qual era vocalista e tocava gaita. Em 1969 criou a banda RENAISSANCE, lançando dois álbuns antológicos: The Renaissance (1969) e Illusion (1971). Nesse mesmo ano os integrantes principais se separaram. Keith Relf quis formar um novo grupo voltado ao hard rock, nascendo daí o ARMAGEDDON, em 1975. Com esse projeto lançou um único álbum autotitulado. Morreu no ano seguinte, eletrocutado com um instrumento que era a sua maior paixão: a guitarra.
Disco em ótimo estado (chiados ocasionais/sem riscos).
Capa em muito bom estado.
Edição Brasileira Original de 1975.
Saindo por R$ 60,00 (Disco Raro)
sábado, 13 de julho de 2013
Zimbo Trio - Zimbo (76)
"Um dos mais importantes grupos instrumentais do Brasil, o Zimbo Trio, formado por Luiz Chaves (baixo), Amilton Godoy (piano) e Rubens Barsotti (bateria), sempre esteve na vanguarda da música brasileira desde seu surgimento ainda no início da década de 60.
Neste álbum, gravado em 1976, o Zimbo é acrescido de dois músicos luminares, Hector Costita (sax, flauta) e Heraldo do Monte (guitarra). Na minha opinião esse foi o melhor trabalho do grupo em seus quase 45 anos de estrada, opinião compartilhada por Carlos Piratininga, que escreveu na contracapa: “Quem ficou algum tempo sem acompanhar de perto a carreira do Zimbo Trio, vai tomar um susto com este disco”.
Com uma proposta musical diferenciada e uma pegada groovy-jazzy, o quinteto detona competência e criatividade executando músicas de Milton Nascimento “Fé Cega Faca Amolada” e “Viola Violar”, temas compostos pelos integrantes como “Tudo Bem”, “Brincando”, “Laurecy, Até Já”, “Vai de Aracajú” e “Poliedro” – composição de Tito. Um trabalho imperdível."
(http://hotbeatjazz.wordpress.com/2009/01/11/zimbo-trio-zimbo-1976-2/)
Faixas:
1- Fé Cega Faca Amolada
2- Tudo Bem
3- Brincando
4- Vai de Aracajú
5- Viola Violar
6- Poliedro
7- Laurecy, Até Já
Disco e capa em excelente estado.
Edição Original de 1976.
Saindo por R$ 30,00
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Rod Stewart - Never a Dull Moment (72)
Em 1972 o Faces lança "A Nod is as Good as a Wick...to a Blind Horse", que traz o maior hit da banda, “Stay with me”, e também sucessos como “Miss Judy’s Farm”, “That’s All You Need” e “Memphis”, de Chuck Berry.
Alguns meses depois, Rod Stewart lança o seu quarto álbum solo (paralelo à carreira com o Faces), "Never a Dull Moment", chegando as paradas com “Angel”, uma cover de Jimi Hendrix. O disco ainda traz “I’d Rather Go Blind” de Etta James, “True Blue”, “You Wear It Well” e “Twisting the Night Away” de Sam Cooke, o cantor predileto de Stewart.
É fato: todos os discos que Rod Stewart participou até 1975 - seja no Faces, Jeff Beck Group ou solo - são clássicos...
Faixas do LP "Never A Dull Moment":
Lado 1:
"True Blue" (Stewart, Ronnie Wood) – 3:32
"Lost Paraguayos" (Stewart, Ronnie Wood) – 3:57
"Mama You Been on My Mind" (Bob Dylan) – 4:29
"Italian Girls" (Stewart, Ronnie Wood) – 4:54
Lado 2:
"Angel" (Jimi Hendrix) – 4:04
"Interludings" (A. Wood) – 0:40
"You Wear It Well" (Stewart, Martin Quittenton) – 4:22
"I'd Rather Go Blind" (Billy Foster, Ellington Jordon) – 3:53
"Twisting the Night Away" (Sam Cooke) – 3:13
Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira Original de 1972.
Saindo por R$ 25,00
terça-feira, 9 de julho de 2013
Rainbow - Long Live Rock 'n' Roll (78)
É o terceiro álbum de estúdio lançado em 1978 pelo Rainbow e o último a contar com Ronnie James Dio.
