O Tráfego Vinílico traz somente discos de vinil, sem qualquer restrição quanto ao estilo musical. São discos revisados, higienizados, sem riscos e devidamente qualificados quanto ao estado do disco e da capa... também compro, troco e aceito encomendas... para reservar, basta comentar na postagem do disco, que iniciamos a negociação (preferindo negociar por e-mail: marcosfilho78@hotmail.com)... para + de 1 disco tem desconto... frete único promocional de R$ 15 (p/ qualquer local do Brasil)...
é o quarto álbum de estúdio da banda... o disco é uma porradaria só, uma mescla impecável de samples, baterias eletrônicas e guitarras pesadíssimas, uma sonoridade tão agressiva que chega a ser difícil de se classificar. Se bem que a imprensa especializada tentou rotular o Ministry como dancecore, industrial thrash, industrial metal, cyberpunk...
Para promover o disco o Ministry fez a tour Rollerball, que tinha 10 músicos no palco por causa da dificuldade de criar todos os detalhes das músicas do Ministry ao vivo. Na época o baixista Barker justificou a enorme banda de apoio: "É difícil porque nossos arranjos às vezes são complicados, antes de cada excursão passamos sempre umas duas semanas bolando como vamos reproduzir as músicas ao vivo. Às vezes temos que mudar a afinação de algumas músicas.Seria fácil para nós fazer uma turnê só com 2 músicos e um monte de bases pré-gravadas, mas achamos isso ridículo. Gostamos de tocar ao vivo".
Disco e capa em excelente estado, impecável... com encarte. Edição Original Brasileira de 1989. Saindo por R$ 25,00
"Ackerman nasceu na Alemanha e se mudou ainda jovem para os EUA... fez curso regular na Stanford University e depois foi ser... carpinteiro! Aprendeu sozinho a tocar violão de uma forma única. Seus amigos ficavam encantados ao ouvi-lo e resolveram juntar US$ 300 para que ele gravasse um disco. Isso em fins dos anos 1970. Críticos descobriram a gravação e viram que ali estava sendo criado algo novo, diferente ao som do violão de cordas de aço. O sucesso para um público seleto o fez criar uma gravadora para fazer seus lançamentos e apresentar outros músicos que, como ele, faziam um som especial, sem precedentes. Nascia aí a platinada Windham Hill Records que depois de dezenas de lançamentos foi vendida para uma major em 1992. Sua música e o som que consolidou na Windham Hill são um dos pilares da New Age Music baseada em elementos impressionistas e minimalistas. Música para a alma feita apenas com um violão e eventualmente com alguns outros instrumentos complementares, o que diferencia aquela geração da Windham Hill do que normalmente se popularizou (e se banalizou) chamar "New Age" (= a música insossa com chatíssimos teclados "climáticos" do começo ao fim da música). Enfim, é trilha sonora para contemplação da natureza, como fundo musical de uma boa leitura ou apenas para um pouco de paz interior... e, principalmente, para quem aprecia um violão inspirado"
"Considerado um dos filmes mais brilhantes da carreira do Kubrick (e portanto do cinema como um todo), hoje a gente vai falar da escolha da trilha sonora do filme A Clockwork Orange, Laranja Mecânica. Bem inusitada, diga-se! O filme ficou conhecido por sua violência gratuita e explícita e pelo caráter incorrigível de Alex, o protagonista interpretado por Malcolm MacDowell. Diferente dos outros filmes do gênero, as cenas mais violentas vêm acompanhadas por músicas compostas pelos gigantes da ópera Gioacchino Rossini e Beethoven, entre outros. Incrível como até hoje toda vez que eu ouço a 9th Symphony do Beethoven eu lembro das atrocidades cometidas pelo assassino-estuprador do filme. Em primeiro momento a escolha das músicas nos é estranha, você pensa “como fizeram essa ligação? Não combina com a cena essa ópera”, mas depois de assistir ao filme é impossivel não considerar essa uma das melhores e mais arriscadas trilhas sonoras já feitas, assim como o filme em si. Seguem postados alguns momentos onde é muito presente esse contraste entre imagem e som no filme."
Depois do lançamento de dois registros que foram distribuídos exclusivamente no Japão e que contavam com um sujeito chamado Randy Rhoads na guitarra, a banda deu um tempo e voltou arrebentando com uma nova formação para gravar este verdadeiro clássico (prá quem curte heavy metal 80´s, evidente). Contando com Kevin DuBrow (vocal), Carlos Cavazo (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Frankie Banalli (bateria).