"Após deixar o Deep Purple, o lendário guitarrista Ritchie Blackmore resolve partir em uma nova empreitada. E para isso recruta o até então praticamente desconhecido vocalista Ronnie James Dio da banda Elf. Mas Dio só topa fazer parte desse projeto se todos os seus companheiros de banda também fizerem. E assim estava formado o Rainbow, que a principio tinha o nome de Ritchie Blackmore’s Rainbow por pressão da gravadora que queria utilizar o nome e a fama do já mundialmente conhecido guitarrista
Depois de dois álbuns lançados e muito bem sucedidos, o homônimo álbum de estréia e o clássico Rainbow Rising de 1976, chegava a hora de a banda deixar seu nome marcado definitivamente na história do rock pesado. Então em meados de 1978 é lançado o álbum Long Live Rock n’ Roll, que ajudaria a moldar o Heavy Metal como o conhecemos hoje. Da primeira formação do grupo, haviam sobrado apenas o vocalista e o guitarrista, para as outras vagas foram contratados grandes músicos, sendo Cozzy Powell na bateria (que mais tarde iria tocar no Black Sabbath), Bob Daisley no baixo (que viria a fazer parte de bandas como Uriah Heep, Black Sabbath, Ozzy Osbourne e Yngwie Malmsteen) e Tony Carey nos teclados.
Falando do álbum propriamente dito, a abertura fica por conta da empolgante faixa-titulo, um verdadeiro hino do hard rock/metal, que ainda hoje, quase 30 anos após ser gravada, continua sendo tocada para alegria do público, pela banda solo do vocalista Ronnie James Dio. O restante do álbum mantém o alto padrão de qualidade, sempre com aquela pegada de hard rock setentista, misturado com elementos do que viria a ser chamado de power metal anos mais tarde. Falando nisso, "Kill the King" pode ser considerada como a primeira música desse estilo, pois possui várias das características que viriam a definir o power metal, como velocidade e vocais altos, principalmente na segunda parte da música, onde o ritmo acelera um pouco e o tom do vocal aumenta bastante. Para se ter uma idéia de como essa música tem realmente a essência do power metal, procure ouvir as versões feitas pelo Primal Fear e Stratovarius presente no tributo Holy Dio, e observe como a música soa natural na interpretação desses dois expoentes do estilo. Sem dizer que, se eu não estiver errado, o Rainbow foi uma das primeiras bandas a criar letras com temáticas de fantasia, tema que hoje é recorrente entre oito entre cada dez bandas de metal.
Outros destaques são: a cadenciada "Lady of the Lake"; a empolgante "The Shed (Subtle)", que convida o ouvinte a bater cabeça com seu ritmo empolgante; e a fantástica "Gates of Babylon", que com certeza deixou o virtuoso guitarrista Yngwie Malmsteen de cabelos em pé quando ele a escutou pela primeira vez, pois muitas das músicas compostas por ele lembram o estilo dessa canção, tanto que ele até chegou a gravá-la com sua banda. Fechando o álbum temos a lenta e emocional "Rainbow Eyes", que conta apenas com um belo arranjo de cordas acompanhando o vocal.
Finalizando, esse é um dos mais importantes e influentes álbuns de metal de todos os tempos. Feito por uma banda que conta com dois dentre os maiores músicos da historia do rock, o guitarrista Rithcie Blackmore e o vocalista Ronnie J. Dio, ambos em plena forma. Se hoje, aos sessenta e poucos anos, Dio canta um absurdo, o que ele não cantava com seus vinte?! Com certeza ele rouba a cena (mesmo com uma superbanda o acompanhando) com sua bela e potente voz, e com suas fantásticas linhas vocais. Não é a toa que ele é conhecido como “A voz do Metal”, e nesse álbum ele deixa isso bem claro."
(Fonte: Resenha - Long Live Rock n' Roll - Rainbowhttp://whiplash.net/materias/cds/042315-rainbow.html#ixzz2YaL4Aobw")
Disco e capa em ótimo estado (com um pouco de chiado no início da faixa "The Shed").
Edição Original Brasileira de 1978.
Saindo por R$ 40,00
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Gal Costa - Legal (70)
"Se o ano anterior trouxera doze meses de suspense, 1970 começou para os tropicalistas de modo brando. Gal Costa passara o Ano Novo em Londres, junto a Caetano, Gil, Dedé e Sandra Gadelha, Jorge Mautner, Rogério Sganzerla, Helena Ignez e mais a turma da pesada. Eles até participaram de uma jam session no palco do festival da Ilha de Wight, onde Gal assistira, acampada, uma apresentação de Jimi Hendrix. O escritor Antônio Bivar, também integrado ao grupo, conta detalhes divertidos desse período, em seu livro Verdes Vales do Fim do Mundo.
Mais calma, cabelos repartidos ao meio, muitas compras na Carnaby Street e postura relax, Gal repensara na Inglaterra a sua carreira. Já não partiria mais para o radicalismo do último disco e optaria por um trabalho que permitisse revelar as muitas possibilidades de sua voz. Do canto recôndito ao grito, do rock ao baião, do blues à bossa, do lixo ao luxo. Tropicalista, com toda razão.
Logo ao voltar, lança um compacto com London, London, de Caetano Veloso, e Minimistério, de Gilberto Gil. A primeira canção vira hit instantâneo, em primeiro lugar de execução nas rádios. E quase ao final do segundo semestre sai o LP Legal, com capa de Hélio Oiticica. O disco era resultado do show Deixa Sangrar, estreado meses antes no Teatro Opinião, zona sul carioca. Gal surgia acompanhada do grupo Som Imaginário e do percussionista Naná Vasconcellos. O espetáculo se encerrava com o frevo Deixa Sangrar, de Caetano, composto em Londres como paródia ao título do álbum Let it Bleed dos Rolling Stones.
Ainda do mesmo show, a Philips extrai outro sucesso: Você Não Entende Nada, lançado em compacto e depois incluído às pressas nas prensagens seguintes do Legal. 1970: ano em que Gal Costa emplacou dois enormes sucessos, pulverizando seu nome por todos espaços da imprensa."
(http://www.galcosta.com.br/sec_biografia.php?id=9)
Disco e capa em excelente estado.
Edição de 1982.
Saindo por R$ 35,00
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Santana - Abraxas (70)
"No verão de 1970, Carlos Santana, aos 27 anos, já acumulava vários discos de platina por um álbum no qual incluiu dois singles que entraram para o Top 40; fez uma performance inesquecível diante de metade do mundo em Woodstock e ganhou uma crescente legião de fãs. Até hoje, quem faz sucesso na estreia é encorajado a continuar gravando aquilo que funcionou da primeira vez. Mas Santana aderiu ao freak rock de São Francisco, onde os artistas garimpavam sua imaginação e transformavam tudo o que descobriam em rock´n roll.
Santana elaborou um segundo disco que viajava para além do rock, até o jazz e a salsa, no ritmo de um coração latino. Apesar de serem a face visível da banda, Carlos e sua guitarra impecável eram meros componentes de uma engrenagem extremamente talentosa, e em "Abraxas" cada integrante do grupo marcou presença. Gregg Rolie foi o responsável pelo órgão sedutor que transformou "Black Magic Woman" e "Oye Como Va" em clássicos instantâneos do rádio, e também compôs os rocks mais pesados "Mother´s Daughter" e "Hope You´re Feeling Better", em que os riffs típicos de Carlos pairam acima da música. O baixista Dave Brown e o baterista Mike Shrieve assentaram, neste álbum, as bases do que seria uma das melhores e mais afiadas seções rítmicas da história da música, e pavimentaram caminho para os exuberantes címbalos e congas de Mike Carabello e Jose Areas.
No lançamento de "Abraxas", a Rolling Stone afirmou que Santana "pode fazer pela música latina o que Chuck Berry fez pelo Blues". Quando o álbum chegou ao primeiro lugar nas paradas, trazendo as batidas mais firmes que o establishment do rock já tinha ouvido, o prognóstico da revista pareceu até modesto."
(Resenha extraída do livro "1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer")
Disco e capa em ótimo estado.
Edição Brasileira de 80´s.
Saindo por R$ 20,00
Jimi Hendrix - Crash Landing & Midnight Lightning (75)
""Crash Landing" e "Midnight Lightning", ambos lançados em 1975, são dois excelentes álbuns póstumos do genial e inigualável mestre Hendrix, memoráveis versões em estúdio de composiçõesque foram frequentemente acrescentadas em outras obras póstumas e como de costume, Hendrix esbanja originalidade, criatividade e competência ao longo de todas as faixas.
Em 1978, esses dois álbuns foram lançados no Brasil sob a forma de álbum duplo, tomando por "empréstimo" a capa originalmente do "Crash Landing".