Disco e capa em excelente estado, impecável. Edição Brasileira Original de 1983. Saindo por R$ 40,00
"Station to Station é o décimo álbum de estúdio de Bowie, lançado pela RCA Records em 1976. Considerado de maneira geral como uma de suas obras mais significativas, Station to Station também é notável por ter sido veículo de sua última grande persona, o Thin White Duke. O álbum foi gravado logo depois de ele ter completado as filmagens para o longa The Man Who Fell to Earth, de Nicolas Roeg, e a capa, inclusive, mostra uma cena do filme. Durante as sessões de estúdio, Bowie estava no auge de seu vício em drogas, especialmente a cocaína, e não se lembra de quase nada das gravações do disco. Musicalmente, Station to Station foi um álbum de transição para Bowie: o desenvolvimento do funk e soul music de seu lançamento anterior, Young Americans, ao apresentar uma nova direção com o uso de sintetizadores e ritmos de motorik influenciados por bandas alemãs como Kraftwerk e Neu!. Esta tendência viria a culminar em alguns de seus trabalhos mais aclamados, a então chamada Trilogia de Berlim, gravada com Brian Eno de 1977 a 79. O próprio músico revelou que este disco era "um apelo para eu retornar à Europa". Station to Station já foi descrito como simultaneamente um de seus álbuns mais acessíveis e também impenetráveis. Provavelmente isso se deve ao fato de que, nesta obra, Bowie soube misturar funk e baladas românticas a letras concernentes a Nietzsche, Aleister Crowley, mitologia e religião. O álbum foi imensamente bem recebido pela crítica e público, teve sérias consequências na vida de Bowie, e influenciou significativamente algumas das bandas que surgiriam nos anos seguintes, como a Magazine. Em 2003, foi considerado o 323º melhor álbum de todos os tempos na eleição da Lista dos 500 melhores álbuns de sempre da revista Rolling Stone." (wikipedia)
Disco em excelente estado... capa (dupla) em ótimo estado. Edição Brasileira de 1991. Saindo por R$ 20,00 Alá hein galera... esse vídeo é pá mulecada aprender a dançar hein... kkkk... grande Bowie... grande Música essa, podes-crer!
Jerrald King Goldsmith (Los Angeles, 10 de fevereiro de 1929 — Beverly Hills, 21 de julho de 2004), foi um renomado compositor estadunidense de trilhas sonoras para cinema e televisão. Ele é considerado um dos mais influentes compositores do século XX, tendo trabalhado em diferentes gêneros, principalmente ficção científica, terror e fantasia.
É mundialmente famoso, principalmente, por seus trabalhos em cinco filmes série Jornada nas Estrelas. A trilha sonora para Star Trek: The Motion Picture é considerada por muitos como o trabalho mais impressionante do compositor. Goldsmith foi incumbido de representar todo o universo com sua música. Porém seu tema inicial não foi bem recebido pelos produtores do filme (o diretor Robert Wise achou que parecia "navios navegando"). Embora um pouco desapontado com a rejeição, Goldsmith re-escreveu seu trabalho e chegou com o majestoso tema que acabou sendo usado (e é instantaneamente reconhecido até hoje). A sequência de abertura do filme apresenta um tema para os Klingons. Goldsmith re-usaria o tema em Star Trek V: The Final Frontier a para Worf no futuro. O tema de amor para a personagem Ilia foi usado como overture. Ele também teve a ideia para para o som característico de V'Ger, usando o "Blaster Beam" (uma longa caixa de metal, equipada com cordas de piano, amplificadas eletronicamente) criado por Craig Huxley.
(Wikipedia)
Disco e capa em ótimo estado. Edição Brasileira Original de 1989. Saindo por R$ 15,00
É o quarto álbum do Legião Urbana. Depois do fatídico show no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, que terminou em confusão generalizada, a banda chegou a ser odiada por parte do público que foi ao show. O fato aumentou a fobia de palco de Renato Russo e fez com que a banda adotasse uma postura mais introspectiva. Durante as gravações, o baixista Renato Rocha se desentendeu com os demais membros e deixou a banda, fazendo com que algumas bases de baixo já preparadas para o disco fossem regravadas por Renato Russo e Dado Villa-Lobos. O disco trata de temas como a bissexualidade, como na canção Meninos e Meninas (em que Renato assume abertamente ser bissexual) e Maurício, e a religião, como em Monte Castelo (adaptada de trechos da Primeira Epístola de São Paulo aos Coríntios, da Bíblia cristã, e mesclada a trechos de um soneto de Luís Vaz de Camões). A crítica social também está presente, com 1965 (Duas Tribos), em que o cantor menciona a tortura (prática comum na ditadura militar, nos anos 70).
Nove das onze faixas do disco estão entre as mais conhecidas da banda, considerado por muitos como o melhor e mais inspirado da história da Legião, inclusive pelo próprio Renato Russo. Entre elas, estão: Há Tempos, Pais e Filhos, Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto, Meninos e Meninas, Monte Castelo e Maurício.
(wikipedia)
Disco em excelente estado, impecável... a capa está em ótimo estado, mas um (a) "adolescente" escreveu pequenos textos (textículos) na capa e contracapa... enfim... Saindo por R$ 15,00
estreia dos malucos comandados por Tortelvis... são versões reggae de músicas do Led Zeppelin com um vocalista que é um "quase-Elvis" (rs)... hilária, a brincadeira foi aprovada imediatamente por Robert Plant que liberou as músicas - após um esforço considerável para convencer Jimmy Page (rs)...
Disco e capa em bom estado. Importado USA. Saindo por R$ 20,00
primeira coletânea dos Stones durante o contrato com a Atlantic... Faixas: "Brown Sugar" (From Sticky Fingers), "Tumbling Dice (from Exile on Main St.), "Happy" (From Exile on Main St.), "Dance Little Sister" (From It's Only Rock 'n' Roll), "Wild Horses" (From Sticky Fingers), "Angie" (From Goats Head Soup), "Bitch" (From Sticky Fingers), "It's Only Rock 'n Roll (But I Like It)" (From It's Only Rock 'n' Roll), "Doo Doo Doo Doo Doo (Heartbreaker)" (From Goats Head Soup), "Rip This Joint" (From Exile on Main St.)...
uma sequência legal de Stones prá curtir a fase com Mick Taylor na guitarra solo...
Disco e capa em ótimo estado. Edição brasileira original de 1975. Saindo por R$ 20,00