Em especial, quero deixar consignadas as seguintes faixas: as lisérgicas "Somewhere Over The Rainbow", "Captain Coconut", "Machine Gun", as ferozes e impecáveis, "Peace In Mississipi", "Trashman", "Hear My Train A Coming", os belíssimos e devastadores blues, "Come Down Hard On Me", "Gypsy Boy (New Rising Sun)", "Once I Had A Woman" e as clássicas faixas, "Stone Free Again", "Midnight Lightning", "Blue Suede Shoes".
Como dá pra perceber, na minha opinião, os álbuns são excelentes e são um verdadeiro e eterno presente para todas as gerações que precederam o grande e eterno mestre supremo Jimi Hendrix."
(http://progressivedownloads.blogspot.com.br/2011/06/jimi-hendrix-crash-landing-midnight.html).
Discos (duplo) em ótimo estado, com sinais de uso, mas sem riscos.
Capa em muito bom estado, com sinais de envelhecimento natural de uma edição (brasileira) de 1978.
Saindo por R$ 70,00
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Elvis Presley - Essential Elvis - The First Movies (57-58)
Elvis com sua banda dos 50´s, Scotty Moore (guitarra), Bill Black (baixo) e D.J. Fontana (bateria) criaram um dos mais excitantes e inovadores sons da época, capturados ao vivo no estúdio.
Neste álbum há faixas dos três primeiros filmes: "Love me Tender" (57), "Loving You" (58) e "Jailhouse Rock" (58), inclusive com versões alternativas de clássicos nunca antes lançadas.
Faixas:
1. Love Me Tender 2. Let Me 3. Poor Boy 4. We're Gonna Move 5. Loving You (unreleased slow version, take 10) 6. Party (unreleased version) 7. Hot Dog 8. Teddy Bear 9. Loving You (unreleased fast version takes 20 & 21) 10. Mean Woman Blues (alternate film version) 11. Got A Lot O' Livin' To Do (unreleased version) 12. Loving You (unreleased fast version, take 1) 13. Party 14. Lonesome Cowboy 15. Jailhouse Rock (unreleased with vocal overdub, take 6) 16. Treat Me Nice (unreleased version, take 10) 17. Young And Beautiful (unreleased version take 12) 18. Don't Leave Me Now (original version, take 12) 19. I Want To Be Free (original version, take 11) 20. Baby I Don't Care (original version take 16, vocal overdub, take 6) 21. Jailhouse Rock (unreleased version, take 5) 22. Got A Lot O' Livin' To Do 23. Love me Tender (unreleased version).
Disco em ótimo estado, com leve chiado em algumas faixas.
Capa em excelente estado.
Saindo por R$ 30,00
terça-feira, 2 de julho de 2013
Triumvirat - Mediterranean Tales (Across The Waters) (72)
Esta banda alemã iniciou sua primeira formação nos fins do ano de 1968 na cidade de Colonia. Como um trio, que na realidade representa a banda desde o álbum de estréia até o álbum "Spartacus" (1975), era inicialmente formado primeiramente pelo baixista Werner Frangenberg, o baterista e percussionista Hans Bathelt e o pianista/tecladista classicamente treinado Hans-Jurgen Fritz.
Esse power trio era liderado por Jürgen Fritz, um pianista de formação acadêmica que não deixava nada a dever a Keith Emerson ou Rick Wakeman. O 'Mediterranean Tales' é a prova de quanto o grupo logo cedo já tinha condições de se tornar uma forte representação do rock progressivo tradicional na Alemanha.
Disco e capa em excelente estado.
Edição Original Brasileira de 1972.
Saindo do por R$ 25,00
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Tom Zé Estudando o Samba (76)
Lançado em 1976, o LP passou despercebido pela crítica nacional. Além da mesma inventividade apresentada em "Todos Os Olhos", seu álbum anterior, "Estudando o Samba" revê o principal gênero musical brasileiro, o samba. Tom Zé convidou o sambista Elton Medeiros para fazer algumas parcerias.
Essa obra experimental do cantor baiano acabou por afastá-lo ainda do grande público. O álbum foi redescoberto no final da década de 1980 pelo ex-Talking Head David Byrne. Relançado no mercado internacional em 1990 em uma compilação, o disco foi aclamado pela imprensa internacional - como os jornais norte-americano The New York Times e francês Le Monde - e especializada como a revista norte-americana Rolling Stone.
O LP foi eleito em uma lista da versão brasileira da revista Rolling Stone como o 35º melhor disco brasileiro de todos os tempos.
Disco e capa em ótimo estado.
Edição Original de 1976.
Saindo por R$ 100,00
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